quarta-feira, 22 de março de 2017

8.º ENCONTRO COM A EDUCAÇÃO

OBJETIVOS:
— refletir sobre a condição da educação e dos educadores na sociedade atual
— compreender melhor o perfil de professor/educador na sociedade atual
— promover o conhecimento e divulgação de novas competências para a condição de
professor/educador nos tempos atuais

PROGRAMA:
— (Re)aprender a ensinar
— O Educador, no século XXI, no tempo em que os “meninos” não querem aprender
— A Escola, no século XXI, no tempo em que os “meninos” não querem aprender
— Ensinamos: “o que somos e o que fazemos”

FORMADORES:
João Miguel Marques da Costa
Manuel Joaquim Pinho Moreira de Azevedo
Vítor Manuel Neves Duarte Teodoro
José Miguel Rodrigues de Sousa

(Ação de Curta Duração Certificada pelo CFIAP -  4 horas - de acordo com a alínea b) do artigo 8.º do
 DL n.º 22/2014, de 11 de fevereiro)

25 de março de 2017, na Mealhada

domingo, 19 de março de 2017

ARRIBA FÓSSIL


Arriba fóssil da Costa da Caparica (in De Rerum Natura)

quinta-feira, 2 de março de 2017

REUNIÃO COM CFAE


Reunião com os CFAE, em Lisboa. Na mesa, o Secretário de Estado da Educação, o Diretor-geral da DGE e o Coordenador Nacional do Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

INSCRIÇÕES


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

domingo, 5 de fevereiro de 2017

CONFERÊNCIA "ALFABETIZAÇÃO DE ADULTOS"






No próximo dia 10 de fevereiro, entre as 14h-17h realiza-se no anfiteatro da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra a conferência "Alfabetização de adultos", composta por três comunicações:

Literacia: questões psicolinguísticas, educacionais e sociopolíticas. José Morais | Universidade Livre de Bruxelas

Plasticidade cerebral e cognitiva: o caso da aprendizagem da leitura na idade adulta. Régine Kolinsky | Universidade Livre de Bruxelas

Alfabetizar: uma abordagem analítica e sistémica.
Isabel Leite | Universidade de Évora

A entrada é livre.

Sobre os conferencistas:


Régine Kolinsky, doutorada em Psicologia, é Diretora da Unidade de Investigação em Neurociências Cognitivas da Universidade Livre de Bruxelas. É autora de mais de cem artigos científicos e foi professora visitante na Universidade Federal de Santa Catarina.

José Morais, professor de Psicologia emérito da Universidade de Bruxelas, é um reconhecido investigador dos processos cognitivos associados à leitura. Da sua vasta obra de dimensão internacional destacam-se os livros “A arte de ler”, “Alfabetizar em democracia” e, o mais recente, “Lire, écrire et être”.


Isabel Leite, doutorada em Psicologia pela Universidade de Évora, tem realizado investigação de mérito na área do desenvolvimento linguístico e da aprendizagem da leitura e da escrita, em diversas populações e ntre as quais se contam as de analfabetos.

sábado, 28 de janeiro de 2017

CFIAP NO COMBATE AO INSUCESSO ESCOLAR





A Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIM-RC), que engloba 19 municípios, assinou ontem um protocolo de cooperação com os Centros de Formação de Associações de Escolas, dos agrupamento públicos, no sentido de desenvolver um projecto que pretende combater o insucesso escolar, na região, que, estando dentro da média nacional, pode ter ainda melhores resultados. Trata-se de cerca de 14 milhões de euros, provenientes dos fundos comunitários, que, na perspectiva de João Ataíde, presidente da CIM-RC, vão dar um novo alento, financeiro, ao já existente Pacto para a Coesão Territorial.

(in Diário de Coimbra, 28 jan)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

NOESIS





terça-feira, 20 de dezembro de 2016

PROFFORMA


PROFFORMA
REVISTA ONLINE DO CENTRO DE FORMAÇÃO
DE PROFESSORES DO NORDESTE ALENTEJANO


segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

CONDIÇÃO DOCENTE E POLÍTICAS EDUCATIVAS



Foi hoje publicada, no Diário da República, a Recomendação do Conselho Nacional de Educação sobre a condição docente e as políticas educativas.


quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

SUBIMOS NO PISA



Desde o início deste século que os sistemas de ensino do vasto espaço que é a OCDE e do espaço mais restrito que é a UE se têm concentrado cada vez mais na preparação dos alunos para mostrarem resultados nos programas internacionais de avaliação, nomeadamente o PISA e o TIMSS.


Os currículos são aferidos pelas opções que dão forma a esses programas: tem valor o que eles medem, perde valor o que não medem. As políticas educativas são julgadas pelos resultados e mudam-se em função disso mesmo. 

Estas evidências e outras levam-me a ter cada vez menos simpatia por tais programas. 

Posto isto, não posso deixar de registar a subida dos resultados académicos dos nossos alunos - em ciências, matemática e língua materna - que foram divulgados na passada semana, do TIMSS, e nesta semana, no PISA.

A que se deve isso? A que se deve o facto de sermos o país que mais subiu no PISA? 

Não certamente apenas e só às políticas e às mudanças curriculares, que é o que sobressai nas notícias nacionais e internacionais, mas também, e talvez sobretudo, ao trabalho dos professores que, muitas vezes em condições adversas, não desistem de ensinar.

Mª Helena Damião
Consultora do CFIAP

domingo, 20 de novembro de 2016

RECURSOS DE GEOGRAFIA


sexta-feira, 18 de novembro de 2016

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

CNE - Transmissão de eventos

CNE - Transmissão de eventos

Mangualde acolheu XIII Congresso Nacional de Centros de Formação de Associação de Escolas

Mangualde acolheu XIII Congresso Nacional de Centros de Formação de Associação de Escolas: O XIII Congresso Nacional de Centros de Formação de Associação de Escolas (CFAE) realizou-se nos dias 14 e 15 de outubro em Mangualde, numa organização dos CFAE da Região Centro, com o apoio do Centro de Formação EduFor, que tem sede em Mangualde. Sob o lema “Formação Contínua – pensar o presente, perspetivar o futuro”, ...Ler Mais

5 LINHAS ORIENTADORAS PARA A EDUCAÇÃO EM 2017


O governo criou um site para explicar o orçamento de estado para 2017. Além de alguns vídeos, o site permite ver as linhas orientadoras do orçamento para as diferentes áreas. 

domingo, 16 de outubro de 2016

LINHA DA FRENTE - XVIII EPISÓDIO - A ESCOLA CÁ E LÁ


"O estilo e o custo de vida são bem diferentes..."

Linha da Frente


sábado, 15 de outubro de 2016

PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS

É preciso acautelar o direito à proteção de dados pessoais e à privacidade dos alunos



Em texto anterior deixei a nota da publicação da Deliberação n.º 1495/2016 da Comissão Nacional de Protecção de Dados (instância que, no nosso país, supervisiona as políticas e práticas de privacidade) sobre a "disponibilização de dados pessoais de alunos no sítio da internet dos estabelecimentos de educação e ensino". Transcrevo, de seguida, uma parte da Introdução desse precioso documento, pela reflexão realista que denota.
"O desenvolvimento dos recursos tecnológicos e a sua aplicação crescente no contexto escolar vieram alterar profundamente o modelo de gestão das escolas, quer no plano da organização administrativa, quer no plano educativo e pedagógico, com evidente benefício para a comunicação no seio da comunidade escolar e entre esta e os restantes intervenientes do sistema educativo. A utilização generalizada da Internet pelos estabelecimentos de ensino, com destaque para a criação de sítios (websites) próprios veio contribuir inevitavelmente para uma aproximação da escola à sociedade, através de uma maior exposição das suas atividades, bem como permitindo o contacto direto, célere, económico e eficiente de alunos, encarregados de educação e pessoal docente e não docente. 
No entanto, a rápida adesão a estes meios tecnológicos não foi, em geral, acompanhada pelo estabelecimento de critérios rigorosos que enquadrassem a disponibilização de informação pessoal na Internet, de modo a acautelar a defesa dos direitos das crianças, designadamente o direito à proteção de dados pessoais e à privacidade. 
Deste modo, há uma prática generalizada de disponibilização de dados pessoais nos sítios da Internet das escolas, em incumprimento de obrigações legais e com clara afetação dos direitos, liberdades e garantias dos titulares dos dados, em particular dos alunos."

Helena Damião
Consultora do CFIAP

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

IV ENCONTRO NACIONAL DE FORMADORES



Forma-te (Associação Nacional da Formação e Ensino Profissional), a Universidade de Aveiro através

 da UNAVE e a AIDA (Associação Industrial do Distrito de Aveiro), vão realizar, na Universidade de Aveiro,

 o IV Encontro Nacional de Formadores, no Dia Nacional do Formador, 18 de novembro, com o 

tema: Tecnologias, Metodologias e Pessoas: Aprendizagem em evolução ou em revolução?


Pretende-se, desta forma, compreender de que modo as tecnologias poderão afetar o processo de aprendizagem, as metodologias, as práticas e as competências do formador.



O desafio para este encontro é o da ligação. Estamos em tempo de conexões. E de resultados. Para as pessoas! Tomar contacto com a panóplia de tecnologias hoje utilizadas, por mais inusitadas e ousadas que sejam. Assim, ouvir para conhecer, partilhar para amadurecer e ligar para melhorar.



segunda-feira, 10 de outubro de 2016

COLÓQUIO - REGIÃO DE COIMBRA


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

ORIENTAÇÕES CURRICULARES PRÉ-ESCOLAR

No âmbito da parceria estabelecida entre a Direção-Geral da Educação (DGE) e a Associação de Profissionais de Educação de Infância (APEI), e na sequência da homologação das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (OCEPE), através do Despacho n.º 9180/2016, de 19 de julho, irão realizar-se durante este ano letivo Conferências e Encontros Regionais de Apresentação das OCEPE.
Estas iniciativas têm como objetivo a apresentação e divulgação deste documento, bem como lançar o debate nos vários domínios do desenvolvimento e da implementação do currículo na educação pré-escolar.
Programa das Conferências Regionais com inscrição gratuita, mas obrigatória em:http://area.dge.mec.pt/dsdc-ocepe
 Para informação detalhada e inscrição nos Encontros Regionais consulte a APEI emwww.apei.pt .

NOTÍCIAS DA EDUCAÇÃO


SEMINÁRIO - FORMAÇÃO DE PROFESSORES


sábado, 1 de outubro de 2016

FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM ONCOLOGIA




(Seleção por ordem de inscrição, com prioridade para os docentes das equipas do PES)

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

terça-feira, 20 de setembro de 2016



2, 3 e 4 de fevereiro de 2017

  
A AFIRSE Portugal vai realizar o seu XXIV Colóquio em colaboração com o Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, subordinado ao tema  A ESCOLA: DINÂMICAS E ATORES.

Tal como em anos anteriores, este colóquio destina-se a todos os investigadores, professores, educadores e outros profissionais da educação e da formação, bem como aos estudantes que se preparam para a intervenção ou a investigação nestes domínios.

Se pretende inscrever-se e/ou submeter trabalhos, já pode fazê-lo no sítio do XXIV Colóquio. No lado direito da página, procure por “Inscrição” e/ou “Trabalhos”.

Os resumos deverão ser submetidos, exclusivamente pela plataforma, até ao dia 30 de setembro de 2016.


Mais informações:

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

AS PREOCUPAÇÕES E MOTIVAÇÕES DOS PROFESSORES

O estudo As preocupações e as motivações dos professores, da Fundação Manuel Leão, baseia-se num inquérito a 2910 professores, de 130 escolas, públicas e privadas, de todos os níveis de ensino, excepto superior. As respostas foram recolhidas em Maio, Junho e Julho deste ano.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

XIII CONGRESSO NACIONAL DOS CFAE


XIII Congresso Nacional de CFAE 

Inscrições abertas

Irá realizar-se nos dias 14 e 15 de outubro de 2016 em Mangualde, numa organização dos CFAE da Região Centro. 
Sob o lema "Formação Contínua - pensar o presente, perspetivar o futuro”, tem como principais objetivos:
- Conhecer a realidade da formação contínua de professores na Europa; 
- Refletir sobre o contexto da formação contínua de professores em Portugal;
- Analisar os procedimentos dos CFAE, no sentido do aperfeiçoamento das suas práticas;
- Contribuir para a afirmação dos CFAE no processo de melhoria da qualidade das aprendizagens.
Este Congresso Nacional, organizado após a publicação de relevante legislação sobre a formação contínua e o funcionamento dos CFAE, adota um modelo de simbiose entre momentos de plenário e de workshop. O cronograma, diferente do habitual, facilita a deslocação dos congressistas provenientes de diferentes pontos do país.
São destinatários deste evento: Diretores de CFAE e Diretores de Escola/Agrupamento; elementos da Secção de Formação e Monitorização das Comissões Pedagógicas; Consultores e Assessores de CFAE; Formadores; Docentes e ainda elementos de entidades/instituições que colaboram com os CFAE.
A participação de conferencistas de reconhecido mérito nacional e internacional reforça a importância deste evento para o desenvolvimento pessoal e profissional dos participantes. De referir ainda que contamos com a presença de Sari Lantto, Diretora de uma escola secundária do Norte da Finlândia, distinguida pela Apple em 2015 (Apple Distinguished Educator).

 Mais informações e inscrições 

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

APPS

 http://www.rbe.mec.pt/np4/home 
 da responsabilidade da Rede de Bibliotecas Escolares, reúne um conjunto de apps para dispositivos móveis com potencialidade pedagógica, organizadas por categoria.


domingo, 31 de julho de 2016

VAMOS DE FÉRIAS!!


sexta-feira, 22 de julho de 2016

PROCESSOS DE DESCENTRALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO




O Conselho Nacional de Educação acaba de publicar mais um livro da coleção: Seminários e Colóquios

No site do CNE, está disponível para leitura ou download o livro eletrónico – Processos de descentralização em educação


domingo, 3 de julho de 2016

DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES



O "senso comum acrítico": da formação de professores para a sala de aula

Os professores já não estudam filosofia, história ou sociologia 
enquanto estão em formação. Eu acho isso muito sério, porque
essas disciplinas eram uma base da profissão e hoje os estudantes
são formados quase como tecnólogos da educação, são 
preparados para oferecer conjuntos de instruções. 
Michael Young, 2014.

Preocupa-me muito o doutrinamento a que os professores estão constantemente sujeitos por via da formação pela qual passam, dos recursos que se lhe "oferecem", dos currículos que se lhes impõem, dos discursos dos múltiplos "parceiros educativos"... Há uma ideologia concertada que, exactamente por ser ideologia e por ser concertada, é difícil de detectar e de analisar, e ainda mais difícil de contestar e de recusar.

Sei bem que estamos perante um fenómeno antiquíssimo mas sei também que no presente, à semelhança de outros contextos conturbados e perigosos, a sua sofisticação é de um elevado profissionalismo e tem representação à escala global.

Surgem, no entanto, estudos de grande interesse. Dou, de seguida, conta de um publicado em 2007, da autoria de William Hare, professor no Canadá,  com o título Ideological Indoctrination and Teacher Education (aqui):
Os filósofos que se dedicam à educação têm-se preocupado com o fenómeno do doutrinamento no ensino, sobretudo por via do currículo e dos manuais escolares. Os alunos, estejam na escolaridade básica ou na secundária, não têm ainda um juízo crítico formado o que os deixa vulneráveis e susceptíveis à persuasão. 
Os professores, através do seu poder e autoridade, podem contribuir para tal, impondo crenças ao mesmo tempo que desencorajam o exame, o questionamento, as objecções. 
Nem sempre isto acontece de modo consciente e deliberado. Neste caso, talvez o mais frequente, a explicação é que o seu pensamento decorre daquilo que Karl Popper (1975) designou por “senso comum acrítico”. Em qualquer dos casos há o perigo real de os jovens adoptarem também esse tipo de pensamento. 
A doutrinação acontece quando as pessoas não adquiriram ou perderam a capacidade de avaliar as ideias com as quais se confrontam, ficando fechados nelas de tal forma que não conseguem ver alternativas. Para contrariar esta tendência e preparar os alunos para as reconhecer e lhes resistir é preciso que os professores tenham uma atitude crítica, que reconheçam o perigo do autoritarismo e do dogmatismo, e estejam permanentemente vigilantes ao seu avanço. 
Isto significa, segundo Israel Scheffler (1989) que o seu ensino deve respeitar a integridade intelectual dos alunos, levando-os a desenvolver as capacidades envolvidas na formação de juízos independentes. Para tanto é preciso incentivá-los a avaliar as razões que contestam e as que apoiam as ideias, a escrutinar a credibilidade das fontes, e a resistir aos esforços de controlo do seu pensamento. 
Os professores têm de ter muito presente que uma das suas tarefas é levar os alunos a reconhecer que aceitar certas ideias sem as questionar leva-os a fecharem-se num certo modo de pensar, e que no futuro podem confrontar-se com  ideias que os farão rever ideias que antes formaram. 
Não obstante a importância desta abordagem ela parecer estar muito afastada da formação de professores, talvez porque, diz Chris Arthur (2004), o juízo crítico tem sido afastado das universidades, onde tradicionalmente tinha um lugar privilegiado 
Esta dúvida foi suscitada há alguns anos no Reino Unido por John Wilson (1993), que fez notar o facto de os futuros professores estarem a ser usados como "líderes dos fiéis", na “ideologia apropriada”, ao invés de serem incentivados a examinar os discursos educativos. Nos Estados Unidos foi levantada semelhante dúvida a propósito das nas Normas Profissionais (do Conselho Nacional de Acreditação da Formação de Professores - NCATE) que exigem que os professores "conheçam e demonstrem conhecimento do conteúdo e pedagógico, bem como habilidades e disposições necessárias para ajudar todos os alunos a aprender”. Os críticos têm-se referido a esta orientação, que dizem ser uniformizadora, como uma nova ferramenta para impor a conformidade política, na qual, à primeira vista, é difícil detectar o espectro da doutrinação. 
A questão que se põe em termos de formação de professores é a seguinte; de que vale os professores adquirirem conhecimentos se não recorrem a eles de modo inteligente e adequado? Ora, os professores devem, precisamente, ser preparados para terem consciência do seu intelecto e um apurado sentido de responsabilidade. 
Isto implica levá-los a ter abertura mental para exercerem crítica e para agirem em conformidade com as circunstâncias. Por isso, a ideologia tem de ser afastada da formação de professores. É preocupante que os futuros professores sejam levados a adoptar as crenças dos seus professores. 
É preciso deixar bem claro que a propaganda que se faz nas salas de aulas das universidades entrará nas salas de aulas dos outros níveis de ensino.

Helena Damião
(consultora do CFIAP) 

quinta-feira, 2 de junho de 2016

FORMAÇÃO - MICROMOUSE



 
O CFIAP vai levar a efeito uma sessão de formação de curta duração, acreditada, destinada a docentes do Ensino Básico e Secundário e do Ensino Especial,
no dia 16 de julho, das 14h às 18h, 
no GICA - Ginásio Clube de Águeda.
 
As inscrições  são gratuitas, através do email cfiap@esap.edu.pt, indicando o nome completo e a escola onde leciona, até ao próximo dia 14 de julho.
O formador responsável será o mestre Rui Isidro.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

FORMAÇÃO



 
O CFIAP vai levar a efeito uma sessão de formação de curta duração, acreditada, destinada a docentes do 1º ciclo do ensino básico, no dia 30 de maio, às 17h 30m, na Escola Secundária Adolfo Portela.
 
 Pretendemos com esta sessão de formação:
- apresentar uma ferramenta interativa, criativa, dinâmica e simples, que constitua uma resposta às dificuldades sentidas pelos professores na abordagem de conteúdos mais complexos;
- promover a reflexão sobre a implementação de metodologias relacionadas com as TIC no processo de ensino e aprendizagem, no 1º ciclo do ensino básico.
 
As inscrições  são gratuitas, através do email cfiap@esap.edu.pt, indicando o nome completo e a escola onde leciona, até ao próximo dia 25 de maio.
O formador responsável será o mestre Rui Isidro.
 

quarta-feira, 18 de maio de 2016

XIV ENCONTRO DE LITERATURA INFANTOJUVENIL




http://www.cenformaz.pt/

sexta-feira, 13 de maio de 2016

EDUCAR TODOS



Educação especial, educação inclusiva e diferenciação pedagógica: um desafio comum


“Educar todos como se fossem um só” – eis a máxima que esteve na base do pensamento e das práticas educacionais, durante séculos de alargamento e generalização do acesso à educação. 
Com a massificação do ensino, mais acentuada nos últimos 30 anos, e o surgimento do movimento da educação inclusiva, a que Portugal aderiu ao subscrever a Declaração de Salamanca e a Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência, rapidamente nos confrontámos com a impossibilidade de promover igualdade de oportunidades no acesso e no sucesso escolar, sem que a escola se transforme e se adapte à diversidade dos alunos que passaram a habitá-la. 
A presença de alunos com diferentes capacidades, condições físicas, sociais, linguísticas, com diferentes desempenhos cognitivos ou culturais, tornou ainda mais óbvia a necessidade de diversificar (ou diferenciar) as ofertas educativas, as “dietas curriculares” e as práticas pedagógicas, sob pena de se cristalizarem lógicas de reprodução das desigualdades sociais, bem expressas na indisciplina, na retenção e no abandono escolar. 
Perante este desafio, poderia pensar-se que a diferenciação pedagógica se destinaria exclusivamente aos alunos com necessidades educativas especiais, que a mera integração de alunos com deficiência em escolas regulares, ou o agrupamento de alunos em função de características ou condições individuais (níveis de proficiência, por exemplo) seriam as soluções mais adequadas. 
Pelo contrário, estas práticas vieram reforçar o paradigma do “deficit individual”, criando categorias de alunos e “ilhas” de diferenciação, privando os restantes alunos de oportunidades importantes para verem melhorados os processos e resultados educativos. 
A diferenciação pedagógica torna-se, assim, um imperativo e uma condição para o sucesso educativo. Mas, afinal, quão especial deve ser a “educação regular”? 
A evidência científica tem-nos demonstrado que os fatores “ensino” e “professor” estão entre os que mais pesam nos resultados escolares dos alunos e que, a partir da heterogeneidade dos alunos, o professor pode responder à maior constante no contexto da sala de aula – a diversidade dos alunos. 
Os níveis de envolvimento e participação dos alunos no processo de ensino-aprendizagem são, sabemos hoje, preditores de sucesso robustos, que podem até anular condicionantes de natureza individual ou social. 
É neste contexto que o desenvolvimento curricular, a avaliação formativa, a inovação pedagógica, a produção de conteúdos e a criação de ambientes mais propícios a aprendizagens ativas e significativas assumem novo protagonismo. 
Na DGE, reorientámos a nossa atividade e procuramos criar condições para o ajudar a vencer este desafio comum, o da gestão inteligente da diversidade. Boas leituras. 

Pedro Cunha 
Subdiretor-Geral da Direção-Geral da Educação

Fonte: Noesis

quinta-feira, 5 de maio de 2016

CULTURA E LÍNGUAS CLÁSSICAS



http://coloquioiclc.weebly.com/

1.º Colóquio Internacional 

4 de junho

programa em http://coloquioiclc.weebly.com/


SEMINÁRIO


http://culturamotoranaescola1ceb.blogspot.pt/2016_04_01_archive.html

terça-feira, 3 de maio de 2016

BIBLIOTECAS INCLUSIVAS



http://cm-tondela.pt/encontrobibliotecas/
Para mais informações e inscrições consulte o site

domingo, 24 de abril de 2016

ESMC - DIA ABERTO



quarta-feira, 20 de abril de 2016

RECURSOS PARA A EDUCAÇÃO



Os recursos da Google para a educação estão todos juntos num site

O interesse pela utilização de computadores nas salas de aula está a crescer, mas também do ensino de programação, e há várias iniciativas nesse sentido. A Google reuniu ferramentas para ajudar os alunos e educadores.
https://www.google.com/edu/cs/

O website CS EDU foi lançado na semana passada e pretende ajudar a desenvolver programas educativos mais ricos, através da disponibilização de informação para alunos mas também para professores e educadores. 

sábado, 16 de abril de 2016

FORMAÇÃO DE FORMADORES

 Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar
 
Formação de Formadores
Braga
15 e 16 de abril



quarta-feira, 13 de abril de 2016

FORMAÇÃO


 
Formação OFFICE 365 e OneNote
13 de abril
Agrupamento de Escolas de Águeda




terça-feira, 12 de abril de 2016

PALESTRA




http://www.cfaecaav.pt/PLANO2015.16/Folheto.pdf
Para mais informações consultar www.cfaecaav.pt

sexta-feira, 8 de abril de 2016

NOESIS




http://dge.mec.pt/sites/default/files/boletim/boletim_dge_2_abril2016.HTML

domingo, 3 de abril de 2016

REFERENCIAL DE EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO


Referencial de Educação para o Desenvolvimento

Consulta Pública – até 26 de abril de 2016

O Referencial de Educação para o Desenvolvimento constitui-se como documento orientador que visa enquadrar a intervenção pedagógica da Educação para o Desenvolvimento, como dimensão da educação para a cidadania, e promover a sua implementação na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário. Poderá também constituir-se como instrumento de trabalho para outras entidades e agentes educativos com interesse em atuar na área da Educação para o Desenvolvimento, nomeadamente através da produção de recursos e materiais pedagógicos-didáticos e da formação inicial e contínua de docentes.
Os contributos relativos a este documento deverão ser enviados à Direção-Geral da Educação, através do seguinte endereço eletrónico: cidadania.edu.desenvolvimento@dge.mec.pt até 26 de abril.