
Espaço para divulgação de informação relacionada com a atividade do Centro de Formação
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
FALHOU O ACORDO

A reunião de hoje deveria ter sido a última para encerrar o processo negocial sobre a revisão do estatuto da carreira docente e do modelo de avaliação, mas, uma vez mais, o Ministério de Isabel Alçada não conseguiu chegar a acordo com os sindicatos.
À saída de mais uma reunião, o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, anunciou que não houve acordo entre as duas partes e que aguarda a nova proposta ministerial. Na próxima quinta-feira, ocorrerá nova ronda negocial entre Ministério e representantes dos professores.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
ACERCA DA REORGANIZAÇÃO CURRICULAR NO 3º CICLO


- O estabelecimento de metas de competências para cada ano de escolaridade. E não apenas competências (gerais e transversais) para o Ensino Básico, e competências específicas de final de ciclo para cada área curricular disciplinar, como se preconiza no presente currículo.
MENOS DISCIPLINAS NO TERCEIRO CICLO

O 3.º ciclo do ensino básico terá um novo currículo já a partir do próximo ano lectivo, anunciou ontem a ministra da Educação, Isabel Alçada. O número de disciplinas vai ser diminuído, embora se mantenha a mesma carga horária. Deste modo, explicou Alçada, os alunos terão "mais tempo" para poderem trabalhar cada disciplina. Haverá "menos dispersão", acrescentou. Actualmente, os alunos do 3.º ciclo têm 13 disciplinas, várias delas correspondentes a áreas não curriculares.
"Se perguntarem aos alunos quantas cadeiras têm, muitos deles não saberão responder. E os pais também não", lembrou a ministra durante a sua primeira audição na Comissão de Educação da Assembleia da República. No conjunto, o que se tem proposto em termos de aprendizagens "não é, muitas vezes, compreendido por quem está nas escolas", frisou, defendendo que é necessário reanalisar a "articulação curricular" entre disciplinas, "tornar os programas mais claros" e adoptar instrumentos de avaliação que permitam aferir o

sábado, 19 de dezembro de 2009
INDISCIPLINA NA SALA DE AULA


quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
ALTERAÇÕES NO ENSINO BÁSICO

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
POR ONDE ANDA O ACORDO ORTOGRÁFICO?


segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
PRÉMIOS FINANCEIROS PARA OS PROFESSORES?


domingo, 13 de dezembro de 2009
SABER E PODER

Helena Damião
Consultora do CFIAP
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
DEBATE SOBRE O ENSINO NA UC


terça-feira, 8 de dezembro de 2009
PRÉMIOS MOTIVAM OS PROFESSORES

Formas "eficazes de avaliar e recompensar os professores", nomeadamente através de prémios monetários, "podem ajudar a atrair e conservar pessoal docente de alta qualidade".
A conclusão é da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), que não deixa de avisar que "nenhum modelo se aplica a todos os países", e que o sucesso destes programas depende sempre da consulta adequada dos parceiros, incluindo os professores e os sindicatos.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
JOGOS ONLINE

domingo, 6 de dezembro de 2009
EXCESSO DE VAIDADE
A vaidade em dose certa na infância "é saudável e recomenda-se", brinca a psicóloga infantil Rita Jonet. "É bom que uma criança goste de si e se cuide." Mas se a vaidade se transforma num exagero há mais riscos para o seu desenvolvimento equilibrado. Rita Jonet exemplifica com um conto infantil de Sophia de Mello Breyner: "Se o valor da imagem começa a ser exagerado, a história passa a ser como a da Fada Oriana, que deixa de cuidar da sua floresta porque fica encantada com a sua imagem no lago." (...)
Os especialistas não têm dúvidas: para um desenvolvimento saudável as crianças não devem crescer antes de tempo. Vaidade a mais pode esvaziar a infância e transformar essas crianças em adultos fúteis e anti-sociais, pessoas que, para o pediatra Mário Cordeiro, "cultivarão as aparências e o faz de conta, para lá da idade em que é lícito fazerem-no. Além de superficiais, podem tornar-se muito agressivas". O jogo da vaidade "é perigoso e não compensa", diz Eduardo Sá. Essas crianças terão maiores probabilidades de se tornarem "adultos avessos e solitários". A menos que a criança seja muito resiliente, o mais comum é ficar "muito virada para dentro".
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
GRAVES DEFICIÊNCIAS NAS COMPETÊNCIAS DOS PORTUGUESES

Segundo o relatório realizado pela Data Angel, a pedido dos coordenadores do Plano Nacional de Leitura (PNL) e apresentado ontem na Gulbenkian, apenas um em cada cinco portugueses possui o nível médio de literacia. Na Suécia, a correspondência é de quatro em cada cinco suecos.

"O conhecimento e as competências das pessoas, quando postos aos serviço da produção, são um forte motor do crescimento económico e do desenvolvimento social". Mas, segundo os dados disponíveis para Portugal, a literacia tem no nosso país "um valor económico reduzido no mercado de trabalho". (...)
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
ACORDO ORTOGRÁFICO

Isabel Alçada falava aos jornalistas à margem da apresentação do estudo «A Dimensão Económica da Literacia em Portugal: uma Análise», que hoje decorreu em Lisboa.
«O Acordo Ortográfico vai ser introduzido de uma forma serena, terá de haver uma adaptação dos livros, dos recursos de educação», disse a governante.
«Haverá um acordo com calendário e a sociedade, professores, pais e crianças serão devidamente informados sobre todo o processo», esclareceu a ministra da Educação. (...)
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
O TRATADO DE LISBOA


A perda de peso nas votações do Conselho
A manutenção do comissário português
Maior fiscalização por parte da Assembleia
A perda de liderança nas presidências da UE
A hipótese de sair da União Europeia
O respeito pelos direitos fundamentais
Integrar uma Zona Euro com mais peso
Menos eurodeputados mas com mais poder
Ajudar e ser ajudado em caso de catástrofe

DIA MUNDIAL DA SIDA

“A luta contra a SIDA é feita todos os dias há quase 20 anos pela LPCS, com acções de sensibilização e apoio aos doentes”, afirma a presidente da LPCS, Maria Eugénia Saraiva. A mesma responsável adianta que a venda de Natal é “uma acção muito importante para a instituição, porque permite angariar fundos que podem ser utilizados todo o ano”. Está também a decorrer, até ao dia 04 de Dezembro, o peditório nacional da Associação Abraço, com o tema “Um pequeno passo para si, uma grande ajuda para muitos”. A 31 de Dezembro de 2008, Portugal tinha 34 888 casos notificados, segundo o último relatório do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA) sobre a situação epidemiológica da infecção VIH/Sida. O maior número de casos notificados é de utilizadores de drogas por via endovenosa, representando 42,5 por cento de todas as notificações, reflectindo a tendência inicial da epidemia no país. O número de casos associados à infecção por transmissão sexual (heterossexual) representa o segundo grupo, com 40 por cento dos registos e a transmissão sexual (homossexual masculina) apresenta 12,3 por cento dos casos. As restantes formas de transmissão correspondem a 5,2 por cento do total. Os casos notificados de infecção VIH/SIDA que referem como forma provável de infecção a transmissão sexual (heterossexual) apresentam uma tendência evolutiva crescente. Já o último relatório da ONUSida aponta que desde que surgiu a doença, morreram cerca de 25 milhões de pessoas e 60 milhões foram infectadas, mas, nos últimos oito anos, as novas infecções diminuíram 17 por cento.
(In Público.pt)
domingo, 29 de novembro de 2009
ESCOLA A TEMPO INTEIRO

Mais do mesmo? Um bom tempo? Aprender mais? Crescer Melhor?...
Reflectir sobre algumas das questões em torno das finalidades e funções da Escola do 1º Ciclo justifica um Encontro entre Especialistas de Educação, Professores do 1º/2ºCiclos, Professores/Técnicos das Actividades de Enriquecimento Curricular, Pais/Encarregados de Educação, representantes dos órgãos da Direcção dos Agrupamentos de Escolas, Autarcas, Técnicos Municipais e Todos os que pretendam reflectir sobre a construção de uma Escola Plena.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
DÉFICE DE ATENÇÃO

quinta-feira, 26 de novembro de 2009
A VERDADE EM CIÊNCIA
É ponto assente que na ciência se procura a verdade. Mas que verdade é essa que se procura na ciência?
De facto, na ciência procuram-se verdades, mas há critérios de verdade distintos. Nas ciências da natureza, procura-se a verdade na confrontação entre as conjecturas e a realidade que nos cerca. Na Matemática, essa verdade decorre da coerência interna. Desde Aristóteles que nesta disciplina se procuram as regras de bem pensar mas, como deverão saber, no final do século XIX, encontraram-se contradições que obrigaram os matemáticos a apurar as regras do pensamento a que devemos obedecer, ou seja, a lógica matemática.
Eu diria, que o físico procura descobrir as leis do Universo e não se pode falhar nos processos de inferência a partir da observação da natureza, enquanto o matemático infere a partir de hipóteses, por vezes arbitrárias, mas sempre a com base na lógica, sem se poder desviar da lógica…
Entende que tanto nas ciências naturais como na matemática a verdade é, como por vezes se afirma, provisória?
A passagem das leis é perene. Cabe ao cientista a persistência na busca e a humildade de aceitar a fugacidade. A sua glória? É fazer evoluir o conhecimento. A morte de uma verdade é o garante da evolução científica. O desafio? A procura do inatingível, do fugaz, do indeterminado. Para um matemático, o desafio é saber qual verdade atingível. No início do século passado, Bertrand Russell abanou a estrutura do edifício científico ao perceber e fazer-nos perceber que há na matemática o que ficou conhecido como A Crise dos Fundamentos da Matemática.
Na educação, precisaríamos de um Bertrand Russell?
Desculpe, mas temos o Nuno Crato! (Risos). Tem havido muitos movimentos nesse sentido. No final dos anos 60 importámos a matemática moderna. É linda, mas para ensinar não serve: uma coisa é a ciência; outra, o seu ensino. Os processos cognitivos do cientista e do aluno são distintos. Percebendo isso, em 1975, os americanos abandonaram a matemática moderna nos seus 50 estados, por cá, em 1978, decidimos alargá-la ao ensino primário. Foi um desastre. Outro aspecto crítico do ensino da matemática é a sobrevalorização dos níveis cognitivos superiores, abandonando a memorização, numa tentativa de eliminar os exageros que a história da educação nos diz que aconteceram. Ora, a preparação do matemático ou a de um jogador de xadrez, por exemplo, não dispensa a memória. No caso do xadrez, sabe-se hoje que a criatividade e a inspiração tem um peso de 5%.
Tendo um conhecimento profundo dos programas de ensino, que considerações lhe merecem?
Estão mal escritos, os textos são demasiado extensos, o que denota falta de clareza nas ideias, isto em primeiro lugar. Depois a interdisciplinaridade (entre Educação Visual, Ciências Naturais e Matemática), de que tanto se fala, é nula. Em terceiro lugar, as metodologias são normalizadas (“o professor deve…”), configurando-se uma interferência na esfera de competência do professor e, pior, são dadas recomendações de estratégias que não são adequadas e que se sabe não resultarem… Participei num estudo comparativo em que se analisaram os programas de alguns países europeus: os espanhóis, por exemplo, têm programas muito curtos, muito claros enquanto os nossos não cessam de aumentar: o programa de Matemática tem perto de 100 páginas com letra muito pequena e entrelinhamento mínimo, o de Língua Portuguesa tem perto de 200 páginas…
Falou num estudo dos programas...
Voltemos à verdade em ciência… Para a conseguirmos, não podemos fazer “aldrabice”…
A um cientista, a um matemático, sai muito caro fazer “aldrabice”. Se nos enganarmos numa dedução e o erro não for detectado pelo apertado crivo da revisão científica, esse erro fica no nosso currículo, como uma nódoa. Não tem perdão.
E em Educação, quais as consequências dos erros pedagógicos que tantos têm denunciado e que se encontram bem patentes nos programas?
Bem, aí, o erro é bem pior. Paga-se ao longo de gerações, como o efeito de uma explosão nuclear que perdura muito depois de explodir. Veja-se o caso do abandono da memorização… não é só na matemática que tem tido consequências nefastas: tem condicionado a aquisição de competências linguísticas. Outro é o erro, muito por influência do ideia de conservação piagetiana do número, que leva a que, no primeiro ano de escolaridade, só se ensine a contar até 20!
E o professor, o que deve ele fazer: obedecer ao programa, ou agir com bom senso?
Com bom senso, claro! Quando fazemos uma investigação, procuramos a verdade possível, de forma honesta. O que publicamos pode ter eco ao longo de muito tempo. O que se passa em educação, é que não há critérios de verdade. Veja-se, por exemplo, com Bolonha, passou-se do paradigma do conhecimento para o paradigma das competências. Serão indissociáveis? Ou ainda este erro: “…o professor é um mero orientador de aprendizagens…”, nesta lógica, o professor tem sido despojado da sua função, que é ensinar. E, associado a tudo isto, a transmissão de valores também não tem sido feita, numa altura em que até a própria família entrega essa responsabilidade à escola. Também, ao longo dos últimos anos, temos assistido ao desmantelamento de todo o sistema de avaliação. O único que tem resistido é o exame do 12.º ano.
Qual o caminho para que também nesta área que é a educação nos conduzamos por verdades científicas? Haverá solução?
Veja-se o caso da China Popular que ficava sempre no topo da avaliação internacional a Matemática bem atrás dos Estados Unidos da América, com um investimento enorme no ensino chegou aos resultados que o Pisa nos mostra. O que faz a diferença? Assumiu-se na China que a solução para o sucesso passa pelos valores, pelo rigor, pelo respeito, mas também pela valorização da memorização e pelo enriquecimento dos conteúdos, contrariamente à centralização nas competências.
ADD QUE PREMEIE A QUALIDADE

quarta-feira, 25 de novembro de 2009
PORTUGAL ESTÁ ABAIXO DA MÉDIA EUROPEIA

terça-feira, 24 de novembro de 2009
PROFESSORES QUEREM MAIS FORMAÇÃO

“Isto revela um reconhecimento claro que os professores não se sentem bem preparados para lidar com grupos heterogéneos e para se dirigir a alunos com necessidades de aprendizagem”, avalia o relatório. Apesar de sentirem falta de formação, 85 por cento dos professores portugueses realizaram-na em 2007/2008, ou seja, ligeiramente abaixo da média dos países europeus inquiridos (89 por cento). No entanto, 25 por cento dos portugueses tem que a pagar - é a média mais alta. Na verdade, em nenhum dos 23 países há formação gratuita, mas cerca de 80 por cento dos belgas, malteses, turcos e eslovenos afirmam que não pagaram nada para obtê-la.
Os docentes portugueses queixam-se ainda de terem pouco tempo para realizar formação e desses horários esbarrarem com os das aulas, aliás, com mais dificuldades só os coreanos. O conflito com o horário de trabalho é um obstáculo à participação nas actividades de desenvolvimento profissional, diz o relatório. Por isso recomenda que são necessárias políticas para integrar a formação no trabalho docente. Sobretudo quando há países, como Portugal, onde a formação conta para a progressão na carreira.
O estudo revela ainda que o ambiente escolar desempenha um papel importante no desenvolvimento profissional, os profissionais que se sentem bem na escola e com o seu trabalho são positivos. Portanto, para os ministérios estas conclusões devem sugerir que um maior acompanhamento do trabalho dos professores e um ambiente escolar positivo “podem contribuir para o desenvolvimento das escolas como organismos de aprendizagem”, diz um comunicado da Comissão Europeia. Em cada país foram seleccionadas 200 escolas, onde responderam o director e 20 docentes, todos escolhidos de forma aleatória.
FOI PUBLICADO HÁ 150 ANOS

Essa é a convicção do biólogo Henrique Teotónio, para quem o naturalista inglês, nascido a 12 de Fevereiro de 1809, foi "uma das pessoas mais importantes na humanidade".
"Devemos-lhe a compreensão de como é que estamos no mundo e como é que os organismos se relacionam entre si", disse à Lusa o investigador, poucos dias antes do 200.º aniversário do nascimento de Darwin.
Na sua perspectiva, "a teoria da evolução é uma grande teoria unificadora na Biologia, que permite explicar de uma maneira bastante simples a variedade e complexidade do mundo vivo". (...)

A teoria da evolução de Darwin "naturaliza o Homem, alterou a nossa visão da natureza, provocou uma extraordinária revolução científica", disse o director do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, sublinhando que o livro "A Origem das espécies" foi um best seller e que esgotou no primeiro dia.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
TEMPO CURTO

Desafiada a comentar o projecto de resolução do PSD aprovado na semana passada na Assembleia da República, que recomenda ao Governo a definição de um novo modelo de avaliação em 30 dias, a ministra apenas disse que é um tempo curto, frisando que o que está definido é a apresentação de um novo modelo nesse prazo. (...)
«As inscrições vão já estar abertas esta semana para o 1.º ano de escolaridade, são 100 mil computadores», disse a ministra, acrescentando que haverá um concurso público para aquisição dos computadores. (...)
domingo, 22 de novembro de 2009
IV ENCONTRO DE INVESTIGAÇÃO E FORMAÇÃO

O 4º Encontro do CIED desenha-se como um fórum de discussão das nossas práticas mas, também, uma oportunidade de aprofundamento de algumas das questões essenciais com que se debate, hoje, o sistema educativo.
Destinatários do Encontro:
Educadores de infância, Professores dos 1º, 2º e 3º Ciclos e Secundário, Investigadores, Outros Agentes Educativos e Estudantes.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA
AR APROVA PROPOSTA SOBRE MODELO DE AVALIAÇÃO

O PSD recomenda ainda ao Governo, no seu projecto de resolução, que no primeiro ciclo avaliativo que está a terminar não haja professores penalizados em termos de progressão da carreira devido a diferentes interpretações da lei.
Inviabilizados, pela abstenção do PSD e a rejeição do PS, foram os projectos da restante oposição para suspender o actual modelo de avaliação e acabar com a divisão da carreira dos professores.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
AVALIAÇÃO MESMO SEM OBJECTIVOS INDIVIDUAIS

A nota esclarece que quem não entregou os objectivos é avaliado tendo como referência “os objectivos e metas fixados no projecto educativo e no plano anual de actividades” da escola. Nos restantes casos, a referência é o cumprimento dos objectivos individuais. (...)
(In Público.pt)