Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

NOVAS OPORTUNIDADES


Demasiado tempo de espera, horários difíceis de compatibilizar com a vida pessoal e pouco impacto a nível profissional são os três maiores problemas identificados na Iniciativa Novas Oportunidades, de acordo com o primeiro estudo externo ao programa que será apresentado amanhã no Centro de Congressos de Lisboa.

Contudo, para os autores, os ganhos na auto-estima dos participantes é um dos efeitos que mais compensou e que, a médio prazo, poderá revolucionar o tecido empresarial.Ainda que os resultados abranjam apenas um ano e faltem dois e meio para as conclusões finais, o coordenador do estudo da Universidade Católica Portuguesa, o investigador e ex-ministro da Educação do Governo de Cavaco Silva, Roberto Carneiro, faz um balanço muito positivo das Novas Oportunidades.

Apesar de 66 por cento das chefias ainda não reconhecerem o esforço de qualificação e certificação que os seus trabalhadores fizeram, Roberto Carneiro acredita que os conhecimentos – em especial ao nível das novas tecnologias da informação e comunicação – serão indispensáveis numa altura em que “estamos a entrar no mundo da economia do conhecimento em que as empresas funcionam em rede” e não em pirâmide. (...)

O programa de requalificação Novas Oportunidades, apresentado em Setembro de 2005 pelo primeiro-ministro, é tutelado pelo Ministério do Trabalho e pelo Ministério da Educação. O objectivo é qualificar um milhão de activos até 2010, assim como envolver mais de 650 mil jovens em cursos técnicos e profissionalizantes. Segundo dados do Ministério da Educação, só 20 por cento da população adulta portuguesa completou o ensino secundário.

Nos países da OCDE esta percentagem ronda os 70 por cento.A rede nacional onde o programa se encontra implementado é composta por 453 centros e, recentemente, foi encerrado o concurso público para a criação de mais 44 centros para em 2010 se atingir os 500 pretendidos. O programa já chegou a 900.000 pessoas nas diferentes vertentes, numa altura em que a média mensal de novas inscrições atinge as 20.000. Um número “pioneiro” e “notável” a nível internacional, segundo o coordenador do estudo.


Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM COMPETÊNCIAS TIC


As regras para a concretização do programa de formação e de certificação de competências TIC (tecnologias de informação e comunicação) para docentes estão definidas numa portaria publicada no Diário da República, que cria o Sistema de Formação e de Certificação em Competências TIC. (...)

O Sistema de Formação e de Certificação em Competências TIC valoriza e valida as competências já adquiridas pelos docentes, promove o seu aprofundamento e o seu desenvolvimento, bem como a aquisição de novos conhecimentos, num quadro de integração no respectivo contexto profissional.
A componente da formação estrutura-se em três níveis de complexidade crescente mas não sequenciais (não está previsto um regime de precedências):

Formação em competências digitais;
Formação em competências pedagógicas e profissionais com TIC;
Formação em competências avançadas em TIC na educação.
Também o processo de certificação em competências TIC está estruturado em três níveis:
Em competências digitais;
Em competências pedagógicas e profissionais com TIC;
Em competências avançadas em TIC na educação.

A atribuição dos certificados compete aos directores dos centros de formação de associações de escolas. Para o efeito, os professores devem requerer ao director do agrupamento ou estabelecimento de ensino, onde exercem funções, a emissão do respectivo certificado. (...)

(In Portal da Educação)

Terça-feira, 7 de Julho de 2009

OS EXAMES E A MATEMÁTICA



A média do exame nacional de Matemática A, 12.º ano, desceu de 12,5 para 10 valores, tendo mais do que duplicado a taxa de reprovação à disciplina, segundo dados do Ministério da Educação hoje divulgados.

Entre 2006 e 2008, a média nesta prova tinha subido de 7,3 para 12,5 valores, enquanto a média dos alunos internos melhorou em igual período de 8,1 para 14 e a percentagem de reprovação caiu de 29% para 7%.

Este ano, a média no exame dos estudantes internos, que frequentaram a disciplina durante todo o ano lectivo, foi de 11,7 valores e a taxa de reprovação subiu para os 15%.Na prova de Matemática B, 10.º/11.º ou 11.º/12.º, a média desceu um valor, de 11,4 para 10,4, enquanto a taxa de reprovação à disciplina subiu, ligeiramente, de 7 para 10 por cento.

Na Matemática Aplicada às Ciências Sociais, a média melhorou de 9,6 para 10,7, tendo por isso descido a percentagem de reprovações à disciplina (13% em 2008 contra 11% em 2009). (...)

(In Educare.pt)


Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

COLOCAÇÕES DA PRIMEIRA FASE


"Nesta primeira fase do concurso são colocados cerca de 30 mil professores, entre quadros de escola (QE), quadros de zona pedagógica (QZP) e professores contratados que obtiveram lugar de quadro de agrupamento (QA)", disse o secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, em conferência de imprensa hoje em Lisboa.

Segundo Valter Lemos, na segunda fase do concurso, até ao final de Agosto, "deverão ser colocados mais 38 mil professores, provenientes dos QZP e dos professores contratados".Este ano, os docentes são colocados por quatro anos lectivos, quando até ao concurso de 2006 foram colocados por três anos. (...)

O governante realçou que a partir do início do ano escolar e até final de Dezembro "devem ser colocados cerca de 12 mil professores e depois, através da contratação das escolas durante todo o ano, deverão ser contratados cerca de 15 mil professores, um pouco mais do que os que existem neste momento, que são pouco mais de 33 mil".O secretário de Estado sublinhou que, pela primeira vez, todas as escolas do primeiro ciclo têm este ano pelo menos um professor para necessidades de apoio educativo. (...)

Domingo, 5 de Julho de 2009

JÚRI DE CERTIFICAÇÃO


A Agência Nacional para a Qualificação, I.P. (ANQ) apresenta, no dia 7 de Julho, pelas 14h45, na Fundação Calouste Gulbenkian - Auditório 2, em Lisboa, a publicação "A sessão de júri de certificação: momentos, actores, instrumentos - roteiro metodológico".
De acordo com o programa, este evento será aberto por Maria do Carmo Gomes, Vice-Presidente da ANQ. Seguir-se-á uma intervenção de enquadramento e de apresentação da publicação da autoria de Maria Francisca Simões (Directora do Departamento de Coordenação e Gestão da Rede de Centros Novas Oportunidades da ANQ) e de João Lima (avaliador externo).
A título de comentário, Artur Dagge, avaliador externo, desenvolverá o tema "A identidade e o papel do avaliador externo nos processos de RVCC". O encerramento estará a cargo de Luís Capucha, Presidente da ANQ.Esta sessão tem como destinatários prioritários os membros das equipas técnico-pedagógicas dos Centros Novas Oportunidades e avaliadores externos que deverão confirmar presença, até ao dia 6 de Julho, através do e-mail sec.dcno@anq.gov.pt
A publicação "A sessão de júri de certificação: momentos, actores, instrumentos - roteiro metodológico" tem como objectivo contribuir para o reforço da qualidade e rigor técnico da etapa de certificação, nomeadamente da realização da sessão de júri de certificação dos processos de reconhecimento, validação e certificação de competências.

(In ANQ)

O GÉNIO MUSICAL!




























































































(In Blog Humorgrafe)

Sábado, 4 de Julho de 2009

AS ESCOLAS ESTÃO ENCERRADAS?!...



A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, anunciou hoje que está a elaborar com o Ministério da Saúde um plano de prevenção para as escolas para responder a eventuais casos de gripe A H1N1.Maria de Lurdes Rodrigues comentava o alerta do presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais, divulgado hoje pelo “Diário de Notícias”, de que "muitas escolas não reunirão as condições básicas" de higiene para cumprir as orientações dadas pelo Ministério da Educação para a prevenção da Gripe A H1N1. Segundo Albino Almeida, "há escolas em que não há dispensador de sabão e toalhas ou aquecedor de mãos nas casas de banho".
"Estamos a trabalhar com o Ministério da Saúde justamente nesse sentido de ter um plano de prevenção e de preparação das escolas para o mês de Setembro", avançou a ministra, à margem das Jornadas sobre a autonomia das escolas públicas em Portugal, que está a decorrer em Lisboa. A ministra lembrou que as escolas estão encerradas, mas que os dois ministérios estão a trabalhar em conjunto em muitas áreas de intervenção para que no início do ano lectivo o plano esteja concluído. (...)

Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

RISCOS NO USO DA NET PELAS CRIANÇAS


Portugal é um dos países apontados pelo projecto europeu "EU Kids OnLine" como prioritário para acções de sensibilização que reduzam os riscos do uso da Internet pelas crianças.
O relatório final deste projecto europeu, que será apresentado sexta-feira numa conferência em Lisboa, indica que o número de crianças e jovens portugueses que utilizam a Internet continua a crescer, em idades cada vez mais baixas, acentuando a diferença em relação aos pais utilizadores.

Cristina Ponte, professora na Universidade Nova de Lisboa e coordenadora da equipa nacional do projecto "EU Kids Online", defende que no momento em que Portugal assiste à distribuição de computadores ao nível escolar é altura de apostar também em políticas de segurança.

(In Sapo.pt)

Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

DOZE ANOS NA ESCOLA



A proposta de lei do Governo para o alargamento da escolaridade obrigatória até aos 12 anos e universalidade do pré-escolar aos cinco anos acaba de ser votada na especialidade na Comissão de Educação da Assembleia da República, depois de o assunto ter sido aprovado em meados de Junho. O diploma governamental torna assim obrigatória a frequência de ensino ou de formação até aos 18 anos de idade, mesmo para os jovens que já se encontrem no mercado de trabalho.(...)


O Conselho Nacional de Educação (CNE) já se tinha pronunciado sobre a matéria, recomendando que a questão das idades deverá ser harmonizada para que a escolaridade obrigatória até aos 18 anos não seja "um mero acto formal, sem incidência real na formação dos jovens". O CNE concorda com o alargamento da escolaridade, mas alerta para a discrepância entre o limite da idade para a escolaridade obrigatória, 18 anos, e os 16 anos para começar a trabalhar. Perante este cenário, o número de trabalhadores-estudantes poderá aumentar e será então necessário criar mais formações no ensino nocturno.(...)



(In Educare.pt)

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

BOLETIM DOS PROFESSORES Nº 16


O Boletim dos Professores n.º 16, distribuído por todos os docentes, incide sobre os projectos pedagógicos realizados nas escolas do 1.º ciclo, tirando partido das novas tecnologias da informação e da comunicação (TIC), recorrendo ao portátil Magalhães. (...)


São dez casos de professores e de escolas que, neste ano lectivo, à semelhança de muitos outros professores e muitas outras escolas, apostaram nas novas tecnologias, recorrendo ao Magalhães, para prepararem os seus alunos para o mundo actual, incidindo sobre os conhecimentos previstos no currículo.



O EXEMPLO DO MODESTO PAÍS PARA LÁ DO ATLÂNTICO


No presente, as políticas ocidentais para a educação não são, pelo menos no papel, substancialmente diferentes de país para país.Tais políticas assentam num conjunto de pressupostos sobre o ensino e a aprendizagem, daí que quem o siga tenda a ver a realidade com os mesmos olhos, independente de ser português, espanhol, americano, ou canadiano.
Isto a propósito da opinião elogiosa que um especialista em tecnologia da Universidade de Toronto, de seu nome Don Tapscott, publicou num blogue sobre o sistema de ensino português, depois de ter visitado, em Abril, o nosso "modesto país para lá do Atlântico".
Escreveu ele que estamos a investir na "criação de um novo modelo de ensino", tendo-se pronunciado, em particular, sobre uma das medidas que o concretizam e que teve oportunidade de observar directamente: o uso de computadores individuais em sala de aula.
Há duas ou três afirmações deste especialista que, além de recorrentes, me parecem preocupantes.Uma delas é a seguinte:
“Teachers facing a classroom of kids with laptops need to learn that they are no longer the expert in their domain; the Internet is”.
(“Os professores que se deparam com uma sala de aulas cujos miúdos têm computadores portáteis precisam de aprender que já não são os especialistas no seu domínio: a Internet é que é".)
Ao contrário, entendo eu que os professores, independentemente dos recursos que têm à sua disposição, não podem abdicar do papel de especialistas no seu domínio. A Internet não substitui os professores, porque são estes, e não a Internet, que têm a incumbência de educar formalmente. Aos professores cabe levar os alunos a adquirirem os conhecimentos e a desenvolverem as capacidades que constam nos currículos e programas. Para tanto, devem recorrer a estratégias pedagógico-didácticas que a investigação indica como eficazes, mas de acordo com as especificidades da escola, da turma e dos alunos.Outra afirmação é a seguinte:
“The teacher directed the kids to an astronomy blog with a beautiful color image of a rotating solar system on the screen. “Now,” said the teacher, “Who knows what the equinox is?” Nobody knew. “Alright, why don’t you find out?”. The chattering began, as the children clustered together to figure out what an equinox was. Then one group lept up and waved their hands. They found it! They then proceeded to explain the idea to their classmates."
("O professor direccionou os alunos para um blogue de astronomia (…) “Agora”, disse o professor, “Quem sabe o que é um equinócio?". Ninguém sabia. “Muito bem, porque é que não descobrem?”. A tagarelice começou assim que os alunos se juntaram para resolver a questão … Um grupo levantou as mãos. Encontraram a resposta! Então, explicaram a sua ideia aos seus colegas".)
Esta estratégia, que consiste em levar os alunos a pesquisar a partir de uma questão, pode e deve ser usada em contexto de sala de aula, mas tem de ser sempre controlada directamente pelo professor, que tem por obrigação assegurar-se previamante que os alunos dispõem de bases para encontrar as respostas, que recolhem o conhecimento certo, que a explicação que fazem aos colegas vai no mesmo sentido e que os colegas a entenderam. Mais, esta estratégia é uma entre outras, pois direcciona-se para o desenvolvimento de certas capacidades, não para todas. Além disso, o tempo dispendido com ela não se compadece com a fluidez requerida pelo ensino.Uma terceira afirmação é a seguinte:
“They were collaborating. They were working at their own pace. They barely noticed the technology, the much-vaunted laptop. It was like air to them. But it changed the relationship they had with their teacher. Instead of fidgeting in their chairs while the teacher lectures and scrawls some notes on the blackboard, they were the explorers, the discoverers, and the teacher was their helpful guide.”
("Estavam a colaborar. Estavam a trabalhar ao seu próprio ritmo. Parece que não davam conta da tecnologia, do muito falado computador portátil. Era como ar para eles. Mas mudou a relação que tinham com o seu professor. Em vez de se agitarem nas suas cadeiras enquanto o professor explicava e escrevia apontamentos no quadro, exploravam, descobriam, tendo o professor como guia".)
Vejo neste discurso antiquíssimo (a diferença aqui situa-se apenas no recurso em questão) o grande perigo de se entender a aprendizagem de maneira mais ou menos desligada do ensino, pressupondo-se que o aluno sabe o que deve aprender, quando e como deve aprender, sendo capaz, por si só ou cooperativamente, de descobrir todo o conhecimento e de desenvolver todas as capacidades que estão determinadas nos documentos curriculares. Entendo que o papel do professor não pode reduzir-se ao de guia, ainda que em alguns momentos o possa ser, pois é a ele que cabe a direcção da aula, mesmo quando dá possibilidade aos alunos de desenvolverem trabalhos de pesquisa. Desta passagem parece também depreender-se que a explicação do professor e o uso do quadro são estratégias opostas ao uso do computador e, como tal, desaconselhadas.
Ora, não são uma coisa nem outra: as estratégias e os recursos educativos podem ser ou não eficazes, dependendo do modo como se utilizam.A finalizar saliento a recomendação que Don Tapscott faz ao presidente dos Estados Unidos da América: "Quer resolver os problemas das escolas? Olhe para Portugal!".
Tenho esperança que, caso o presidente Obama leia o artigo, perceba duas coisas:
Primeira: Que a observação que Don Tapscott fez do ensino em Portugal foi pontual e reduziu-se a um número muito limitado de salas de aulas, se não, mesmo a uma só. E que essa observação não teve um suporte teórico e metodológico que fosse além do senso-comum. Logo, não é uma observação que permita fazer generalizações, ainda mais quando se trata de resolver os problemas dum quadro educativo tão complexo como é o dos Estados Unidos.
Segunda: Que como ele próprio afirma "os estudos sobre o impacto dos computadores na escola têm sido inconclusivos ou pouco discriminativos. Um problema-chave é que simplesmente apetrechar as escolas com computadores não é suficiente".Sobre este assunto veja-se o lúcido texto de Ana Soares, intitulado: Novas tecnologias na sala de aula, publicado aqui.
Helena Damião
Consultora do CFIAP

Domingo, 28 de Junho de 2009

CHUVA DE VERÃO...


Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

PORQUE É QUE A EDUCAÇÃO É UM PROBLEMA DIFÍCIL?


Quanto se muda alguma coisa no sistema de ensino, quando acontece um incidente numa escola, quando há exames nacionais ou internacionais, quando um responsável pelas políticas educativas se pronuncia publicamente acerca das mesmas, muitas pessoas interrogam-se cerca dos princípios pedagógicos que norteiam a educação, da cientificidade das decisões que se tomam, dos resultados que se obtêm em termos de aprendizagem.

Neste final de ano lectivo têm sido retomadas interrogações antigas, sem que se vislumbre, mais um vez, uma convergência de respostas.

Pensando no assunto, lembrei-me do pedagogo espanhol J. Quintana Cabanas que, a abrir o livro Eduquemos mejor: guia para padres y profesores,
põe a seguinte pergunta: "Porque é que a educação é um problema difícil?"A sua opinião é a seguinte:
“A dificuldade para chegar à fórmula correcta da boa educação é uma experiência quotidiana, a distintos níveis: em casa, é frequente o pai e a mãe não encontrarem um acordo sobre a aplicação de certas sanções aos filhos ou de os pôr ou não num colégio religioso; na escola, nem todos os professores compartilham o mesmo ideário educativo; esses professores queixam-se habitualmente de que os princípios educativos que consideram convenientes não são os mesmos que orientam muitas famílias; esses mesmos professores às vezes julgam inoportunas ou nefastas certas directrizes introduzidas no sistema educativo; e como se tudo isto não bastasse, ao nível teórico defendem o que outros condenam; e isto é uma dialéctica histórica que se assemelha à dos filósofos, sucedendo-se umas doutrinas a outras, mesmo as mais inverosímeis, parecendo impossível chegar à “verdade objectiva”, à norma da boa educação. (...)
Helena Damião (In Blog Rerum Natura)
Consultora do CFIAP

PROFESSOR BIBLIOTECÁRIO



O Ministério da Educação (ME) definiu um perfil específico para o cargo de professor bibliotecário, ao qual cabe a gestão da equipa da biblioteca escolar da escola ou do conjunto das bibliotecas do agrupamento, contando, para o efeito, com o apoio da equipa da biblioteca escolar.(...)

Os docentes designados para o exercício das funções de professor bibliotecário têm de pertencer aos quadros de escola, de ter formação na área das bibliotecas escolares ou das tecnologias da informação e da comunicação (TIC), de ter experiência nas bibliotecas escolares e de manifestar interesse no desempenho do cargo.
Para o exercício das respectivas funções, o professor bibliotecário é dispensado da componente lectiva, excepto se o número de alunos matriculados na escola ou no agrupamento for inferior a 400, caso em que está prevista a redução da componente lectiva em 13 horas.

Em cada agrupamento ou escola, é criada uma equipa que coadjuva os professores bibliotecários, para a qual cabe ao director designar os docentes que possuam as competências adequadas às funções a desempenhar.
O processo de designação dos professores bibliotecários é realizado internamente pelos agrupamentos ou pelas escolas, até ao final de Junho.(...)

(In Portal da Educação)

Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

CALENDÁRIO ESCOLAR


O próximo ano lectivo começa entre 10 e 15 de Setembro para os alunos do ensino básico e secundário, segundo o calendário escolar 2009/2010 divulgado esta quinta-feira pelo Ministério da Educação, refere a Lusa.
O calendário escolar para o ano lectivo 2009/2010, que aguarda publicação no Diário da República, prevê ainda que as actividades do pré-escolar se iniciem entre 9 e 15 de Setembro.
Para os alunos dos 9.º, 11.º e 12.º anos, que têm de realizar exames nacionais, as aulas terminam a partir de 8 de Junho de 2010, enquanto os restantes entram de férias a partir de 18 de Junho. (...)

Para as interrupções lectivas, as chamadas férias de Natal, Carnaval e Páscoa, estão previstas as seguintes datas: de 19 de Dezembro de 2009 a 03 de Janeiro de 2010, de 15 a 17 de Fevereiro, e de 27 de Março a 11 de Abril.
As actividades educativas nos estabelecimentos do ensino pré-escolar terminam entre 5 e 9 de Julho de 2010. (...)

No dia 11 de Setembro, as escolas e os agrupamentos do Ensino Secundário «deverão promover, envolvendo a respectiva comunidade educativa, uma acção formal de entrega dos certificados e dos diplomas aos alunos que, no ano lectivo anterior, tenham terminado» esta etapa, refere o ME.


TAMANHO INTERESSA...


Quando aquilo que resta de um animal pré-histórico não é muito, os paleontólogos têm de fazer estimativas em relação ao seu tamanho. Recorrem por isso a ossos como o fémur e o úmero, como pilares para um modelo estatístico.

Mas, segundo um cientista norte-americano, os dinossauros estão a ser sobredimensionados. Afinal, podem não ter sido tão grandes como se pensava.
"Os paleontólogos usam há 25 anos um modelo estatístico para estimar o peso do corpo dos dinossauros gigantes e outros grandes animais extintos. Contudo, ao voltar a analisar a referência original, mostramos que os modelos estatísticos têm falhas graves e que provavelmente os dinossauros gigantes pesavam apenas metade do suposto", indicou Gary Packard, da Universidade Estadual do Colorado (EUA). O estudo foi publicado na revista Journal of Zoology. (...)

(In Diário de Notícias)

Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

FORMAÇÃO ÉTICO-DEONTOLÓGICA DE PROFESSORES



A formação ética dos profesores é apenas uma dimensão da sua formação geral e deve ser coerente com os princípios filosóficos, epistemológicos e científicos que a orientam, os quais, embora raramente explicitados nos programas de formação, transmitem visões diferentes do mundo, do homem, da sociedade e da escola.

Apontam, portanto, para diferentes concepções de profissionalismo que estão patentes quando se examinam as tipologias de modelos construídas como, por exemplo, a de Zeichner (1983) e as inerentes concepções sobre o sujeito e o seu lugar na formação.

Mais especificamente no domínio da ética, Sockett (2008) esbça quatro tipos de profissionalismo e, portanto de docente enquanto profissional: o escolar enfatiza o papel primordial do conhecimento e da sua transposição didáctica enquanto elementos formadores do espírito e gerador de virtudes; o "maternal" (nurture profissional) tem como foco o desenvolvimento do indivíduo, submetendo o conhecimento à afectividade e ao cuidado (care); o clínico, assente na investigação científica educacional, valoriza como objectivos educacionais a socialização numa sociedade democrática e a justiça social; o agente moral, vê o ensino como actividade moral pois prossegue o desenvolvimento do outro, e, seguindo a tradição aristotélica, associa os conteúdos com a moral e as virtudes intelectuais.

Como o autor alerta, cada modelo pode originar diferentes teorias e práticas. Contudo, julgamos que não se poderão considerar modelos mutuamente exclusivos. Por outro lado, apesar das divergências dos diferentes modelos e dos seus pressupostos conceptuais, tem ganho espaço a afirmação de uma orientação reflexiva da formação e do valor formativo das situações de trabalho. (...)

( T. Estrela e Maria Rosa Afonso, in Noesis nº 77)

Terça-feira, 23 de Junho de 2009

SEMINÁRIO - NOVOS DIRECTORES ESCOLARES



O Decreto -Lei n.º 75/2008, de 22 de Abril, estabeleceu o regime de autonomia, administração e gestão dos estabelecimentos públicos da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário. Entre as principais alterações introduzidas neste novo regime salienta-se a generalização do cargo unipessoal do director.
O desafio que agora é colocado aos novos directores das escolas, num cargo que ocuparão por quatro anos, é o de planear estrategicamente a melhoria sustentada da organização que irão liderar para que, ao longo desse período, possam angariar dados que validem e ajudem a pilotar essa melhoria.
Neste Seminário irão ser abordadas problemáticas que se prendem com a gestão das escolas portuguesas, tentando proporcionar um debate sobre da importância da qualidade e da melhoria nas organizações educativas aos níveis europeu, nacional e local.

BULLYING


Especialista diz que pelo menos dois milhões de crianças são vítimas deste tipo de violência na Europa.
O "bullying" é uma guerra silenciosa que atinge muitos lares portugueses e "arruína a vida" de cerca de 40 mil crianças, com elevados custos para o Estado, segundo o director de uma associação de pais cristãos holandesa. (...)


Segundo o responsável, estas crianças que foram vítimas graves deste tipo de violência e que tiveram de repetir um ano na escola representaram um custo médio para o Estado de nove mil euros.
Por outro lado, acrescentou, uma criança vítima de bullying irá enfrentar muitos problemas durante a vida: desde distúrbios na alimentação, desemprego, problemas de relações humanas, o medo de terem os seus próprios filhos e um elevado risco de suicídio como resultados destes traumas.
"Os efeitos de bullying são graves e causam falta de auto estima. As pessoas sentem-se insignificantes e sem valor", comentou. (...)

TESTES DE SIDA NAS ESCOLAS



Cinco unidades móveis do Instituto Português da Juventude (IPJ) vão a partir de Setembro distribuir preservativos e fazer rastreios ao VIH a jovens dos 12 aos 25 anos em escolas, discotecas e festivais de música, adiantou ao DN Susana Ramos, uma das coordenadoras do projecto. Mas a possibilidade de se fazerem análises de despiste da sida a menores de idade sem o consentimento dos pais não reúne consensos, entre médicos e pais.

"As unidades móveis vão fazer rastreios, baseados na confidencialidade. Um jovem que sinta necessidade pode fazer o rastreio de total confidencialidade sem correr o risco de se cruzar com os pais ou um vizinho", explica Susana Ramos, vice-presidente do IPJ, acrescentando que vão ser organizadas palestras e sessões de esclarecimento. Em Portugal, segundo a Comissão Nacional para o VIH, há 281 infectados até aos 19 anos.(...)

Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

PORTAL DAS ESCOLAS


Chama-se Portal das Escolas. E está em funcionamento a partir de hoje.

O Ministério da Educação considera-o "um dos projectos-chave do Plano Tecnológico da Educação". A ministra Maria de Lurdes Rodrigues descreve-o como uma ferramenta para melhorar “as condições de ensino e de aprendizagem para professores e alunos”.


A apresentação do Portal das Escolas (https://www.portaldasescolas.pt ) aconteceu esta manhã, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. Além de conteúdos educativos, promete-se informação “relevante sobre todas as escolas do país”. A saber: localização, contactos, órgãos de gestão, história e oferta educativa. (...)


(In Público.pt)

Domingo, 21 de Junho de 2009

TERÇAS-FEIRAS DE MINERVA


Ciclo de Conferências nas "Terças-Feiras de Minerva"




Realiza-se no próximo dia 23 de Junho, pelas 18h15, a décima quinta sessão do ciclo


"O dever de educar para a História"


Esta sessão é dedicada ao dever de educar para a História, que muito dizem negligenciado, aligeirado ou, mesmo, afastado do ensino actual. Terá razão quem assim opina? Se sim, que razões justificarão este estado? Que consequências advirão para as novas gerações do desconhecimento histórico? E, qual a função social da História no Mundo de hoje?
O convidado é João Gouveia Monteiro, professor de História da Universidade de Coimbra, Director do Instituto de História e Teoria das Ideias e Director da Imprensa da Universidade de Coimbra.
Na Livraria Minerva (Rua de Macau, n.º 52 - Bairro Norton de Matos) em Coimbra.
A próxima sessão é a sessão de encerramento do ciclo durante Julho (a marcar).
As sessões deste ciclo estão abertas ao público (com certificado de presença).
A organização é de Helena Damião, João Boavida, Isabel de Carvalho Garcia, Mónica Vieira e Aurora Viães.


Sábado, 20 de Junho de 2009

MAIS SIMPLEX



A ministra da Educação admite prolongar, por mais um ano lectivo, o modelo simplificado de avaliação de professores, aprovado pelo Governo em Janeiro deste ano. Já o adiamento do processo continua a ser rejeitado "categoricamente".

A disponibilidade para manter o Simplex surge numa resposta de Maria de Lurdes Rodrigues ao Conselho Científico para a Avaliação dos Professores (CCAP), a propósito de um relatório em que este órgão consultivo alerta para a "perturbação" e "desmotivação" que a avaliação causou em muitas escolas.

No documento, a ministra pede ao CCAP para se pronunciar sobre duas possibilidades: manter o 'modelo transitório, que deveria vigorar apenas até ao fim deste ano lectivo; ou reactivar o regime de avaliação docente aprovado em 2007 e 2008, retomando a obrigatoriedade das aulas assistidas, as sanções para desempenhos negativos, e itens de classificação polémicos, como as notas e a assiduidade dos alunos. (...)

AVALIADORES: NEM PREPARADOS, NEM À VONTADE...



Três em cada dez professores (28 por cento) das escolas acompanhadas pelo Conselho Científico para a Avaliação dos Professores foram avaliados por um colega de uma área disciplinar diferente da sua, sendo que os avaliadores, no geral, não se sentiram “preparados nem à vontade” para essa função.Esta é uma das conclusões constante no relatório de acompanhamento e monitorização do CCAP, realizado através de visitas e estudos a 30 estabelecimentos de ensino e divulgado hoje pelo Ministério da Educação. “Em média, 72 por cento dos avaliadores pertence à mesma área disciplinar do avaliado e 28 por cento, em média, será avaliado por um avaliador de outra área disciplinar. No entanto, a situação nas escolas é diferenciada, uma vez que em cinco a maioria dos avaliadores não pertence à área disciplinar do avaliado”, lê-se no relatório. Segundo o CCAP, o não reconhecimento de legitimidade a muitos avaliadores é um aspecto que reúne a maioria da opinião dos informantes das 30 escolas associadas. (...)

Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

1ª FEIRA DO MUNDO RURAL


A 1ª. Feira do Mundo Rural, localizada no Parque dos Abadinhos, em Águeda, foi ontem oficialmente inaugurada pelo presidente da Câmara, Gil Nadais. Mostra cerca de 1600 animais de várias espécies.
O Parque dos Abadinhos transformou-se numa verdadeira quinta rural e é assim que estão presentes cerca de 1600 animais, pertencentes às diversas espécies pecuárias portuguesas como galináceos, palmípedes, outras aves, bovinos Holstein, bovinos raça autóctones, bovinos raça brava, ovinos, caprinos, equinos, asininos, entre outros. Animais que durante a história da agricultura sempre conviveram de perto com o Homem, nas mais diversas funções, desde a sua utilização como meios de trabalho, alimentação ou puro lazer.
O certame tem um espaço dedicado aos mais pequenos, e que tem recebido a presença de várias crianças das escolas do Concelho, aqui estão previstas muitas surpresas e muitos brindes à mistura. Um desses espaços é o “Bar do Leite”, que ensina aos mais pequenos algumas coisas sobre o leite e promove os produtos nacionais.
No dia da inauguração, foi também apresentado o “Movimento Mais PT”, que tem como objectivo lutar pela defesa dos produtos nacionais. Além de toda a temática educativa e cultural, na 1ª. Feira do Mundo Rural pode assistir a provas de arte equestre e ao II Concurso da Raça Holstein Centro, que promete ser o ponto alto da feira.

(In Soberania do Povo)

RELATÓRIO DO CCAP


O Conselho Científico para a Avaliação de Professores (CCAP) entregou à ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, o seu relatório sobre o acompanhamento e a monitorização da avaliação do desempenho docente bem como várias recomendações.
Aprovados por unanimidade em reunião do CCAP, em 8 de Junho último, estes documentos resultam tanto da reflexão feita pelos seus membros como pelas visitas que realizaram a um conjunto de escolas.
Estes documentos, bem como outros, estão disponíveis na página electrónica do CCAP, em
www.ccap.min-edu.pt .

Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

É PRECISO APROVEITAR AS TIC




Os professores devem abrir-se às novas tecnologias e introduzi-las nas suas práticas pedagógicas, para evitar um hiato entre a escola e os alunos, alertou Roberto Carneiro, ex-ministro da Educação, à agência Lusa.
Roberto Carneiro falava a propósito do Fórum de Lisboa sobre Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) e Inovação na Educação, que decorre hoje e amanhã no Centro de Congressos da capital e no qual participa como moderador.

"É preciso que os professores se abram às novas tecnologias, que não tenham medo delas e as introduzam plenamente nas suas práticas pedagógicas, para que não haja um hiato, como se verifica muitas vezes, entre uma escola analógica, do século XX, e os alunos do século XXI", sublinhou.

O professor da Universidade Católica Portuguesa considera que "as novas gerações são nativas da tecnologia, nascem já aptas, não são emigrantes como os mais velhos e não têm grande dificuldade no acesso e uso das ferramentas tecnológicas".

"A questão é se usam as tecnologias de forma regrada, de forma sábia, e se as conseguem aproveitar ao máximo numa perspectiva de aprendizagem, para a educação", acrescentou o docente, que criou e coordena uma variante em Comunicação Digital e Interactiva na licenciatura em Comunicação Social da Universidade Católica. (...)

(In Educare.pt)

Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

AMBIENTES EFICAZES



Foi demonstrado que o ambiente da sala de aula não só afecta os resultados e a realização dos alunos, como é também uma questão de política proeminente nalguns países e regiões. As acções dos alunos na sala de aula e a criação de um ambiente de aprendizagem seguro e produtivo são importantes para muitas escolas e podem constituir uma dimensão difícil do trabalho dos professores. Por exemplo, o TALIS descobriu que, na maioria dos países, um em cada quatro professores perde pelo menos 30% do tempo de aula com estes dois factores e alguns professores perdem mais de metade.

Para além disto, nos vários países, 60% dos professores encontram-se em escolas cujos directores/presidentes comunicam que os distúrbios na sala de aula prejudicam a aprendizagem. Em todos os países, isto constitui um problema numa proporção de escolas relativamente elevada e coloca um desafio significativo para uma aprendizagem eficaz.

(In OECD, Talis)

Terça-feira, 16 de Junho de 2009

RELATÓRIO TALIS


A OCDE considerou hoje Portugal um caso "preocupante" para as "carreiras e vidas profissionais dos professores" por falta de um sistema de avaliação de desempenho dos docentes, segundo um relatório divulgado pelo Ministério da Educação.

A conclusão faz parte do relatório TALIS (Teaching and Learning International Survey) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), que fez um estudo comparativo das condições de trabalho e do ambiente de ensino e aprendizagem em escolas de 23 países, que decorreu entre Março e Maio de 2003 e Março e Maio de 2008.

O estudo, realizado com o apoio da Comissão Europeia, abrange 23 países participantes: Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica (Comunidade flamenga), Brasil, Bulgária, Dinamarca, Estónia, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Coréia, Lituânia, Malásia, Malta, México, Noruega, Polónia, Portugal, Eslováquia, Eslovénia, Espanha e Turquia.
Em cada país, foram seleccionadas, aleatoriamente, cerca de 200 escolas e, em cada escola um questionário foi preenchido pela escola e outro por 20 professores seleccionados aleatoriamente.

Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

AVALIAÇÃO EXTERNA



A IGE prevê realizar, no ano lectivo de 2009/2010, a avaliação de 300 escolas, com a seguinte distribuição regional: Norte, 102; Centro, 64; Lisboa e Vale do Tejo, 92; Alentejo, 24; e Algarve, 18.
As escolas podem apresentar a sua candidatura à participação nesta actividade, no próximo ano lectivo, até 30 de Junho, através do endereço
aval.externa@ige.min-edu.pt.

Até 17 de Julho, a IGE informará as escolas que forem seleccionadas e pedir-lhes-á que comecem a preparar documentação a apresentar.
A visita das equipas de avaliação externa aos agrupamentos e às escolas ocorrerá entre o início de Novembro de 2009 e meados de Maio de 2010, em consonância com o calendário escolar e de acordo com a disponibilidade de recursos.

Domingo, 14 de Junho de 2009

EXAMES NACIONAIS



A primeira fase dos exames vai desenrolar-se de 16 a 23 de Junho, altura em que são também postas à prova as capacidades das escolas de garantirem as condições adequadas à sua realização.
O sigilo das provas, elemento fundamental para assegurar a igualdade de oportunidades, deve ser garantido pelo secretariado da escola.
As provas são transportadas para as escolas por forças policiais, sendo os subscritos colocados num cofre do estabelecimento de ensino e entregues minutos antes do início do exame aos membros do secretariado.

"Só na hora definida para cada prova é que são abertos os sacos com a prova", avançou o presidente do Conselho das escolas, acrescentando que ao sigilo se segue a questão do anonimato: no final da prova é retirado o destacável que identifica o aluno, identificação essa então substituída por um número de código.
"Quando as provas vão para o agrupamento de exames, não há a identificação nem sequer da escola para garantir aos correctores que as provas são anónimas" e só no final do processo é reposto o nome do aluno, explicou Almeida dos Santos.


Durante a prova, os vigilantes - "professores definidos sala a sala e que não são da mesma área científica da prova" - não podem sair da sala ou ter meios de comunicação em sua posse.
"Não são só os alunos que não podem ter telemóvel, os professores também não podem", indicou este responsável escolar.
A viagem das provas, transportadas em sacos fechados, até aos correctores é de novo feita por agentes da polícia.


Mais de 156.000 alunos estão este ano inscritos na primeira fase dos exames nacionais do secundário. Serão realizadas 346.282 provas, mais 6,1 por cento do que em 2008, de acordo com os dados do Ministério da Educação.

(In RTP Notícias)

Sábado, 13 de Junho de 2009

HISTÓRIA DA @


A primeira vez que se escreveu a arroba (@) foi a 4 de Maio 1536, de acordo com o que noticia a agência «EFE». O símbolo que se utiliza agora em endereços de e-mail foi representado num documento mercantil enviado de Sevilha a Roma.

O
blog Visita Sevilla avançou com a informação do documento que foi escrito pelo comercial italiano Francesco Lapi. «Uma arroba de vinho, que é 1/13 de um barril, vale 70 ou 80 ducados», é, de acordo com o comercial, o que estava escrito na carta.

O documento foi descoberto pelo professor Giorgio Stabile, da Universidade de Sapieza.
A arroba é uma unidade de medida usada até há poucos anos e é a quarta parte de um quintal. A palavra vem do árabe «ar-roub» que significa quatro. A evolução do símbolo começou depois de os monges copistas a passarem para latim, ao escrever «ad», que significava em desenho um «6» reflectido e que se desenvolveu ao longo dos tempos no símbolo que conhecemos.
A relação com a internet tem a ver com o seu significado em inglês «at», tendo sido o símbolo popularizado nos anos 70 quando se inventou o correio electrónico. (...)

Sexta-feira, 12 de Junho de 2009

DIA MUNDIAL CONTRA O TRABALHO INFANTIL


Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

OS PROFESSORES TÊM QUE TRABALHAR MAIS?




Na entrevista que a jornalista Bárbara Wong fez à senhora presidente do Conselho Nacional da Educação encontro cinco passagens em que ela refere que os professores devem passar a trabalhar mais (aqui e aqui). Transcrevo-as:

- “Hoje em dia, temos mais capacidade para resolver problemas, mas para isso, os professores têm que trabalhar mais. Não podem ser só as famílias, embora estas sejam importantes.”
- “… os professores compreendam as dificuldades dos alunos, insistam e trabalhem muito. Isto é muito importante, para poder resolver, porque se não, os professores dão sempre mais do mesmo.”
- “O que proponho não é facilitismo, mas mais trabalho para os professores.”
- “O professor tem que ensinar mais e de outras maneiras.”
- “É preciso encontrar outra solução que é trabalhar mais e ir mudando os percursos.”

As considerações que, de seguida, faço são baseadas no conhecimento directo que tenho do trabalho de muitos professores com quem, por razões profissionais, contactei ao longo do ano lectivo que está a terminar. Tal conhecimento não é, portanto, científico, no sentido de poder apresentar dados fiáveis sobre o mesmo; é do foro da opinião e, portanto, vale o que vale.

1. Para quem não sabe, o horário dos professores é composto pelas componentes lectiva e não lectiva (desdobrando-se esta em duas componentes: não lectiva de trabalho a nível de estabelecimento e não lectiva de trabalho individual), remetendo, cada uma delas para inúmeras tarefas que todos os professores, sem excepção, têm de desempenhar. A senhora presidente do Conselho Nacional da Educação terá em mente que os professores trabalhem mais nas duas componentes ou só numa dela e, se for este o caso, em qual delas?

2. Neste momento, esses professores que conheço dizem-me, e eu acredito, que não podem trabalhar mais, que lhes é humanamente impossível acrescentar mais tempo e mais tarefas ao que já fazem.

3. Acresce que esses professores, por se importarem com as aprendizagens e com os seus alunos, denotam uma fadiga extrema e um desapontamento enorme por sentirem que, apesar de todos os seus esforços, não conseguiram, durante o ano, fazer o que acham que deviam ter feito: ensinar bem.

4. Esses professores também me manifestam perplexidade, porque, à semelhança da senhora presidente do Conselho Nacional da Educação, toda a gente lhes diz que têm de ensinar “de outras maneiras”, de “ir mudando os percursos”, como se se soubesse, obviamente, quais são eles. Porém, a verdade é que ninguém, por mais especialista que se apresente, se atreve a dizer quais são essas “outras maneiras”, esses “percursos” que se insinua resolverem os problemas com que os professores se confrontam no dia-a-dia.

Não, os professores não “têm que trabalhar mais”: os professores têm, sobretudo, de desempenhar menos tarefas burocráticas. E as tarefas que lhe são atribuídas têm de ser menos dispersas, e convergir para a função de ensino. Isto para que os professores possam trabalhar melhor.

Nota: O leitor que tenha curiosidade em conhecer melhor as funções que estão atríbuídas aos professores, deve consultar o Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro (Estatuto da Carreira Docente) e o Despacho n.º 19117/2008 de 17 de Julho (que orienta a elaboração dos horários dos docentes). Estes documentos, apenas darão uma pequena visão das totalidade de tarefas que os professores efectivamente desempenham.

Helena Damião
Consultora do CFIAP



Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

Aberto concurso para a 2.ª fase de candidatura (1 a 30 de Junho de 2009)
http://www.uc.pt/fpce/ensino/mestrados/MestrdEducacaoSociedadeConhecimento.pdf

do Mestrado em Ciências da Educação – Educação e Sociedade do Conhecimento

A iniciar no ano lectivo de 2009/2010

Na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra

Coordenação: Professora Doutora Maria das Dores Formosinho Simões

Elenco disciplinar:
- Teoria da Educação
- Análise multidisciplinar da sociedade de informação I e II
- Análise do discurso pedagógico contemporâneo
- Metodologia de investigação científica em educação I e II
- Questões éticas da contemporaneidade e educação
- Novos contextos cognitivos e processos de aprendizagem
- Opções

Mais informações: Gabinete de Estudos Pós-Graduados gepg <gepg@fpce.uc.pt>

Domingo, 7 de Junho de 2009

O TRABALHO DENTRO DA SALA DE AULA


Na entrevista referida em texto anterior, a senhora presidente do Conselho Nacional da Educação afirmou que é preciso “mudar o paradigma do trabalho dentro da sala aula”.

Para se fazer uma tal afirmação seria preciso, antes de mais, conhecer-se em pormenor esse mesmo paradigma.

Ora, tanto quanto sei, não dispomos desse conhecimento: haverá estudos de observação dispersos, filiados em múltiplas teorizações, que recorreram a estratégias e instrumentos de investigação diversos, e que incidem neste ou naquele ano, ciclo ou nível de escolaridade, nesta ou naquela área curricular ou aspecto de ensino e/ou de aprendizagem, mas daí a termos uma ideia completa e consistente do paradigma ou paradigmas de trabalho em sala de aula (pois nem sequer sabemos se há um ou vários…) vai uma grande distância.

De seguida, seria fundamental apontar o paradigma alternativo, o paradigma novo, que, com fundamento filosófico e científico, se nos afigure perfeito e que, portanto, se justificaria colocar em prática. Mas, dispomos nós de um novo modo de pensar e agir, susceptível de orientar o trabalho dentro da sala de aula? Tanto quanto sei, não existe: cada teorização, cada autor avança convictamente a sua proposta, não se podendo, porém, dizer que uma é, em absoluto, mais válida do que a outra.

De notar que uma "mudança paradigmática", se atendermos ao significado desta expressão, tem necessariamente de ser profunda, justificando-se, neste ponto, perguntar: o paradigma actual (a existir, claro) é completamente inadequado, de modo que urja a respectiva substituição?

Em vez do mais que habitual apelo à mudança-pela-mudança, não seria preferível que um organismo como o Conselho Nacional da Educação se empenhasse na análise alargada do ensino que tem, de facto, lugar em sala de aula, num estudo conduzido por princípios de objectividade e rigor, de modo que, em função dos dados obtidos, se pudesse identificar o que está certo (devendo ser recomendado) e errado (devendo ser mudado)?

Helena Damião
Consultora do CFIAP


ELEIÇÕES EUROPEIAS


Sábado, 6 de Junho de 2009

TV PAIS



A Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) prevê lançar um canal televisivo na Internet já no próximo ano lectivo, revelou hoje o presidente da estrutura. "Vamos tentar que a estação funcione já no próximo ano lectivo", disse Albino Almeida.

O dirigente referiu que a "TV Pais" servirá essencialmente para fazer a "capacitação parental" dos encarregados de educação, ou seja, para os ajudar a acompanhar melhor o processo educativo dos seus filhos. "Pessoas com provas dadas na Educação" serão convidadas a animar algumas emissões, segundo o presidente da Confap, que não adiantou nomes.

Para Albino Almeida, será desejável que os pais vejam a emissão de TV online nos computadores dos filhos, em "partilha".(...)



(In Público.pt)

Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

AS ESCOLAS NÃO PREPARAM OS PROFESSORES


Ana Maria Bettencourt admite que o ensino superior não tem preparado os professores para responder aos desafios que os alunos com dificuldades colocam. É preciso mais investimento em formação contínua, recomenda.

Os professores estão motivados para trabalhar de uma maneira diferente?

Os professores estão muito interessados em fazer o melhor. A formação contínua é muito importante para motivar as pessoas, a escola tem que ser um pólo de pensamento, de reflexão das aprendizagens, dos resultados, dos projectos e acredito que há grande motivação.

Concorda com as as críticas que têm sido feitas à formação inicial?

As escolas superiores não prepararam os professores para o mundo complexo que é a educação. Não posso generalizar, mas todos os professores que encontro no terreno não preparam bem os futuros professores para responder à diversidade e a diferenciação entre os alunos. Há um problema com a formação inicial e também com a contínua. Neste momento em que não precisamos tanto de formar novos professores, a formação contínua tem que ser a grande aposta. Os recursos da formação inicial devem ser canalizados para a contínua.

São exigidas mais competências à escola que não apenas a de ensinar?

As questões que vão bater à porta da escola são cada vez mais e são terríveis. É preciso mais parcerias com autarquias, associações, comissões de protecção de jovens e com os pais. (...)

(Entrevista com Ana Maria Bettencourt, no Público.pt)

CIÊNCIA E TECNOLOGIA


Depois da Finlândia, no ano passado, Portugal é, em 2009, o país convidado de honra do 5.º Salão Europeu de Investigação e Desenvolvimento, que hoje termina, em Paris. Ciências da vida, ciências do mar, robótica, soluções tecnológicas para simplificação de processos e novos produtos são alguns dos exemplos de modernidade que Portugal levou à Cidade das Luzes.


Robótica oceânica e o trabalho desenvolvido no estudo do fundo marinho, na Zona Económica Exclusiva, para a extensão da plataforma continental; o Alert, um novo sistema de gestão hospitalar, que já está a ser exportado; um outro para detecção automática de incêndios, ou ainda casos de inovação na biotecnologia. Estes são alguns dos exemplos de investigação, tecnologia e inovação desenvolvidas nos últimos anos em Portugal que estão em destaque no 5º Salão Europeu de I&D (Investigação e Desenvolvimento), que hoje termina em Paris, e no qual Portugal é o país convidado de honra. (...)




5 DE JUNHO: DIA MUNDIAL DO AMBIENTE











Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

EDUCAÇÃO SEXUAL NAS ESCOLAS


O parlamento aprovou hoje o diploma que estabelece o regime de aplicação da educação sexual em meio escolar, mas a oposição de esquerda criticou o PS de ter recuado na questão da distribuição gratuita de contraceptivos.

O texto final apresentado pela Comissão Parlamentar de Educação e Ciência, relativo ao projecto de lei do Governo, que estabelece o regime de aplicação da educação sexual em meio escolar foi aprovado pelo PS, PCP e PEV e recebeu votos contra do PSD, CDS-PP e dos deputados socialistas Matilde Sousa Franco, Teresa Venda e Maria Rosário Carneiro, enquanto o BE absteve-se.

Segundo o diploma hoje aprovado, no ano lectivo de 2009/2010 todos os agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas deverão ter em funcionamento gabinetes de apoio e informação e é a estes que cabe, em articulação com as unidades de saúde, assegurar "aos alunos o acesso aos meios contraceptivos adequados".


(In Sapo.pt)

Quarta-feira, 3 de Junho de 2009

PROJECTO DE AVALIAÇÃO EM REDE (PAR)

O projecto PAR é um projecto de uma rede de aprendentes no âmbito da auto-avaliação de escola. Assente numa lógica de habilitar os actores das escolas, o PAR tem como principal objectivo apoiar as equipas de auto-avaliação a desenvolver dispositivos úteis à construção e regulação das acções necessárias à melhoria da escola. No âmbito do PAR e sempre com o objectivo da partilha em rede, estão previstas actividades abertas, tais como, encontros temáticos com investigadores / especialistas.
2.º Encontro Temático

Abordagens Quantitativas e Qualitativas em Avaliação

sábado.27.06.09
Anfiteatro do Centro Multimedia
Instituto de Educação e Psicologia
Campus de Gualtar Universidade do Minho


Projecto de Avaliação em Rede


e-mail: proj.avaliacao.em.rede@gmail.com
url: http://sites.google.com/site/parencontrostematicos

Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

AVALIADORES SÓ COM ESPECIALIZAÇÃO


A senhora Ministra da Educação tem afirmado em diversas ocasiões que os professores sabem avaliar o desempenho docente. E isto porque avaliam os seus alunos e, portanto, sabem como a avaliação se processa; porque estão na escola e, portanto, têm conhecimento do ethos em que a avaliação ocorre; porque desenvolvem estratégias e instrumentos para concretizar as directrizes da tutela e, portanto, são parte activa na construção do modelo de avaliação; etc.
Ora, não é preciso ser-se muito entendido em matéria de pedagogia para se perceber que avaliar os professores não é a mesma coisa que avaliar os alunos, que a avaliação colegial pode ser (e geralmente é) uma enorme dor de cabeça, que as estratégias e instrumentos de avaliação requerem um referencial que não pode derivar apenas e só do entendimento de cada escola…
Parece que o Conselho Científico para a Avaliação dos Professores, depois de investigar, se pronunciou sobre o assunto. O seu presidente, Alexandre Ventura salientou ao Diário de Notícias que, entre vários problemas, muitos professores “alegam falta de experiência, pouco à vontade para apreciar o trabalho dos seus pares, que se reflecte no receio de que isso afecte o relacionamento interpessoal, ou falta de perfil” e que “alguns avaliados não reconhecerem competências pedagógicas aos avaliadores”.
Aqui ocorre-me uma pergunta: estes dados não seriam de prever? Mesmo sem investigação no contexto português, temos investigação suficiente que permite evitar o que aqui se refere.Esta pergunta sugere-me outra: a lógica não deveria ter sido: investigação, formação e aplicação, uma coisa depois da outra, em vez de aplicação, investigação enquanto se aplica, e formação depois e durante a aplicação?Só mais uma nota: recomenda este Conselho que os professores avaliadores façam formação em instituição de ensino superior, sendo que as acções de “algumas dezenas de horas não são suficientes para dotar os avaliadores das competências necessárias”.

Quem se pode opor a tal proposta? É claro que os professores, a terem de avaliar, devem saber o que fazer e como fazer, mas conseguirão arranjar tempo para mais esta formação, que se quer de médio ou longo duração?

Se conseguirem, até poderão ficar aptos para avaliar o ensino e para serem avaliados, mas como encontrarão disponibilidade e calma para concretizar a sua principal tarefa, que é, lembremos: preparar o ensino, ensinar e avaliar os alunos?

Helena Damião
Consultora do CFIAP

Domingo, 31 de Maio de 2009

BIG BEN HÁ 150 ANOS



Situa-se no edifício do Parlamento britânico e tornou-se, por mérito próprio, num ícone de Londres. Chama-se Big Ben e é um dos instrumentos mais imponentes para medir o tempo em todo o mundo. Foi inaugurado faz hoje 150 anos e deve a sua alcunha a uma homenagem ao responsável pelas Obras Públicas na Grã-Bretanha na época, Benjamin Hall.

Contra bombas, incêndios e avarias, tem marcado as horas desde 1859, sobrepondo-se até à eloquência dos deputados britânicos. Que continue a contar muitos e bons anos...
É antigo, é grande, faz barulho, é - muito - certinho. É o Big Ben, o relógio que há 150 anos dá as horas (as meias horas e os quartos de hora) na capital britânica, Londres.



O Big Ben é o símbolo da Inglaterra vitoriana que estende a sua sombra - e os seus sons - sobre uma Londres plenamente no século XXI e que hoje assinala século e meio de existência de forma discreta: está prevista apenas a inauguração de uma exposição. Esta é mesmo a única forma dos estrangeiros conhecerem o interior do relógio, já que não é permitida a visita a naturais de outros países. E mesmo os britânicos só podem visitá-lo, contactando o deputado da respectiva circunscrição eleitoral.

Escrevia ontem a Lusa, a partir de Londres, que o tempo médio de espera para uma visita pode ir até aos seis meses. E, mesmo no interior do edifício do relógio, a visita não será um passeio: o espaço é reduzido e até ao cimo são quase 400 degraus que se elevam até à altura dum edifício de 16 andares.
As medidas de segurança são, naturalmente, outro obstáculo, atendendo ao especial estatuto do edifício em que se encontra, o do Parlamento. Inicialmente, os membros do Parlamento não ficaram entusiasmados com a inauguração do Big Ben, os sons dos sinos e do carrilhão sobrepunham-se às artes oratórias dos tribunos britânicos. (...)

Sábado, 30 de Maio de 2009

PROFESSORES MANIFESTAM-SE EM LISBOA


A Federação de Professores estimou, este sábado, em 80 mil as pessoas que percorrem a Avenida da Liberdade na manifestação dos docentes convocada pelos sindicatos do sector, mas a PSP aponta para 55 mil.
Manuel Grilo, do secretariado da Fenprof, garantiu à Agência Lusa que 80 mil pessoas manifestam-se na Avenida da Liberdade, em Lisboa, percorrendo o trajecto Marquês de Pombal-Restauradores, em protesto contra a política educativa do Governo.

ALTERAÇÃO AO PF 2009 - ACÇÃO 1


A acção 1, inicialmente adiada para o próximo ano lectivo, não será realizada, dado não ter sido contemplada no plano de financiamento.

Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

POBREZA CIBERNAUTA


Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

O DIREITO DAS CRIANÇAS A SEREM PROTEGIDAS


Em 26 de Setembro de 1924 a Assembleia da, então, Liga das Nações enunciou o direito que toda a criança tem de ser protegida. Esse direito ficou reconhecido na Declaração de Genebra dos Direitos da Criança.

Passados 22 anos, em 1946, as Nações Unidas, acolheram uma recomendação para que a essa Declaração “obrigasse os povos” a reconhecer tal direito.

Em de 20 de Novembro de 1959, na Assembleia Geral das Nações Unidas, aprovou-se, por unanimidade, a Declaração dos Direitos da Criança, onde se plasmou, de modo inequívoco, “que a humanidade deve à criança o melhor de seus esforços”.

Em 20 de Novembro de 1989 foi adoptada também por unanimidade, e também na Assembleia Geral das Nações Unidas, a Convenção sobre os Direitos da Criança, a qual foi ratificada em Portugal em 21 de Setembro de 1990.

À luz da investigação psicológica, estes documentos têm pleno sentido, pois todos os estudos de carácter transversal (quando os sujeitos são observados num determinado momento) e longitudinal (quando os sujeitos são observados ao longo dum período de tempo alargado, que pode ser o tempo de vida), indicam, de modo inequívoco, a importância das relações precoces entre a criança e uma ou várias figuras adultas com características maternais, para a qualidade do seu estado físico, cognitivo, afectivo e social. A falta destas figuras ou a sua inadequação compromete, portanto, estas áreas de desenvolvimento.

De modo mais específico, tem-se apurado que esse comprometimento depende de vários factores internos e externos à criança, nomeadamente daqueles que se prendem com as suas próprias características e estado geral de saúde (algumas crianças são mais vulneráveis, outras mais resistentes), da idade em que são expostas a adversidades, do tempo de exposição, das condições materiais e relacionais que lhe são proporcionadas.

Tem-se apurado, também, que esse comprometimento pode ser mais ou menos pronunciado, mas ocorre sempre. E, mais: perdura ao longo da infância, da adolescência e da adultez. Ainda que se possa diluir ao longo da vida, caso as relações interpessoais sejam repostas a um nível aceitável, certas sequelas mantêm-se, traduzindo-se no défice de bem-estar físico e psicológico, na opção por percursos marginais, nas ligações ocasionais com outrem, e na própria incapacidade de se tornar pai ou mãe.

Ou seja, a razoabilidade e o conhecimento científico de que dispomos indicam-nos, de modo inequívoco, que, pelo facto de, como humanos, não nascermos terminados, temos uma obrigação: não só manter como reforçar a nossa Humanidade. Essa obrigação passa, antes do mais, por proteger o mais que for possível a infância e a juventude.

Os casos mediáticos, e aqueles que não o são, de crianças que, por motivos estranhos, se fazem passar de mão em mão, não podem deixar de nos interrogar: será que estamos, de facto, a mostrar a nossa Humanidade?
Helena Damião
Consultora do CFIAP

Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

ALTERAÇÃO AO INÍCIO DA ACÇÃO 9



A acção 9 - "O andebol em contexto escolar: do programa ao ensino do jogo" (Grupos 260 e 620)

vai iniciar no dia 13 de Junho, às 9horas, na Escola Secundária Adolfo Portela.

FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 12

ACÇÃO 12 - "A contabilidade de gestão como instrumento empresarial" (Grupos 430 e 530)

Efectivos:
(Inicia a 22 de Junho na Escola Secundária Adolfo Portela))

Anabela de Melo Soares Duarte
António Manuel Carvalho da Silva
António Manuel Oliveira Fazendeiro
Carla Sofia de Ornelas Resende Correia
Cristina Maria Marques Moura Coelho
Eurico Manuel Carreira Machado Costa
Isabel do Carmo Batista Gil
José António Alvelos Pacheco
José Carlos de Oliveira Carvalho
José Joaquim Ferreira da Cunha
José Manuel Neves Amaral
Maria Adosinda Rocha de Jesus Ribeiro
Maria da Glória Fernandes Abreu
Maria Irene Martinho de Almeida
Maria João Esteves Breda do Vale
Paula Alexandra da Costa Figueira
Rui Manuel dos Santos Marques
Sandra Manuela Pereira de Bastos Coutinho

FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 11

ACÇÃO 11 - "Sistema de Informação geográfica (SIG) no ensino" Grupo 420)

Efectivos:

(Inicia a 6 de Junho, na Escola Secundária Adolfo Portela)

Ana Paula Gonçalves Magalhães
Ângela Marta Silva Lobo
Aurea Neves Pinto Moreira
Carla Margarida da Silva Oliveira
Graça Maria Lebre Fernandes
João Carlos Henriques
José Luis Rolo Rodrigues Maia
Leonor Augusta Nunes Delgado Ferreira
Luís António Rosmaninho de Campos Bandarra
Margarida Rosa Nazaré de Oliveira
Maria Albina Alves Gonçalves
Maria Hermínia da Costa Duarte Simões
Maria Madalena Flores F. Cláudio
Mário José Fonseca Lopes
Nelson Manuel Caçoilo Vieira
Simone Silva dos Santos Tomé
Sónia Nunes Ferreira Simões
Susana Alexandra Sá Pinto
Vera Lúcia Ladeira

Terça-feira, 26 de Maio de 2009

DIA EUROPEU DOS VIZINHOS




Pedir um pacote de leite emprestado, deixar os filhos durante a tarde, pedir para regar as plantas num fim-de-semana, ou simplesmente dizer bom dia pela manhã. São comportamentos típicos entre vizinhos, pelo menos os de antigamente. Hoje em dia, os tempos trouxeram outro ritmo de vida que não incentiva a vizinhança.
Para fomentar uma sociedade mais sociável e solidária, foi criado o Dia Europeu dos Vizinhos, que se assinala hoje, terça-feira. A Federação Europeia de Solidariedade Local nomeou o Comité de Coordenação de Habitação Social para a organização da iniciativa em Portugal.

“O Dia Europeu dos Vizinhos foi um dia criado para minimizar alguns problemas da nossa sociedade como a indiferença, a perda dos valores sociais que as sociedades têm vindo a criar com o desenvolvimento”, diz Sandro Bernardo.(...)"
(in JPN)

O SABER ADQUIRIDO PELA EXPERIÊNCIA


“Ensinar é, antes de mais, fabricar artesanalmente os saberes, tornando-os ensináveis, exercitáveis e passíveis de avaliação no quadro de (…) um sistema de comunicação e trabalho.”
Philippe Perrenoud, 1993, 25.

Apesar de ter raízes antigas e de não ser inteiramente original, depois dos anos de 1980, um movimento que é conhecido por movimento da prática reflexiva tem-se afirmado com grande força em diversos sectores profissionais.
Este movimento, não sendo uno, no sentido em que defende um corpo bem delimitado de ideias, acentua a capacidade que todas as pessoas terão para observar, investigar, analisar, indagar, questionar, pensar autonomamente a sua acção, que tem lugar num determinado contexto e, em função da reflexão que fazem do mesmo – de modo individual ou colegial –, construírem saberes particulares ou, mais propriamente, “teorias práticas”.
Assim, expressões como prática reflexiva, desempenho reflexivo, formação reflexiva, acção reflexiva tornaram-se incontornáveis nos discursos académicos e oficiais sobre o ensino, estando presentes e ocupando um lugar de destaque nas mais diversas reformas educativas e programas de formação de professores. Essa presença encerra, porém, tanto de confusão conceptual como de entusiasmo aguerrido.
E é precisamente quando estes dois ingredientes se juntam, que emerge a ideia de que não é possível ensinar nada com carácter teórico a ninguém – no sentido de saber abstracto, fruto do apuramento de princípios, regras, procedimentos, leis, etc. –, e muito menos de modo teórico – ou seja, comunicando e integrando saber. Entende-se, ao contrário, que as pessoas só aprendem verdadeiramente de forma “artesanal”, ou seja se se confrontarem com a prática real, concreta, localizada, e com os problemas particulares que ela sugere, sendo que neste quadro, ao reflectirem, encontrarão as soluções, sempre únicas, específicas, para tais problemas.
Tal lógica indica que os bons profissionais, que resolvem problemas complexos e singulares, são aqueles que se regem por um conhecimento eminentemente tácito, que conseguem apurar e usar mas não conseguem explicar inteiramente e, muito menos, especificar. Por outro lado, ninguém do exterior ao um determinado ethos profissional pode ter a pretensão de alcançar o mesmo conhecimento e, nessa medida, de apresentar conhecimento que possa contribuir para a resolução de tais problemas. (...)
Helena Damião
Consultora do CFIAP

FOTOGRAFAR ONDAS DENTRO DELAS...






Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

AVALIAÇÃO COM SENTIDO(S)


Nunca como hoje a avaliação surgiu como uma das palavras passe-partout, abusiva e prosaicamente utilizada nos mais variados campos e cuja mera invocação parece provocar um efeito mágico na resolução de todos os problemas. O verbo avaliar é, actualmente, recorrente na retórica político-partidária e a defesa de uma "cultura de avaliação", em todos os sectores de acção estatal e da sociedade, tornou-se um lugar-comum, sendo concomitante (colaborante?) com a expansão e consolidação do paradigma da performatividade generalizada, anunciado como traço fundamental da nossa "condição pós-moderna".

A descentralização de meios e a definição de objectivos nacionais e de patamares de resultados são duas tendências que marcam a generalidade dos países europeus e justificam, grandemente, o destaque atribuído à avaliação. Deste ponto de vista, a autonomia dos serviços públicos, consubstanciando uma delegação de poder, tem inerente a responsabilização, a negociação e a transparência, a definição de metas, a recolha de informação e a avaliação.(...)

Parece que, quanto menos se está de acordo sobre o que se quer das instituições e da educação, mais se receita a avaliação, como se dela viessem as respostas aos problemas centrais ou como se constituísse, em si, uma política ou um valor. Nesse sentido, a questão pertinente será: como pode a avaliação alimentar a lucidez?(...)

Maria Palmira Alves
Eusébio André Machado

in, Avaliação com sentido(s): contributos e questionamentos (2008)

Domingo, 24 de Maio de 2009

TERÇAS-FEIRAS DE MINERVA

Ciclo de Conferências nas "Terças-Feiras de Minerva"

Realiza-se no próximo dia 26 de Maio, pelas 18h15, a décima quarta sessão do ciclo
"O dever de educar"
Título: "O dever de educar para a Matemática"



Nesta sessão centramo-nos no dever de educar para a matemática, uma das prioridades dos sistemas educativos actuais. Esta prioridade tem sentido? Estaremos a assumi-la correctamente?
E, o que podemos fazer para melhorar a educação das crianças e dos jovens nesta área?

É convidada Natália Bebiano, professora do Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra, responsável por diversas iniciativas de divulgação e educação matemática.

Local: Livraria Minerva (Rua de Macau, n.º 52 - Bairro Norton de Matos) em Coimbra.

Próxima sessão: 9 de Junho.

As sessões deste ciclo são quinzenais e estão abertas ao público (com certificado de presença) e a organização é de Helena Damião, João Boavida, Isabel de Carvalho Garcia, Mónica Vieira e Aurora Viães.

INTERNET ALTERA HÁBITOS



Dados de Bruxelas continuam a indicar que Portugal tem uma das maiores taxas de «analfabetismo informático» na Europa. No entanto, de acordo com a Lusa, a Internet alterou radicalmente os hábitos sociais, de acesso à informação e ao conhecimento dos portugueses.
O presidente da Agência para a Sociedade do Conhecimento (UMIC), afirma que «a Internet alterou de forma radical a forma de viver das pessoas nas suas diversas formas de interacção social, acesso à informação e ao conhecimento» (...)

Quem «não souber utilizar a Internet está fortemente limitada em relação às suas capacidades de expressão cultural, social e artística e possibilidades de emprego e actividade económica». O presidente da UMIC lembra que a utilização da web já é uma «realidade incontornável, tanto no mundo dos negócios, como nas escolas». (...)

Sábado, 23 de Maio de 2009

TRABALHO VOLUNTÁRIO PARA PROFESSORES APOSENTADOS




Segundo o decreto-lei publicado no Diário da República, o trabalho voluntário realizado por pessoal docente aposentado pode ocorrer apenas mediante a expressa manifestação de vontade por parte da escola, em consonância com o princípio da autonomia do estabelecimento.

De acordo com este princípio, cabe ao órgão executivo da escola a aprovação de um programa de voluntariado e a eventual selecção do candidato que considere reunir o perfil adequado para as funções em causa.

Entre as actividades que os professores em regime de voluntariado podem desempenhar contam-se, designadamente, as seguintes:
- Apoio à formação de professores e pessoal não docente;
- Planeamento e realização de acções de formação para encarregados de educação;
- Apoio a professores na programação e na construção de materiais didácticos;
- Acompanhamento a alunos em salas de estudo e desempenho de funções de tutoria;
- Integração de alunos imigrantes, através do reforço do ensino da língua portuguesa e da ajuda ao estudo nas diversas disciplinas;
- Ajuda ao funcionamento das bibliotecas escolares e dos centros de recursos educativos;
- Apoio a visitas de estudo.
(...)

OS FILMES DA VIDA DELE


“... um clima cada vez maior, que é a rejeição de um passado. Como a pessoa que, quando eu digo que vi um filme óptimo, me pergunta: «Mas onde está esse filme?», «Passou na Cinemateca. É um filme de 1940.», «Que horror, filmes antigos. É a preto e branco? Não vou ver.» Isso não acontece em nenhuma outra arte (…). Ninguém considera Bach muito antigo. Ou Dante, Homero. Porque é que no cinema se cria uma mentalidade desse género, ligado às modas: «Um filme com mais de cinco ou dez anos já não interessa, isso é do tempo da Maria Cachucha»? Isso é que é a aberração, não tenho nada contra o que se faz hoje, o bom que se continua a fazer."

João Bénard da Costa (Entrevista ao Público).


Professor pode muito bem ser quem nos ensina, mesmo sem saber que nos ensina. Professor pode muito bem ser quem conhecemos, mesmo que não nos conheça.
Sei muito pouco de cinema, mas muito do pouco que sei aprendi-o com João Bénard da Costa. Seguia-o na televisão, nos jornais e nos livros ao longo de vários anos. O seu dizer e escrever fez-me ver filmes que eu nunca teria descoberto e alguns que vi por acaso ou por minha iniciativa, tornaram-se noutros, às vezes muito diferentes, depois de o ouvir dissertar sobre eles.
Era uma visão muito própria, disseram-me uma vez. Obviamente. Mas era uma visão de pormenor, literária, de alguém de deita um olhar atento, valorativo. Visão que, aliás, Bénard da Costa assumia e, mais, declarou no título da sua obra, em dois volumes, que reúne ensaios dispersos: “Os filmes da minha vida” (no primeiro volume reforça a ideia, acrescentando o subtítulo “Os meus filmes da vida”).
Quando um professor, que é professor, morre, os que ficam sentem que ainda precisavam dele. É o caso.
Helena Damião
Consultora do CFIAP

Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

ALTERAÇÃO AO PF 2009



Devido a impossibilidade do formador a acção 17 - "O ensino das ciências naturais e experimentais numa perspectiva CTS" é adiada para o próximo ano lectivo.

FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 21

ACÇÃO 21 - "Avaliação de competências na língu inglesa - objectivos e instrumentos" (Grupos 220 e 330)

Efectivos:

(Inicia a 6 de Junho na Escola Secundária Adolfo Portela)

Alexandra P. Larmand Blanc A. C. P. Rosmaninho
Ana Cristina Saraiva Simões Correia
Ana Isabel Pereira Ramos M. V. Miranda
Ana Mafalda Silva Teiga
Glória Maria Fernandes Costa Neves
João de Miranda Maranhão
Ligia Maria Oliveira Santos Almeida
Maria de Fátima Martins Pereira Tavares
Maria José Matos Saraiva Pinto
Maria Manuela Baptista Martins
Patrícia de Jesus de Oliveira S. Pires
Sandra Cristina Alves Vieira
Zélia Maria Silva Maia Ferreira

Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 19

ACÇÃO 19 - "Novos recursos, novas práticas no ensino das línguas" (Grupos 210, 220, 310, 320, 330, 340 e 350)

Efectivos:

(Inicia a 29 de Maio, na Escola Secundária Adolfo Portela)

Ana Cláudia Santos Calhoa Mano Soares
Anabela Simões Santos
Célia Maria Caetano Encarnação da Cruz
Cláudia Sofia Ferreira Marques
José Francisco Almeida Rodrigues
Liliana Margarida Silva Carvalho
Luciana Isabel de Carvalho Henriques
Maria Alice Rodrigues Martins
Maria Clara de Jesus Veiga
Maria Cristina Fonseca da Silva Moura
Maria Cristina M. C. R. Carvalho
Maria de Lurdes Felix de Carvalho
Maria Fernanda Costa Neves de Melo Cabral
Maria Isabel de Almeida Trindade e Silva
Maria Lina Rodrigues de Oliveira Gaio
Maria Lisete Pereira Pais
Maria Manuela Melo Laranjeira
Nelly dos Santos Moreira
Paulo Jorge Pedrosa Santos Gomes
Ricardo Jorge Fernandes Carvalho

FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 18

ACÇÃO 18 - "Desenho assistido por computador 3D - Desenvolvimento de projectos gráficos" (Grupos 240, 530, 540 e 600)

Efectivos:

(Inicia a 23 de Junho, na Escola Secundária Marques de Castilho)

Amândio Jesus Conceição Areias
Américo Pedro Peixeiro Gonçalves
Amilcar Santiago de Almeida
Ângela Maria Vasconcelos de A. Ferreira
António César Almeida Silva Garcia Conceição
António Leonel do Passo Araújo
António Manuel Almeida Nunes
António Marques Miranda

Claudina Maria Viegas Mendes Conde
Darlene Nunes Oliveira
Fernando Manuel Machado Cordeiro

Ivo Alberto Dias da Cruz
José Paulo Alves Corceiro

Leandro Emanuel Rodrigues Machado
Lilimar Neves Jesus
Luísa Paula M. F. R. Santos
Manuel Alberto Santos de Oliveira
Paulo Jorge Oliveira Santos
Sara Margarida Pedrosa Campinho
Teresa Mendes Nogueira da Silva Sacarrão

FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 16

ACÇÃO 16 - "Ensino experimental das ciências: (re)pensar o ensino das ciências" (Grupos 230, 510 e 520)

Efectivos:

(Inicia a 4 de Junho, na Escola Secundária Adolfo Portela)

Adélia Almeida Sousa Farias
Ana Paula Correia Cardoso Seabra
Branca Maria Goulart de Mendonça Azevedo
Carmina Maria Santiago Norte
Cláudia Patrícia Jorge de Matos
Delfina Maria Madeira Ferreira
Dina da Conceição Tavares M. e Macedo
Élia Sandra da Silva Santos
Guilherme José Campos Duarte
Laura Maria Moreira Ferreira Costa
Maria Daniel Geraldo Marques Silva
Maria Helena Ferreira da Conceição Domingues
Maria Isabel Bento S. Parreira Pinguicha Miranda
Olga Sandra Moreira de Pinho
Vera Filipa Calejo Campos


Suplentes:

Rui Pedro Lopes Nunes
Fernanda de Almeida Lopes
Fernanda Maria Conceição Marques
Benvinda Manuela dos Santos M. R. Tavares
Isabel Cruz Viegas dos Santos
Cristina Maria Ferreira Gonçalves
Maria Alice Pereira de Almeida
Maria Manuela de Carvalho Vieira Bodas
Maria Margarida Santos Marques de Castilho
Ana Bela Lopes Correia Ferro
Maria Teresa Santos Pacheco
Ana Albertina Martins Pereira
Ana Cristina Ferreira Abrantes
Maria Alice Conceição Oliveira Carreira
Maria José Sucena Rodrigues Conceição
Rosa Maria Pereira Rodrigues Matos
Gracinda Maria Fernandes Ribeiro
Alexandrina Maria de Almeida Leitão
Filomena Isabel Mendes Cardoso
Alvaro Sérgio Barreto de Almeida
Isabel Maria Tojal M. Almeida
Ana Cecilia Inácio Sá Morais de Oliveira
Filipa Isabel Marques Sá Pereira
Sónia Margarida da Silva Tavares
Sandra Margarida Ferreira Rodrigues
Sandra Cristina Neto Monteiro

FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 14

ACÇÃO 14 - "Sistemas operativos, programação e redes" (Grupo 550)

Efectivos:

(Inicia a 24 de Junho, na Escola Secundária Adolfo Portela)

Adriana Miranda Rodrigues
Ana Goreti Alves dos Santos
Ana Patrícia Teixeira Areias
António Ribeiro Lopes
Carla Anabela Albuquerque Faria
Elmano Eduardo Martins Campina
Emanuel José Almeida Marques
Filipe Tavares Brandão
Isabel Maria Sousa Marques
João Carlos de Noronha Xavier Simões
Joaquim Reis Ribeiro
Margarida Alexandra Fidalgo N. L. C. Costa
Maria Margarida de Bastos Rodrigues
Maria Olimpia Rodrigues Cardoso
Rosa Alice Ribeiro Baptista da Cruz
Sara Miguel Limas Dias
Sérgio Miguel Gomes de Almeida Martins
Sílvia Antunes da Silva Vaz
Sílvia Colaço Ribeiro
Sónia Margarida Ferreira de Bastos
Susana Isabel Seabra das Neves

FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 9

ACÇÃO 9 - "O andebol em contexto escolar: do programa ao ensino do jogo" (Grupos 260 e 620)

Efectivos:

(Inicia a 13 de Junho, na Escola Secundária Adolfo Portela)

Alberto Micaelo Rodrigues Patrício
Ana Isabel da Fonseca Pereira de Sousa
Daniel Cardoso da Conceição
Filipe Miguel dos Santos Gomes
João Carlos Seabra da Silveira Costeira
João Miguel Fernandes de Faria
Jorge de Souza Gomes
Juan Carlos Caldeira Marques
Mário Pedro Rolo Assunção
Mário Rui Lapa Ferreira Novo
Neil Marques de Jesus
Renato José Naia Santos Marques
Rosa Helena Pereira Alves
Rui Manuel Ferreira Calhau
Sérgio Nuno Silva Lopes Q. Fernandes

Suplentes:

Jorge Filipe Cortez de Sá Marques
Eliana Patrícia Santos Oliveira
Marco António Matos Barata
Fernando Jorge Correia Portela
Paula Alexandra Nogueira da Costa Marques
Ana Rita Soares de Almeida



FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 8

ACÇÃO 8 - "Dança - uma abordagem no contexto escolar" (Grupos 260 e 620)

Efectivos:

(Inicia a 13 de Julho, na Escola Secundária Adolfo Portela)

Alice Miguel Campos de Mariz Martins Fernandes
Ana Barros Vila
Ana Maria Coelho Rebelo
Ana Paula Soares Calvo
Carla Alexandra Magalhães F. Sequeira
Carla Marina Serrão Andrade Ruela
Carla Sofia Pereira Borges
Helder Fernando Ferreira Nolasco
Isabel Maria de Fátima Martins Rei
Isabel Maria Nobre Andrade Sucena
José Carlos Raposo Marques Vidal
Luís Miguel de Almeida Lima
Maria de Fátima Nobre de Sena Simões
Matilde Paiva Carvalho Ferreira G. Fonseca
Oscar Domingos Dias Ferreira
Paulo Jorge Dias da Fonte
Pedro Miguel Sampaio de Carvalho de Tóvar Faro
Raquel Fernandes Lopes
Sandra Sofia de Figueiredo Riquito
Walter Nuno Nogueira Simões Veiga


Suplentes:

Leonor de Melo Gomes
Ana Paula Braga Marques
Ana Mafalda Oliveira Grilo
Pedro Silva Amaral
Maria João Ferreira de Melo Leite
Tiago Paupério Ferreira Vieira
Teresa Margarida da Rocha Rebelo
João Eduardo B. Braga
Paula Alexandra Nogueira da Costa Marques
Adriano José Batista Machado
Ana Rita Soares de Almeida
Juan Carlos Caldeira Marques
Jorge Filipe Cortez de Sá Marques
Fernando Jorge Correia Portela

FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 4


ACÇÃO 4 - "A utilização da máquina gráfica, interfaces e sensores compatíveis no âmbito do ensino da Matemática e da Física no Ensino Secundário" (Grupos 500 e 510)

Efectivos:

(Inicia no dia 18 de Junho, na Escola Secundária da Mealhada)


Ana Luísa Miguel Rodrigues
Cristina Maria Ferreira Pereira
David Orlando da Silva de Almeida
Eugénia Maria Ferreira Marques Dias
Helena Maria Marques Lopes
Isabel Cristina Fernandes da Cruz Antunes
Isabel Maria C. Boiça Costa
Isabel Maria Colaço de Oliveira
Jacinta Maria Pereira Matos
Joana Catarina Duarte Pires dos Reis
Maria Antónia Melo Santos Oliveira
Maria Cristina Albuquerque Fernandes
Maria da Graça Ferreira Inácio
Maria Gorete Fernandes Maio
Marta Isabel Monteiro A. B. Farinha Silva
Marta José Cardoso Oliveira
Paula Alexandra Gouveia da Silva Laranjeira
Paula Fernades Cruz Antunes
Raquel Catarina Batista de Jesus Grilo
Silvie Antunes Lima e Caldeira
Teresa Margarida Batista Ferraz da Silva


Suplentes:
Mafalda Alice Santos Pires

FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 2 - TURMA A

ACÇÃO 2 - "Trabalho prático e ensino experimental das ciências no Pré-escolar e no 1º CEB" (Grupos 100 e 110)

Turma A - Efectivos:

(Inicia no dia 30 de Maio na Escola Secundária Adolfo Portela)


Ana Maria Correia Cardoso
Cândida Maria Sousa de Almeida
Carla Maria Pires
Catarina Esmeralda da Silva Barreiros
Dolores Maria Silva Santos de Abreu
Donzilia Mendes Silva
Dulce Maria Neto Cravo
Eva Maria Ré Nunes Vidal
Isabel Maria Peixinho Martins Branco
Isabel Maria Santiago Ferreira
Maria Auzenda Lopes Dias dos Santos
Maria da Graça Carvalhinhos Marques Bastos
Maria de Lurdes Teixeira de Amorim
Maria José Pires Tavares Reis
Maria Madalena Saraiva de Carvalho Neves
Maria Manuela de Figueiredo Nolasco
Maria Odete Jesus Ribeiro
Maria Salomé da Silva Andrade Castro Azevedo
Sónia Maria Ferreira Zanancho
Teresa Mafalda Salvador Fernandes


Suplentes:

Maria da Graça Ferreira Palla Beirão
Isabel Maria de Freitas Estrela C. Viegas
Fátima do Rosário de Pinho Aires
Ana Maria Amaral Quinteiro
Maria Manuel Monteiro Damas
João Eduardo B. Braga
Alíria da Graça e Cunha
Paula Cristina Matos Marques
Bernardete da Conceição Santos Alves
Isabel Maria Nunes Lourenço Soares
Maria da Conceição Coleta dos Santos Cunha Pires
Maria Irene Gonçalves Costa Meireles
Maria Fernanda Mano Fontaínhas
Maria Corália de Jesus Simões
Maria José de Jesus Gomes
Elisa Maria dos Santos Melo
Maria João Pessoa Simões da Costa Almeida
Marcilda Maria Cancela Marques Rodrigues
Paula Isabel Costa Figueiredo
Maria Paula da Silva Rodrigues Soares
Isabel Alexandra Moreira dos Santos Correia
Rosa Maria Morais Estimado
Teresa Paula Rodrigues dos Santos
Fernando Jorge Correia Portela
Clara Manuela Canas Lousado Luxo

Terça-feira, 19 de Maio de 2009

FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 10

ACÇÃO 10 - "Filosofia - 10º ano: a discussão a partir de problemas" (Grupo 410)

(Inicia a 29 de Maio na Escola Secundária Adolfo Portela)

Efectivos:

Antónia de Jesus Ramalho do Cabo
Crisálida do Nascimento Martins
Eva Cristina Lemos Henriques Reis
Isabel Maria do Carmo Silva
Jorge Humberto Abrantes Pereira
José Manuel dos Santos Girão
Liliana Mafalda Oliveira Estima
Maria de Jesus da Silva Assunção
Maria Helena Neves Alves
Maria Helena Tavares da Costa
Maria Isabel T. Q. Aguiar Marçalo
Marta Alexandra Correia da Costa
Marta Susana Lopes Estrompa
Renaldo Ferreira Pereira do Bem
Rui da Câmara Cabral Cid Moreno

Suplentes:

Paulo Rui de Jesus Ferreira
Graça Maria Quintela do Amaral P. Vinhal
Óscar Miguel Silvestre Vale Leitão

FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 7

ACÇÃO 7 - "A Educação Tecnológica no contexto actual - concepção, construção e avaliação de recursos didácticos" (Grupos 240 e 530)

(Inicia a 27 de Maio na Escola Secundária Adolfo Portela)

Efectivos:

António José Coimbra Simões
António Luciano de Almeida Simões
António Manuel Cabral
António Manuel Portela Santos
Dulce Santos de Matos
Filomena Justino Baptista
Irene Conceição Santos Martins de Barros Moreira
José Avelino Bonifácio Carneiro
Luís Filipe Correia e Silva Rodrigues Fonseca
Manuel de Jesus Pagaimo
Margarida Guedes Andrade
Margarida Sofia Rodrigues Campos Morais
Maria Alice da Silva Madeira Rama
Maria Gracieta Gomes Ferreira
Maria Helena Pereira de Almeida
Maria Isabel Costa
Maria José Agria Pereira B. Pacheco
Maria José Gomes de Aguiar Silva
Paulo Ferreira dos Santos
Raquel Tavares Ferreira
Sandra Sofia Moreira Nunes Ferreira

Suplentes:

Teresa Glória Martins de Melo Nascimento
Margarida Isabel do E. Santo Jorge

FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 5

ACÇÃO 5 - "Aplicações da calculadora gráfica no ensino básico da Matemática" (Grupos 230 e 500)

(Inicia a 26 de Maio na Escola Secundária da Mealhada)

Efectivos:

Alcina Paula dos Santos Magalhães
Ana Lúcia Silva Brandão
Ana Maria da Silva Gomes
António de Jesus de Assunção
António Manuel de Almeida Pereira
Cidália da Cruz Baptista
Elizabete José Martins Tomás
Júlio Manuel Simões Cruz
Licinia Maria Martins Simões Melo
Liliana Vanessa da Cruz Brinca Silva
Margarida Isabel Barreiros Fragoso Grilo
Maria Antónia Morgado Figueiredo
Maria de Fátima Teixeira da Costa
Maria do Rosário Caldeira Corrente Agra
Maria Goreti Graça de Silva
Olga Maria Rodrigues M. Santiago
Patrícia Maria André Madaíl
Paula Alexandra P. S. Santiago
Paula Cristina Silva Oliveira Monteiro
Teresa Batista Verdade Rosa


Suplentes:

Fátima Isabel Araújo Silva

FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 15

ACÇÃO 15 - "Introdução às tecnologias musicais" (Grupos 250 e 610)

Inicia a 22 de Maio na Escola Secundária da Mealhada)

Efectivos:

Adelaide da Conceição O. Rodrigues
Arminda Maria Serra J. C. Urbano
José Dinis Ferreira da Silva
José Luciano Batista Gomes
Liliana Marques Pires
Luís Miguel Ferreira Moita
Luís Miguel Trepado Amaral
Margarida Maria Pereira Silva
Maria Antónia de Jesus Mota
Maria Conceição Pires Figueiredo e Silva
Maria de Fátima Oliveira Alves Silva
Maria Manuela Almeida Carregado
Vasco Miranda de Carvalho

FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 6

ACÇÃO 6 - "Didáctica de História: planificação das actividades lectivas; recursos e materiais para o ensino da História; instrumentos de avaliação" (Grupo 400)

(Inicia no dia 22 de Maio na Escola Secundária da Mealhada)

Efectivos:

Anabela Leite da Costa
Carla Cristina Sá Simões de Lima
Conceição Figueiredo Henriques
Emília Maria Barroso F. M. Penetra
Idalécia Ribeiro das Neves
Isabel Cristina dos Santos Pires
José Alberto Santos Moutinho
José Carlos Quintas Morais Caldeira Lobato
Maria Rui Soares Umbelino
Queirós Filipe Ribau
Teresa Paula Carapinha Rodrigues
Vitor Manuel Moutinho Cardoso

ALTERAÇÕES AO PF 2009


A acção 1 - "Ciência em acção: propostas para o ensino pré-escolar" é adiada para o próximo ano lectivo

A acção 20 - "Novo programa de Matemática do Ensino Básico, 3º Ciclo - Números, operações e álgebra" é adiada para o próximo ano lectivo.

A acção 17 - "O ensino das ciências naturais e experimentais numa perspectiva CTS" é adiada para o próximo ano lectivo.

A acção 6 - "Didáctica de História: planificação das actividades lectivas; recursos e materiais para o ensino da História; instrumentos de avaliação" vai iniciar no dia 22 de Maio, às 17h 30m, na Escola Secundária da Mealhada
.

Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 2 - TURMA B

ACÇÃO 2 - "Trabalho prático e ensino experimental das ciências no Pré-escolar e no 1º CEB" (Grupos 100 e 110)

Turma B - Efectivos:
(Inicia no dia 20 de Maio na Escola Secundária Adolfo Portela)

Ana Margarida Simões Borges Mendes
Ana Maria da Silva Pereira
Ana Paula Poutena de Almeida Moreira
Anabela Ferreira dos Santos Rocha
Arménia Rosa Campos Pereira Simões
Cristina Maria Lourenço Pinheiro
Eduardo de Oliveira Coelho Simões
Fernando Manuel Rocha Freire
Licínia Maria dos Anjos Valentim S. Tavares
Luísa Manuela Albuquerque de Almeida
Maria de Fátima Gomes Martins
Maria Luísa Ferraz Teixeira C. Carvalhal
Maria Odete Batista de Almeida Gomes
Pedro Jorge Ferreira Carvalho
Rosa Maria Amaral Martins
Rui Manuel Valério de Matos
Rui Micaelo Rodrigues Patrício
Sara Filipa Saraiva Pinto Abrantes
Sílvia Ferreira Nolasco Neves
Victor Manuel Cordeiro Pedrosa

FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 3 - TURMAS A e B

ACÇÃO 3 - "Didáctica da língua materna: práticas de escrita
e técnicas de correcção e avaliação" (grupos 200, 210, 220, 300 e 310)
Turma A - Efectivos
(Inicia no dia 20 de Maio na Escola Secundária Adolfo Portela)
Ana Margarida Casais Castanheira Morujão
Anabela Lopes Póvoa
Carla Sofia Oliveira Silva
Carlos Pedro Ferreira Marques do Adro
Eduarda Juliana Magalhães Cardoso
Henrique José Pacheco do Souto e Melo
João Humberto Proença
Maria Adelaide Almeida da Cruz Rosa
Maria de Fátima Cunha Coelho Moço
Maria do Rosário Dias da Rocha
Maria Teresa Morais de Carvalho
Martinho Rocha Pereira
Paula Cristina Alves C. Cosme
Raquel Margarida Ferreira Gomes
Teresa da Conceição e Santos Alves
Teresa Maria Vieira Caixinhas Honório
Tuma B - Efectivos
(Inicia no dia 20 de Maio na Escola Secundária da Mealhada)
Ana Cristina Gonçalves Reis e Silva
Ana Lúcia Nunes Matos dos Santos
Dalila Ferreira Miguel
Dulcineia Fernanda Dantas Duarte Borges
Elvira da Conceição de Oliveira Simões
Isabel da Conceição Dias
Isabel Maria da Silva Rodrigues S. T. dos Santos
Isaura Maria Nogueira dos Santos
Maria Cecília Lopes
Maria da Glória Carvalho da F. V. Campolargo
Maria Laura Moreira Pinto

ALTERAÇÕES AO PF 2009

A acção 20 - "Novo programa de Matemática do Ensino Básico, 3º Ciclo - Números, operações e álgebra" é adiada para o próximo ano lectivo.
A acção 17 - "O ensino das ciências naturais e experimentais numa perspectiva CTS" vai iniciar no dia 23, sábado, às 9horas, na Escola Secundária Adolfo Portela.
A acção 6 - "Didáctica de História: planificação das actividades lectivas; recursos e materiais para o ensino da História; instrumentos de avaliação" vai iniciar no dia 22 de Maio, às 17h 30m, na Escola Secundária da Mealhada.

Domingo, 17 de Maio de 2009

I FEIRA MEDIEVAL DE ÁGUEDA

O Agrupamento de Escolas de Águeda, a Escola Secundária com 3º Ciclo Adolfo Portela, a Bela-Vista, a Biblioteca Municipal de Águeda, a Câmara Municipal de Águeda, a AparqA! entre outras Instituições, reviveram o esplendor de um “Dia Medieval”.
Foram muitos os figurantes a circular pelo espaço, envergando fatos da época, dinamizando os mais diversos eventos de animação e recriação histórica. Assistiu-se ao vivo ao labor de diversos artesãos e actuações musicais, circenses, bailarinas, ciganas, bobos e não faltaram bailes e folias ao som de música ao vivo com grupo de gaiteiros. Houve mercado, tendas e tabernas com venda do pão, porco, queijos, presuntos, doces, vinho… e muita folia!





Sábado, 16 de Maio de 2009

O "AMIGO CRÍTICO" NA AVALIAÇÃO DA PRÁTICA NA SALA DE AULA



"A avaliação e o desenvolvimento profissional devem contribuir para um menor isolamento do professor e libertar mais tempo para reflectir sobre a acção, tanto fora como dentro da sala de aula. Um dos meios para obstar ao isolamento passa pelo encorajamento activo de amizades críticas que podem ser definidas como uma espécie de sociedades, nas quais se entra voluntariamente, baseadas numa relação entre iguais e enraizadas numa tarefa comum ou num interesse partilhado. Podem ser um meio para estabelecer laços com um ou mais colegas com vista a encarar em conjunto os processos de aprendizagem e mudança, de modo a que as ideias, percepções, valores e compreensões possam ser partilhados através das revelações mútuas de sentimentos, esperanças e receios. As amizades críticas podem servir para diminuir o isolamento e para aumentar as possibilidades de uma reflexão partilhada, confrontando o pensamento e a prática. (...)

Em termos da avaliação da prática na sala de aula, por exemplo, um amigo crítico pode estabelecer e manter um diálogo interessante e estimulante, através do qual serão criadas situações em que o professor será obrigado a reflectir sistematicamente sobre a prática. Quando os resultados deste tipo de interacção são positivos, os padrões de ensino tornam-se mais eficazes.(...)"

Christopher Day

Sexta-feira, 15 de Maio de 2009

APPROBO


O Approbo é uma nova aplicação gratuita que permite detectar plágios em trabalhos académicos. Se alguma frase ou parágrafo de um documento entregue por um aluno constar de alguma página web, este software denuncia imediatamente o plagiador.

O funcionamento da aplicação é simples: basta descarregar o Approbo da net, submete-se o documento que se pretende escrutinar e, com um click, em poucos segundos, fica a saber-se se o conteúdo do documento está online – seja em formato Microsoft Office, Adobe Reader ou OpenOffice – e onde é que está.


A aplicação disponibiliza ambos os textos – o original e a cópia – no ecrã, para que seja possível perceber a extensão do plágio. A ferramenta utiliza motores de busca para encontrar os pontos de coincidência com o texto original. A partir desse ponto, o Approbo verifica – palavra por palavra – todo o arquivo e mostra-o de forma gráfica, simplificando o trabalho ao utilizador. Quando se trabalha com documentos de grandes dimensões – teses de doutoramento, por exemplo – o processo poderá demorar um pouco mais a apresentar resultados, nunca passando, porém, dos dois minutos, garantem os seus criadores.(...)

Quinta-feira, 14 de Maio de 2009

MAIS SUCESSO ESCOLAR



O Ministério da Educação lançou um programa de apoio ao desenvolvimento de projectos de escola para a melhoria dos resultados escolares no ensino básico, com o objectivo de reduzir as taxas de retenção e de elevar a qualidade e o nível de sucesso dos alunos.

Os agrupamentos podem candidatar-se ao regime de acesso a este apoio até 1 de Junho através de uma
aplicação electrónica disponibilizada na página da Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC).
Para mais informações, consultar:

PORTUGAL É O PAÍS QUE ESTÁ MAIS TEMPO ONLINE


Portugal, seguido da Itália, é o país com maior número de utilizadores permanentemente ligados à Internet e um em cada cinco portugueses passa mais de cinco horas por dia a navegar, revela um estudo hoje divulgado.
O inquérito - realizado pela consultora SurveyShack a pedido da Microsoft a propósito do lançamento do seu novo browser - foi feito online junto de 6.053 adultos em sete países (Bélgica, Dinamarca, Finlândia, Itália, Noruega, Suíça e Portugal, com 997 inquiridos) entre 8 e 16 de Abril de 2009.

O estudo conclui que os utilizadores portugueses da Internet não só estão permanentemente ligados, como são também altamente sociais e utilizam a Internet para contactar amigos e familiares, bem como para aceder a notícias e informação.
Mais de um quinto dos utilizadores navega frequentemente em portais de notícias e outros 17 por cento mantêm o contacto com os amigos e familiares através de sites de multimédia social, que são claramente os mais visitados.

Segundo o estudo, Portugal e Itália lideram no tempo despendido online. Três quartos dos utilizadores portugueses (76 por cento) e italianos (73 por cento) da Internet estão ligados à Web em permanência.
Além de revelar que três em cada quatro cibernautas portugueses estão sempre ligados à Web e um quinto (19 por cento) dos inquiridos lusos passa mais de cinco horas online, o estudo demonstra que 14 por cento dos internautas portugueses estabelece ligação à Web mais do que duas vezes por dia e 22 por cento passa uma a duas horas durante uma sessão normal na Internet.
O inquérito indica ainda que 37 por cento dos utilizadores Web portugueses visita "mais de 10 sites durante uma sessão normal de internet e um quarto dos inquiridos acede a entre 5 e 6 sites". (...)


Terça-feira, 12 de Maio de 2009

AS NOVAS ARANHAS




Chamam-se Tegenaria barrientosi e Parapelecopsis conimbricensis as duas novas espécies de aranhas descobertas em Portugal. O achado foi feito pelo biólogo da Universidade de Coimbra Luís Crespo. Apesar de a descoberta ter sido feito em 2004, só agora chegou a certeza de que estas duas espécies ainda não tinham sido descritas pela ciência.
Este achado pode abrir caminho para novos estudos sobre a evolução da espécie, cujo conhecimento tem várias utilidades para os seres humanos. (...)

"As aranhas têm um papel importante no equilíbrio dos ecossistemas e podem até ser úteis para a sociedade", refere o investigador que explica que o facto de as aranhas serem pouco sociáveis não deixa as pessoas compreenderem a utilidade que estas podem ter para a espécie humana. (...)
De cor acastanhada, a Tegenaria barrientosi tem um corpo com cerca de sete milímetros, enquanto a Parapelecopsis conimbricensis, de cor escura, mede entre dois a três milímetros. Esta medida é feita sem contar o comprimento das patas.

Segunda-feira, 11 de Maio de 2009

OBRAS NAS SECUNDÁRIAS

A ministra da Educação disse hoje que espera entrar em 2010 com cerca de 200 escolas secundárias, de um total de 350 em projecto, a serem intervencionadas no âmbito do Programa de Modernização do Parque Escolar.

Maria de Lurdes Rodrigues falava em Lisboa na cerimónia de assinatura dos contratos referentes aos primeiros dois concursos da Fase 2 daquele programa, cujos objectivos foram revistos para permitir a antecipação do início das obras das 75 escolas envolvidas e o lançamento imediato da Fase 3, com a selecção de mais 100 escolas a ser alvo de intervenção.

Os contratos hoje assinados dizem respeito a seis dessas 75 escolas, um total que se junta às quatro escolas já concluídas, às 26 em obra e às 100 que já iniciaram a fase de elaboração do projecto, para perfazer as cerca de duas centenas referidas pela ministra como estando em intervenção até ao final de 2009.

A responsável pela pasta da Educação sublinhou que estas obras são “muito exigentes” tanto para os professores, como para os órgãos de gestão das escolas, alunos e pais, mas, na sua perspectiva, “a primeira exigência é que toda a intervenção se realize não apenas com o envolvimento da escola, mas com esta em funcionamento”. (...)


Domingo, 10 de Maio de 2009

FOTOS DE ÁGUEDA


O piloto português Rui Gonçalves ganhou hoje o Grande Prémio de Portugal de Motocross, na categoria MX2, no cômputo das duas mangas disputadas em Águeda, saltando do oitavo para o quarto lugar no Campeonato do Mundo.

TERÇAS FEIRAS DE MINERVA

Ciclo de Conferências nas "Terças-Feiras de Minerva"

Realiza-se no próximo dia 12 de Maio, pelas 18h15, a décima terceira sessão do ciclo
"O dever de educar"

"O dever de educar para a Ciência"


Continuando a falar do dever de educar em áreas específicas do saber, centramo-nos, nesta sessão, no dever de educar para a ciência. Ainda que se apresente como uma das prioridades dos sistemas educativos actuais e doutras instâncias sociais, devemos perguntar: Estará esse dever a ser cumprido? Esta pergunta desencadeia outras: Porque é que devemos educar para a ciência? Como tem sido encarada esta educação ao longo do tempo? Que ligações estabelece com a educação humanística? E, por fim: O que se pode fazer para educarmos cientificamente as crianças e os jovens?

É convidado Paulo Gama da Mota, biólogo de formação, professor da Universidade de Coimbra, divulgador de ciência e director do Museu de Ciência.

Tem lugar na Livraria Minerva (Rua de Macau, n.º 52 - Bairro Norton de Matos) em Coimbra.

Próxima sessão: 26 de Maio. As sessões deste ciclo são quinzenais e estão abertas ao público (com certificado de presença).

Organização: Helena Damião, João Boavida, Isabel de Carvalho Garcia, Mónica Vieira e Aurora Viães.

É O PÓS-MODERNISMO... DOIS...


Numa manhã da semana que passou, ao ligar a televisão, deparei-me com um psicólogo a afirmar, com aquela "autoridade de especialista", tão bem denunciada por Karl Popper, que as crianças, a partir dos oito anos, devem ver, com permissão dos pais, filmes pornográficos.
"De que tipo...", perguntou o entrevistador?.
"De todo o tipo", respondeu o convidado.
"Mesmo aqueles que...?".
"Mesmo esses", confirmou ele, e logo apresentou dois argumentos: primeiro, se as crianças não virem tais filmes em casa, descobrirão o mesmo na rua, com os amigos e, quem sabe, com adultos mal intencionados; segundo, só nos podemos pronunciar acerca daquilo que conhecemos, e, portanto, é preciso conhecer.

Não sei em que estudos o senhor se baseou para dar opinar com tanta segurança, nem sei, sequer, se existem estudos sobre os efeitos desse tipo de filmes no desenvolvimento. Ainda assim, gostaria de deixar a primeira nota que me ocorreu, das muitas que o assunto suscita: "aconselhar" tal "estratégia de aprendizagem" a crianças que estão no primeiro ciclo contrasta em absoluto com o conteúdo dos manuais escolares que lhe são destinados. Aqui é a candura da procura de um amigo, o civismo de separação do lixo, o elogio da natureza que prevalecem... Tudo envolto numa linguagem simples, ou simplista, conseguida pela supressão das passagens tidas por mais complexas e pela substituição de palavras menos comuns por outras que se usam no dia-a-dia.

Em suma, no que respeita a textos didácticos, presume-se que só se deve apresentar à criança aqueles que ela é capaz de entender sem qualquer dificuldade, sendo que, em geral, se subestimam as suas capacidades cognitivas. Porém, no que respeita a sexualidade, presume-se que a criança pode ver tudo e que tudo entenderá.

Bom, dirá o leitor, não são as mesmas pessoas que se pronunciam em ambos os campos. Pois, não são, de facto. Mas, paradoxos como estes, sobre a educação das crianças e jovens, que não podem ser mais pronunciados, emergem do modo de pensar da mesma sociedade, que é a nossa, que os vai deixando correr, sem conflitos de maior…

Por outro lado, dirá ainda o leitor, paradoxos em torno da educação sempre existiram. Sim, mas os paradoxos relativos ao rumo a dar à educação devem ser pensados, sendo que nessa tarefa de os pensar podem surgir boas ideias. E, para surgirem boas ideias, ajuda dispor-se de informação científica e/ou filosófica sólida.


Helena Damião
Consultora do CFIAP

Sábado, 9 de Maio de 2009

FORMAÇÃO CONTÍNUA



AS INSCRIÇÕES PARA O
PLANO DE FORMAÇÃO 2009
VÃO DECORRER DURANTE A PRÓXIMA SEMANA
DE 11 A 15 DE MAIO
As fichas de inscrição, cronogramas e programas de formação, já estão disponíveis na página do CFIAP e nas escolas associadas.
O Plano de Formação terá início a 20 de Maio de 2009.

Terça-feira, 5 de Maio de 2009

GRIPE SUÍNA


CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO DE AVEIRO


A organização da Conferência Internacional de Educação de Aveiro - Mediação Tecnológica em Educação, decorre das actividades que a Associação da Comunidade Educativa de Aveiro (ACEAV) tem desenvolvido com as escolas, no âmbito das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação.
Esta conferência pretende evidenciar as experiências de carácter pedagógico e administrativo que melhor têm servido os interesses e necessidades de alunos, professores e outros agentes educativos. Pretende ainda dar a conhecer algumas tecnologias e discutir a pertinência da sua utilização em contextos de ensino-aprendizagem.
Mais informações sobre o evento estão disponíveis em http://www.aceav.pt/conf2009

Destinatários: professores, responsáveis TIC das escolas, formadores, directores de Centros de Formação e gestores escolares
Data limite da inscrição: 22 de Maio de 2009

Segunda-feira, 4 de Maio de 2009

SEMANA DA SAÚDE NA ESAP

SEMANA DA SAÚDE NA ESCOLA SECUNDÁRIA ADOLFO PORTELA

11 de Maio - 2ª feira
10h - Sessão de abertura - “Pela tua Saúde… Marcha”
17h - Palestra - “Cancro: Prevenção” (Aberto ao público)
Rastreio à Visão - Comunidade Escolar
Higiene e Saúde Oral (wokshop) - Drª Raquel Magalhães - Alunos do CEF de Apoio Familiar e à Comunidade
12 de Maio - 3ª feira
9 às 13h - Doação de sangue (Aberto ao público )
10 às 12h e 14 às 16h - “Sensibilização à doação de medula e órgãos/ tecidos” (Aberto ao público) 17h - Aula de aeróbica - Prof.ª Cristina Canas (Aberto ao público)
“Adolescência e Tu” - Alunos do 8º ano
Rastreio à Visão - Alunos do 7º ano
13 de Maio - 4ª feira
17h Palestra - “Alimentação e Saúde” - Dr. Fernando Pádua (Aberto ao público)
Aparelhos de cardio-fitness durante todo o dia - Comunidade Escolar
14 de Maio - 5ª feira
10 às 18h - “Rastreios à Comunidade” - Colesterol, Glicémia, Hipertensão Arterial, Cálculo do IMC (Aberto ao público)
17h - Palestra - “Doença de Alzheimer” (Aberto ao público)
Higiene e Saúde Oral - Drª Raquel Magalhães - Alunos do 7º ano
15 de Maio - 6ª feira
8.30h Palestra - “Prevenção do álcool e outras drogas”
Alunos dos Cursos Profissionais do 11º ano
8.30 às 13.30h Palestra - “Gravidez na Adolescência” - Alunos do 9º ano
19h - Sessão de Pilates - Prof.ª Susana Rodrigues (Aberto à Comunidade Escolar)

Domingo, 3 de Maio de 2009

DIA DA MÃE


Sábado, 2 de Maio de 2009

ESCUTA ACTIVA


Para que serve esta competência

A escuta activa é a competência mais poderosa, interessante e útil para mediar qualquer conflito. Serve para compreendermos as duas partes implicadas no conflito e criarmos empatia em relação a elas. É muito útil para que as partes em conflito se entendam e vão passando das posições para as necessidades.

Condições prévias

Antes de utilizar as técnicas da escuta activa é conveniente ter em conta alguns aspectos:

- Assumir como atitude pessoal o pôr-se no lugar da outra pessoa, para poder compreender o que ela está a dizer e a sentir.
- Mostrar compreensão e aceitação através dos seguintes comportamentos não verbais:

· Um tom de voz suave.
· Expressão facial e gestos acolhedores.
· Estabelecendo contacto visual.
· Assumindo uma postura corporal receptiva.
(...)


(in Terrear)

Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

DIA DO TRABALHADOR



No dia 1º de Maio de 1886, 500 mil trabalhadores saíram às ruas de Chicago, nos Estados Unidos, em manifestação pacífica, exigindo a redução da jornada para oito horas de trabalho. A polícia reprimiu a manifestação, dispersando a concentração, depois de ferir e matar dezenas de operários.
Mas os trabalhadores não se deixaram abater, todos achavam que eram demais as horas diárias de trabalho, por isso, no dia 5 de Maio de 1886, quatro dias depois da reivindicação de Chicago, os operários voltaram às ruas e foram novamente reprimidos: 8 líderes presos, 4 trabalhadores executados e 3 condenados a prisão perpétua. Foi este o resultado desta segunda manifestação.

A luta não parou e a solidariedade internacional pressionou o governo americano a anular o falso julgamento e a elaborar novo júri, em 1888. Os membros que constituíam o júri reconheceram a inocência dos trabalhadores, culparam o Estado americano e ordenaram que soltassem os 3 presos.
Em 1889 o Congresso Operário Internacional, reunido em Paris, decretou o 1º de Maio, como o Dia Internacional dos Trabalhadores, um dia de luto e de luta. E, em 1890, os trabalhadores americanos conquistaram a jornada de trabalho de oito horas.
116 anos depois das grandiosas manifestações dos operários de Chicago pela luta das oito horas de trabalho e da brutal repressão patronal e policial que se abateu sobre os manifestantes, o 1º de Maio mantém todo o seu significado e actualidade.


FEIRA MEDIEVAL EM ÁGUEDA


O Agrupamento de Escolas de Águeda, a Escola Secundária com 3º Ciclo Adolfo Portela, Bela-Vista, Biblioteca Municipal de Águeda, Câmara Municipal de Águeda, AparqA! entre outras Instituições pretendem, em conjunto, reviver o esplendor de um “Dia Medieval”.

Esta actividade realizar-se-á no dia 16 de Maio de 2009, das 15horas às 23 horas, no parque Alta Vila - Águeda, o qual ganhará uma cor e luminosidade própria. O ambiente recriado será único e memorável para quem o visitar.

Reviver o esplendor da Feira Medieval será mais do que uma simples interpretação da história escrita, será acima de tudo o entendimento e entrosamento dessa história no contexto único de mistura de gentes, raças, credos, religiões, hábitos e cultura, períodos da guerra e fome e períodos de paz e de ostentação e riqueza.

Muitos serão os figurantes a circular pelo espaço, envergando fatos da época, dinamizando os mais diversos eventos de animação e recriação histórica.

No espaço, são diversos os pontos de interesse a visitar:
Poderá assistir ao vivo ao labor de diversos artesãos e actuações musicais, circenses bailarinas, ciganas, bobos e onde não faltam bailes e folias ao som de música ao vivo com grupo de gaiteiros assim como o espectáculo deambulatório Los Chuplas – personagens vindas do Reino de Los Chuplas e que vagueiam pelo mundo à procura de uma grande conquista!

Poderá ainda divertir-se por entre o mercado, as tendas e tabernas com venda do pão, porco, queijos, presuntos, doces, vinho…
Poderá entrar, divertir-se e deliciar-se com os repastos da época.

Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

GRIPE SUÍNA CAUSA PÂNICO

(In Humorgrafe)

PROPOSTA DO BE - TURMAS SÓ COM 20 ALUNOS


O Bloco de Esquerda (BE) quer turmas mais pequenas e heterogéneas e professores com menos turmas para terem mais tempo para se dedicarem ao sucesso e combate ao abandono escolar. A proposta de projecto-lei é hoje debatida na Assembleia da República.

A proposta estabelece os princípios de organização da escola pública, visando o reforço da equidade social e a promoção do sucesso educativo. O objectivo é defender uma melhoria das condições de exercício da actividade docente, para garantir a qualidade do ensino, defende o BE.

Assim, as propostas passam por manter as áreas de influência das escolas e turmas onde não se faça selecção social, mas heterogéneas e que "reflictam a diversidade", diz o projecto. As turmas deverão ter no máximo 20 alunos no 1.º ciclo e 22 nos seguintes ciclos.

Os professores de Matemática e de Língua Portuguesa devem ter até três turmas e os das restantes disciplinas cinco. Deste modo, justifica a proposta, haverá o reforço dos requisitos para acompanhar os alunos, obter melhores resultados escolares e combater o abandono.

Quarta-feira, 29 de Abril de 2009

FEIRA DO LIVRO EM ÁGUEDA