
Espaço para divulgação de informação relacionada com a atividade do Centro de Formação
sexta-feira, 5 de junho de 2009
AS ESCOLAS NÃO PREPARAM OS PROFESSORES

Ana Maria Bettencourt admite que o ensino superior não tem preparado os professores para responder aos desafios que os alunos com dificuldades colocam. É preciso mais investimento em formação contínua, recomenda.
Os professores estão motivados para trabalhar de uma maneira diferente?
Os professores estão muito interessados em fazer o melhor. A formação contínua é muito importante para motivar as pessoas, a escola tem que ser um pólo de pensamento, de reflexão das aprendizagens, dos resultados, dos projectos e acredito que há grande motivação.
Concorda com as as críticas que têm sido feitas à formação inicial?
As escolas superiores não prepararam os professores para o mundo complexo que é a educação. Não posso generalizar, mas todos os professores que encontro no terreno não preparam bem os futuros professores para responder à diversidade e a diferenciação entre os alunos. Há um problema com a formação inicial e também com a contínua. Neste momento em que não precisamos tanto de formar novos professores, a formação contínua tem que ser a grande aposta. Os recursos da formação inicial devem ser canalizados para a contínua.
São exigidas mais competências à escola que não apenas a de ensinar?
As questões que vão bater à porta da escola são cada vez mais e são terríveis. É preciso mais parcerias com autarquias, associações, comissões de protecção de jovens e com os pais. (...)
CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Depois da Finlândia, no ano passado, Portugal é, em 2009, o país convidado de honra do 5.º Salão Europeu de Investigação e Desenvolvimento, que hoje termina, em Paris. Ciências da vida, ciências do mar, robótica, soluções tecnológicas para simplificação de processos e novos produtos são alguns dos exemplos de modernidade que Portugal levou à Cidade das Luzes.
Robótica oceânica e o trabalho desenvolvido no estudo do fundo marinho, na Zona Económica Exclusiva, para a extensão da plataforma continental; o Alert, um novo sistema de gestão hospitalar, que já está a ser exportado; um outro para detecção automática de incêndios, ou ainda casos de inovação na biotecnologia. Estes são alguns dos exemplos de investigação, tecnologia e inovação desenvolvidas nos últimos anos em Portugal que estão em destaque no 5º Salão Europeu de I&D (Investigação e Desenvolvimento), que hoje termina em Paris, e no qual Portugal é o país convidado de honra. (...)
quinta-feira, 4 de junho de 2009
EDUCAÇÃO SEXUAL NAS ESCOLAS

O parlamento aprovou hoje o diploma que estabelece o regime de aplicação da educação sexual em meio escolar, mas a oposição de esquerda criticou o PS de ter recuado na questão da distribuição gratuita de contraceptivos.
O texto final apresentado pela Comissão Parlamentar de Educação e Ciência, relativo ao projecto de lei do Governo, que estabelece o regime de aplicação da educação sexual em meio escolar foi aprovado pelo PS, PCP e PEV e recebeu votos contra do PSD, CDS-PP e dos deputados socialistas Matilde Sousa Franco, Teresa Venda e Maria Rosário Carneiro, enquanto o BE absteve-se.
Segundo o diploma hoje aprovado, no ano lectivo de 2009/2010 todos os agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas deverão ter em funcionamento gabinetes de apoio e informação e é a estes que cabe, em articulação com as unidades de saúde, assegurar "aos alunos o acesso aos meios contraceptivos adequados".
quarta-feira, 3 de junho de 2009
PROJECTO DE AVALIAÇÃO EM REDE (PAR)
O projecto PAR é um projecto de uma rede de aprendentes no âmbito da auto-avaliação de escola. Assente numa lógica de habilitar os actores das escolas, o PAR tem como principal objectivo apoiar as equipas de auto-avaliação a desenvolver dispositivos úteis à construção e regulação das acções necessárias à melhoria da escola. No âmbito do PAR e sempre com o objectivo da partilha em rede, estão previstas actividades abertas, tais como, encontros temáticos com investigadores / especialistas.
2.º Encontro Temático
Abordagens Quantitativas e Qualitativas em Avaliação
sábado.27.06.09
Anfiteatro do Centro Multimedia
Instituto de Educação e Psicologia
Campus de Gualtar Universidade do Minho
Abordagens Quantitativas e Qualitativas em Avaliação
sábado.27.06.09
Anfiteatro do Centro Multimedia
Instituto de Educação e Psicologia
Campus de Gualtar Universidade do Minho
Projecto de Avaliação em Rede
e-mail: proj.avaliacao.em.rede@gmail.com
url: http://sites.google.com/site/parencontrostematicos
segunda-feira, 1 de junho de 2009
AVALIADORES SÓ COM ESPECIALIZAÇÃO
A senhora Ministra da Educação tem afirmado em diversas ocasiões que os professores sabem avaliar o desempenho docente. E isto porque avaliam os seus alunos e, portanto, sabem como a avaliação se processa; porque estão na escola e, portanto, têm conhecimento do ethos em que a avaliação ocorre; porque desenvolvem estratégias e instrumentos para concretizar as directrizes da tutela e, portanto, são parte activa na construção do modelo de avaliação; etc.
Ora, não é preciso ser-se muito entendido em matéria de pedagogia para se perceber que avaliar os professores não é a mesma coisa que avaliar os alunos, que a avaliação colegial pode ser (e geralmente é) uma enorme dor de cabeça, que as estratégias e instrumentos de avaliação requerem um referencial que não pode derivar apenas e só do entendimento de cada escola…
Parece que o Conselho Científico para a Avaliação dos Professores, depois de investigar, se pronunciou sobre o assunto. O seu presidente, Alexandre Ventura salientou ao Diário de Notícias que, entre vários problemas, muitos professores “alegam falta de experiência, pouco à vontade para apreciar o trabalho dos seus pares, que se reflecte no receio de que isso afecte o relacionamento interpessoal, ou falta de perfil” e que “alguns avaliados não reconhecerem competências pedagógicas aos avaliadores”.
Aqui ocorre-me uma pergunta: estes dados não seriam de prever? Mesmo sem investigação no contexto português, temos investigação suficiente que permite evitar o que aqui se refere.Esta pergunta sugere-me outra: a lógica não deveria ter sido: investigação, formação e aplicação, uma coisa depois da outra, em vez de aplicação, investigação enquanto se aplica, e formação depois e durante a aplicação?Só mais uma nota: recomenda este Conselho que os professores avaliadores façam formação em instituição de ensino superior, sendo que as acções de “algumas dezenas de horas não são suficientes para dotar os avaliadores das competências necessárias”.
Quem se pode opor a tal proposta? É claro que os professores, a terem de avaliar, devem saber o que fazer e como fazer, mas conseguirão arranjar tempo para mais esta formação, que se quer de médio ou longo duração?
Se conseguirem, até poderão ficar aptos para avaliar o ensino e para serem avaliados, mas como encontrarão disponibilidade e calma para concretizar a sua principal tarefa, que é, lembremos: preparar o ensino, ensinar e avaliar os alunos?
Quem se pode opor a tal proposta? É claro que os professores, a terem de avaliar, devem saber o que fazer e como fazer, mas conseguirão arranjar tempo para mais esta formação, que se quer de médio ou longo duração?
Se conseguirem, até poderão ficar aptos para avaliar o ensino e para serem avaliados, mas como encontrarão disponibilidade e calma para concretizar a sua principal tarefa, que é, lembremos: preparar o ensino, ensinar e avaliar os alunos?
Helena Damião
Consultora do CFIAP
domingo, 31 de maio de 2009
BIG BEN HÁ 150 ANOS
Situa-se no edifício do Parlamento britânico e tornou-se, por mérito próprio, num ícone de Londres. Chama-se Big Ben e é um dos instrumentos mais imponentes para medir o tempo em todo o mundo. Foi inaugurado faz hoje 150 anos e deve a sua alcunha a uma homenagem ao responsável pelas Obras Públicas na Grã-Bretanha na época, Benjamin Hall.
Contra bombas, incêndios e avarias, tem marcado as horas desde 1859, sobrepondo-se até à eloquência dos deputados britânicos. Que continue a contar muitos e bons anos...
É antigo, é grande, faz barulho, é - muito - certinho. É o Big Ben, o relógio que há 150 anos dá as horas (as meias horas e os quartos de hora) na capital britânica, Londres.
É antigo, é grande, faz barulho, é - muito - certinho. É o Big Ben, o relógio que há 150 anos dá as horas (as meias horas e os quartos de hora) na capital britânica, Londres.
O Big Ben é o símbolo da Inglaterra vitoriana que estende a sua sombra - e os seus sons - sobre uma Londres plenamente no século XXI e que hoje assinala século e meio de existência de forma discreta: está prevista apenas a inauguração de uma exposição. Esta é mesmo a única forma dos estrangeiros conhecerem o interior do relógio, já que não é permitida a visita a naturais de outros países. E mesmo os britânicos só podem visitá-lo, contactando o deputado da respectiva circunscrição eleitoral.
Escrevia ontem a Lusa, a partir de Londres, que o tempo médio de espera para uma visita pode ir até aos seis meses. E, mesmo no interior do edifício do relógio, a visita não será um passeio: o espaço é reduzido e até ao cimo são quase 400 degraus que se elevam até à altura dum edifício de 16 andares.
As medidas de segurança são, naturalmente, outro obstáculo, atendendo ao especial estatuto do edifício em que se encontra, o do Parlamento. Inicialmente, os membros do Parlamento não ficaram entusiasmados com a inauguração do Big Ben, os sons dos sinos e do carrilhão sobrepunham-se às artes oratórias dos tribunos britânicos. (...)
As medidas de segurança são, naturalmente, outro obstáculo, atendendo ao especial estatuto do edifício em que se encontra, o do Parlamento. Inicialmente, os membros do Parlamento não ficaram entusiasmados com a inauguração do Big Ben, os sons dos sinos e do carrilhão sobrepunham-se às artes oratórias dos tribunos britânicos. (...)
sábado, 30 de maio de 2009
PROFESSORES MANIFESTAM-SE EM LISBOA

A Federação de Professores estimou, este sábado, em 80 mil as pessoas que percorrem a Avenida da Liberdade na manifestação dos docentes convocada pelos sindicatos do sector, mas a PSP aponta para 55 mil.
Manuel Grilo, do secretariado da Fenprof, garantiu à Agência Lusa que 80 mil pessoas manifestam-se na Avenida da Liberdade, em Lisboa, percorrendo o trajecto Marquês de Pombal-Restauradores, em protesto contra a política educativa do Governo.
Manuel Grilo, do secretariado da Fenprof, garantiu à Agência Lusa que 80 mil pessoas manifestam-se na Avenida da Liberdade, em Lisboa, percorrendo o trajecto Marquês de Pombal-Restauradores, em protesto contra a política educativa do Governo.
ALTERAÇÃO AO PF 2009 - ACÇÃO 1
sexta-feira, 29 de maio de 2009
quinta-feira, 28 de maio de 2009
O DIREITO DAS CRIANÇAS A SEREM PROTEGIDAS

Em 26 de Setembro de 1924 a Assembleia da, então, Liga das Nações enunciou o direito que toda a criança tem de ser protegida. Esse direito ficou reconhecido na Declaração de Genebra dos Direitos da Criança.
Passados 22 anos, em 1946, as Nações Unidas, acolheram uma recomendação para que a essa Declaração “obrigasse os povos” a reconhecer tal direito.
Em de 20 de Novembro de 1959, na Assembleia Geral das Nações Unidas, aprovou-se, por unanimidade, a Declaração dos Direitos da Criança, onde se plasmou, de modo inequívoco, “que a humanidade deve à criança o melhor de seus esforços”.
Em 20 de Novembro de 1989 foi adoptada também por unanimidade, e também na Assembleia Geral das Nações Unidas, a Convenção sobre os Direitos da Criança, a qual foi ratificada em Portugal em 21 de Setembro de 1990.
À luz da investigação psicológica, estes documentos têm pleno sentido, pois todos os estudos de carácter transversal (quando os sujeitos são observados num determinado momento) e longitudinal (quando os sujeitos são observados ao longo dum período de tempo alargado, que pode ser o tempo de vida), indicam, de modo inequívoco, a importância das relações precoces entre a criança e uma ou várias figuras adultas com características maternais, para a qualidade do seu estado físico, cognitivo, afectivo e social. A falta destas figuras ou a sua inadequação compromete, portanto, estas áreas de desenvolvimento.
De modo mais específico, tem-se apurado que esse comprometimento depende de vários factores internos e externos à criança, nomeadamente daqueles que se prendem com as suas próprias características e estado geral de saúde (algumas crianças são mais vulneráveis, outras mais resistentes), da idade em que são expostas a adversidades, do tempo de exposição, das condições materiais e relacionais que lhe são proporcionadas.
Tem-se apurado, também, que esse comprometimento pode ser mais ou menos pronunciado, mas ocorre sempre. E, mais: perdura ao longo da infância, da adolescência e da adultez. Ainda que se possa diluir ao longo da vida, caso as relações interpessoais sejam repostas a um nível aceitável, certas sequelas mantêm-se, traduzindo-se no défice de bem-estar físico e psicológico, na opção por percursos marginais, nas ligações ocasionais com outrem, e na própria incapacidade de se tornar pai ou mãe.
Ou seja, a razoabilidade e o conhecimento científico de que dispomos indicam-nos, de modo inequívoco, que, pelo facto de, como humanos, não nascermos terminados, temos uma obrigação: não só manter como reforçar a nossa Humanidade. Essa obrigação passa, antes do mais, por proteger o mais que for possível a infância e a juventude.
Os casos mediáticos, e aqueles que não o são, de crianças que, por motivos estranhos, se fazem passar de mão em mão, não podem deixar de nos interrogar: será que estamos, de facto, a mostrar a nossa Humanidade?
Passados 22 anos, em 1946, as Nações Unidas, acolheram uma recomendação para que a essa Declaração “obrigasse os povos” a reconhecer tal direito.
Em de 20 de Novembro de 1959, na Assembleia Geral das Nações Unidas, aprovou-se, por unanimidade, a Declaração dos Direitos da Criança, onde se plasmou, de modo inequívoco, “que a humanidade deve à criança o melhor de seus esforços”.
Em 20 de Novembro de 1989 foi adoptada também por unanimidade, e também na Assembleia Geral das Nações Unidas, a Convenção sobre os Direitos da Criança, a qual foi ratificada em Portugal em 21 de Setembro de 1990.
À luz da investigação psicológica, estes documentos têm pleno sentido, pois todos os estudos de carácter transversal (quando os sujeitos são observados num determinado momento) e longitudinal (quando os sujeitos são observados ao longo dum período de tempo alargado, que pode ser o tempo de vida), indicam, de modo inequívoco, a importância das relações precoces entre a criança e uma ou várias figuras adultas com características maternais, para a qualidade do seu estado físico, cognitivo, afectivo e social. A falta destas figuras ou a sua inadequação compromete, portanto, estas áreas de desenvolvimento.
De modo mais específico, tem-se apurado que esse comprometimento depende de vários factores internos e externos à criança, nomeadamente daqueles que se prendem com as suas próprias características e estado geral de saúde (algumas crianças são mais vulneráveis, outras mais resistentes), da idade em que são expostas a adversidades, do tempo de exposição, das condições materiais e relacionais que lhe são proporcionadas.
Tem-se apurado, também, que esse comprometimento pode ser mais ou menos pronunciado, mas ocorre sempre. E, mais: perdura ao longo da infância, da adolescência e da adultez. Ainda que se possa diluir ao longo da vida, caso as relações interpessoais sejam repostas a um nível aceitável, certas sequelas mantêm-se, traduzindo-se no défice de bem-estar físico e psicológico, na opção por percursos marginais, nas ligações ocasionais com outrem, e na própria incapacidade de se tornar pai ou mãe.
Ou seja, a razoabilidade e o conhecimento científico de que dispomos indicam-nos, de modo inequívoco, que, pelo facto de, como humanos, não nascermos terminados, temos uma obrigação: não só manter como reforçar a nossa Humanidade. Essa obrigação passa, antes do mais, por proteger o mais que for possível a infância e a juventude.
Os casos mediáticos, e aqueles que não o são, de crianças que, por motivos estranhos, se fazem passar de mão em mão, não podem deixar de nos interrogar: será que estamos, de facto, a mostrar a nossa Humanidade?
Helena Damião
Consultora do CFIAP
quarta-feira, 27 de maio de 2009
ALTERAÇÃO AO INÍCIO DA ACÇÃO 9
FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 12
ACÇÃO 12 - "A contabilidade de gestão como instrumento empresarial" (Grupos 430 e 530)
Efectivos:
(Inicia a 22 de Junho na Escola Secundária Adolfo Portela))
Anabela de Melo Soares Duarte
António Manuel Carvalho da Silva
António Manuel Oliveira Fazendeiro
Carla Sofia de Ornelas Resende Correia
Cristina Maria Marques Moura Coelho
Eurico Manuel Carreira Machado Costa
Isabel do Carmo Batista Gil
José António Alvelos Pacheco
José Carlos de Oliveira Carvalho
José Joaquim Ferreira da Cunha
José Manuel Neves Amaral
Maria Adosinda Rocha de Jesus Ribeiro
Maria da Glória Fernandes Abreu
Maria Irene Martinho de Almeida
Maria João Esteves Breda do Vale
Paula Alexandra da Costa Figueira
Rui Manuel dos Santos Marques
Sandra Manuela Pereira de Bastos Coutinho
Efectivos:
(Inicia a 22 de Junho na Escola Secundária Adolfo Portela))
Anabela de Melo Soares Duarte
António Manuel Carvalho da Silva
António Manuel Oliveira Fazendeiro
Carla Sofia de Ornelas Resende Correia
Cristina Maria Marques Moura Coelho
Eurico Manuel Carreira Machado Costa
Isabel do Carmo Batista Gil
José António Alvelos Pacheco
José Carlos de Oliveira Carvalho
José Joaquim Ferreira da Cunha
José Manuel Neves Amaral
Maria Adosinda Rocha de Jesus Ribeiro
Maria da Glória Fernandes Abreu
Maria Irene Martinho de Almeida
Maria João Esteves Breda do Vale
Paula Alexandra da Costa Figueira
Rui Manuel dos Santos Marques
Sandra Manuela Pereira de Bastos Coutinho
FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 11
ACÇÃO 11 - "Sistema de Informação geográfica (SIG) no ensino" Grupo 420)
Ângela Marta Silva Lobo
Aurea Neves Pinto Moreira
Carla Margarida da Silva Oliveira
Graça Maria Lebre Fernandes
João Carlos Henriques
José Luis Rolo Rodrigues Maia
Leonor Augusta Nunes Delgado Ferreira
Luís António Rosmaninho de Campos Bandarra
Margarida Rosa Nazaré de Oliveira
Maria Albina Alves Gonçalves
Maria Hermínia da Costa Duarte Simões
Maria Madalena Flores F. Cláudio
Mário José Fonseca Lopes
Nelson Manuel Caçoilo Vieira
Simone Silva dos Santos Tomé
Sónia Nunes Ferreira Simões
Susana Alexandra Sá Pinto
Vera Lúcia Ladeira
Efectivos:
(Inicia a 6 de Junho, na Escola Secundária Adolfo Portela)
Ana Paula Gonçalves MagalhãesÂngela Marta Silva Lobo
Aurea Neves Pinto Moreira
Carla Margarida da Silva Oliveira
Graça Maria Lebre Fernandes
João Carlos Henriques
José Luis Rolo Rodrigues Maia
Leonor Augusta Nunes Delgado Ferreira
Luís António Rosmaninho de Campos Bandarra
Margarida Rosa Nazaré de Oliveira
Maria Albina Alves Gonçalves
Maria Hermínia da Costa Duarte Simões
Maria Madalena Flores F. Cláudio
Mário José Fonseca Lopes
Nelson Manuel Caçoilo Vieira
Simone Silva dos Santos Tomé
Sónia Nunes Ferreira Simões
Susana Alexandra Sá Pinto
Vera Lúcia Ladeira
terça-feira, 26 de maio de 2009
DIA EUROPEU DOS VIZINHOS

Pedir um pacote de leite emprestado, deixar os filhos durante a tarde, pedir para regar as plantas num fim-de-semana, ou simplesmente dizer bom dia pela manhã. São comportamentos típicos entre vizinhos, pelo menos os de antigamente. Hoje em dia, os tempos trouxeram outro ritmo de vida que não incentiva a vizinhança.
Para fomentar uma sociedade mais sociável e solidária, foi criado o Dia Europeu dos Vizinhos, que se assinala hoje, terça-feira. A Federação Europeia de Solidariedade Local nomeou o Comité de Coordenação de Habitação Social para a organização da iniciativa em Portugal.
“O Dia Europeu dos Vizinhos foi um dia criado para minimizar alguns problemas da nossa sociedade como a indiferença, a perda dos valores sociais que as sociedades têm vindo a criar com o desenvolvimento”, diz Sandro Bernardo.(...)"
O SABER ADQUIRIDO PELA EXPERIÊNCIA

“Ensinar é, antes de mais, fabricar artesanalmente os saberes, tornando-os ensináveis, exercitáveis e passíveis de avaliação no quadro de (…) um sistema de comunicação e trabalho.”
Philippe Perrenoud, 1993, 25.
Philippe Perrenoud, 1993, 25.
Apesar de ter raízes antigas e de não ser inteiramente original, depois dos anos de 1980, um movimento que é conhecido por movimento da prática reflexiva tem-se afirmado com grande força em diversos sectores profissionais.
Este movimento, não sendo uno, no sentido em que defende um corpo bem delimitado de ideias, acentua a capacidade que todas as pessoas terão para observar, investigar, analisar, indagar, questionar, pensar autonomamente a sua acção, que tem lugar num determinado contexto e, em função da reflexão que fazem do mesmo – de modo individual ou colegial –, construírem saberes particulares ou, mais propriamente, “teorias práticas”.
Assim, expressões como prática reflexiva, desempenho reflexivo, formação reflexiva, acção reflexiva tornaram-se incontornáveis nos discursos académicos e oficiais sobre o ensino, estando presentes e ocupando um lugar de destaque nas mais diversas reformas educativas e programas de formação de professores. Essa presença encerra, porém, tanto de confusão conceptual como de entusiasmo aguerrido.
E é precisamente quando estes dois ingredientes se juntam, que emerge a ideia de que não é possível ensinar nada com carácter teórico a ninguém – no sentido de saber abstracto, fruto do apuramento de princípios, regras, procedimentos, leis, etc. –, e muito menos de modo teórico – ou seja, comunicando e integrando saber. Entende-se, ao contrário, que as pessoas só aprendem verdadeiramente de forma “artesanal”, ou seja se se confrontarem com a prática real, concreta, localizada, e com os problemas particulares que ela sugere, sendo que neste quadro, ao reflectirem, encontrarão as soluções, sempre únicas, específicas, para tais problemas.
Tal lógica indica que os bons profissionais, que resolvem problemas complexos e singulares, são aqueles que se regem por um conhecimento eminentemente tácito, que conseguem apurar e usar mas não conseguem explicar inteiramente e, muito menos, especificar. Por outro lado, ninguém do exterior ao um determinado ethos profissional pode ter a pretensão de alcançar o mesmo conhecimento e, nessa medida, de apresentar conhecimento que possa contribuir para a resolução de tais problemas. (...)
Helena Damião
Consultora do CFIAP
segunda-feira, 25 de maio de 2009
AVALIAÇÃO COM SENTIDO(S)

Nunca como hoje a avaliação surgiu como uma das palavras passe-partout, abusiva e prosaicamente utilizada nos mais variados campos e cuja mera invocação parece provocar um efeito mágico na resolução de todos os problemas. O verbo avaliar é, actualmente, recorrente na retórica político-partidária e a defesa de uma "cultura de avaliação", em todos os sectores de acção estatal e da sociedade, tornou-se um lugar-comum, sendo concomitante (colaborante?) com a expansão e consolidação do paradigma da performatividade generalizada, anunciado como traço fundamental da nossa "condição pós-moderna".
A descentralização de meios e a definição de objectivos nacionais e de patamares de resultados são duas tendências que marcam a generalidade dos países europeus e justificam, grandemente, o destaque atribuído à avaliação. Deste ponto de vista, a autonomia dos serviços públicos, consubstanciando uma delegação de poder, tem inerente a responsabilização, a negociação e a transparência, a definição de metas, a recolha de informação e a avaliação.(...)
Parece que, quanto menos se está de acordo sobre o que se quer das instituições e da educação, mais se receita a avaliação, como se dela viessem as respostas aos problemas centrais ou como se constituísse, em si, uma política ou um valor. Nesse sentido, a questão pertinente será: como pode a avaliação alimentar a lucidez?(...)
Maria Palmira Alves
Eusébio André Machado
in, Avaliação com sentido(s): contributos e questionamentos (2008)
domingo, 24 de maio de 2009
TERÇAS-FEIRAS DE MINERVA
Ciclo de Conferências nas "Terças-Feiras de Minerva"
Realiza-se no próximo dia 26 de Maio, pelas 18h15, a décima quarta sessão do ciclo
"O dever de educar"
Título: "O dever de educar para a Matemática"

Nesta sessão centramo-nos no dever de educar para a matemática, uma das prioridades dos sistemas educativos actuais. Esta prioridade tem sentido? Estaremos a assumi-la correctamente?
E, o que podemos fazer para melhorar a educação das crianças e dos jovens nesta área?
É convidada Natália Bebiano, professora do Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra, responsável por diversas iniciativas de divulgação e educação matemática.
Local: Livraria Minerva (Rua de Macau, n.º 52 - Bairro Norton de Matos) em Coimbra.
Próxima sessão: 9 de Junho.
As sessões deste ciclo são quinzenais e estão abertas ao público (com certificado de presença) e a organização é de Helena Damião, João Boavida, Isabel de Carvalho Garcia, Mónica Vieira e Aurora Viães.
INTERNET ALTERA HÁBITOS

Dados de Bruxelas continuam a indicar que Portugal tem uma das maiores taxas de «analfabetismo informático» na Europa. No entanto, de acordo com a Lusa, a Internet alterou radicalmente os hábitos sociais, de acesso à informação e ao conhecimento dos portugueses. 

O presidente da Agência para a Sociedade do Conhecimento (UMIC), afirma que «a Internet alterou de forma radical a forma de viver das pessoas nas suas diversas formas de interacção social, acesso à informação e ao conhecimento» (...)
Quem «não souber utilizar a Internet está fortemente limitada em relação às suas capacidades de expressão cultural, social e artística e possibilidades de emprego e actividade económica». O presidente da UMIC lembra que a utilização da web já é uma «realidade incontornável, tanto no mundo dos negócios, como nas escolas». (...)
sábado, 23 de maio de 2009
TRABALHO VOLUNTÁRIO PARA PROFESSORES APOSENTADOS

Segundo o decreto-lei publicado no Diário da República, o trabalho voluntário realizado por pessoal docente aposentado pode ocorrer apenas mediante a expressa manifestação de vontade por parte da escola, em consonância com o princípio da autonomia do estabelecimento.
De acordo com este princípio, cabe ao órgão executivo da escola a aprovação de um programa de voluntariado e a eventual selecção do candidato que considere reunir o perfil adequado para as funções em causa.
Entre as actividades que os professores em regime de voluntariado podem desempenhar contam-se, designadamente, as seguintes:
- Apoio à formação de professores e pessoal não docente;
- Planeamento e realização de acções de formação para encarregados de educação;
- Apoio a professores na programação e na construção de materiais didácticos;
- Acompanhamento a alunos em salas de estudo e desempenho de funções de tutoria;
- Integração de alunos imigrantes, através do reforço do ensino da língua portuguesa e da ajuda ao estudo nas diversas disciplinas;
- Ajuda ao funcionamento das bibliotecas escolares e dos centros de recursos educativos;
- Planeamento e realização de acções de formação para encarregados de educação;
- Apoio a professores na programação e na construção de materiais didácticos;
- Acompanhamento a alunos em salas de estudo e desempenho de funções de tutoria;
- Integração de alunos imigrantes, através do reforço do ensino da língua portuguesa e da ajuda ao estudo nas diversas disciplinas;
- Ajuda ao funcionamento das bibliotecas escolares e dos centros de recursos educativos;
- Apoio a visitas de estudo.
(...)
(In Portal da Educação)
OS FILMES DA VIDA DELE

“... um clima cada vez maior, que é a rejeição de um passado. Como a pessoa que, quando eu digo que vi um filme óptimo, me pergunta: «Mas onde está esse filme?», «Passou na Cinemateca. É um filme de 1940.», «Que horror, filmes antigos. É a preto e branco? Não vou ver.» Isso não acontece em nenhuma outra arte (…). Ninguém considera Bach muito antigo. Ou Dante, Homero. Porque é que no cinema se cria uma mentalidade desse género, ligado às modas: «Um filme com mais de cinco ou dez anos já não interessa, isso é do tempo da Maria Cachucha»? Isso é que é a aberração, não tenho nada contra o que se faz hoje, o bom que se continua a fazer."
Professor pode muito bem ser quem nos ensina, mesmo sem saber que nos ensina. Professor pode muito bem ser quem conhecemos, mesmo que não nos conheça.
Sei muito pouco de cinema, mas muito do pouco que sei aprendi-o com João Bénard da Costa. Seguia-o na televisão, nos jornais e nos livros ao longo de vários anos. O seu dizer e escrever fez-me ver filmes que eu nunca teria descoberto e alguns que vi por acaso ou por minha iniciativa, tornaram-se noutros, às vezes muito diferentes, depois de o ouvir dissertar sobre eles.
Era uma visão muito própria, disseram-me uma vez. Obviamente. Mas era uma visão de pormenor, literária, de alguém de deita um olhar atento, valorativo. Visão que, aliás, Bénard da Costa assumia e, mais, declarou no título da sua obra, em dois volumes, que reúne ensaios dispersos: “Os filmes da minha vida” (no primeiro volume reforça a ideia, acrescentando o subtítulo “Os meus filmes da vida”).
Quando um professor, que é professor, morre, os que ficam sentem que ainda precisavam dele. É o caso.
Sei muito pouco de cinema, mas muito do pouco que sei aprendi-o com João Bénard da Costa. Seguia-o na televisão, nos jornais e nos livros ao longo de vários anos. O seu dizer e escrever fez-me ver filmes que eu nunca teria descoberto e alguns que vi por acaso ou por minha iniciativa, tornaram-se noutros, às vezes muito diferentes, depois de o ouvir dissertar sobre eles.
Era uma visão muito própria, disseram-me uma vez. Obviamente. Mas era uma visão de pormenor, literária, de alguém de deita um olhar atento, valorativo. Visão que, aliás, Bénard da Costa assumia e, mais, declarou no título da sua obra, em dois volumes, que reúne ensaios dispersos: “Os filmes da minha vida” (no primeiro volume reforça a ideia, acrescentando o subtítulo “Os meus filmes da vida”).
Quando um professor, que é professor, morre, os que ficam sentem que ainda precisavam dele. É o caso.
Helena Damião
Consultora do CFIAP
sexta-feira, 22 de maio de 2009
ALTERAÇÃO AO PF 2009
FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 21
ACÇÃO 21 - "Avaliação de competências na língu inglesa - objectivos e instrumentos" (Grupos 220 e 330)
Efectivos:
(Inicia a 6 de Junho na Escola Secundária Adolfo Portela)
Alexandra P. Larmand Blanc A. C. P. Rosmaninho
Ana Cristina Saraiva Simões Correia
Ana Isabel Pereira Ramos M. V. Miranda
Ana Mafalda Silva Teiga
Glória Maria Fernandes Costa Neves
João de Miranda Maranhão
Ligia Maria Oliveira Santos Almeida
Maria de Fátima Martins Pereira Tavares
Maria José Matos Saraiva Pinto
Maria Manuela Baptista Martins
Patrícia de Jesus de Oliveira S. Pires
Sandra Cristina Alves Vieira
Zélia Maria Silva Maia Ferreira
Efectivos:
(Inicia a 6 de Junho na Escola Secundária Adolfo Portela)
Alexandra P. Larmand Blanc A. C. P. Rosmaninho
Ana Cristina Saraiva Simões Correia
Ana Isabel Pereira Ramos M. V. Miranda
Ana Mafalda Silva Teiga
Glória Maria Fernandes Costa Neves
João de Miranda Maranhão
Ligia Maria Oliveira Santos Almeida
Maria de Fátima Martins Pereira Tavares
Maria José Matos Saraiva Pinto
Maria Manuela Baptista Martins
Patrícia de Jesus de Oliveira S. Pires
Sandra Cristina Alves Vieira
Zélia Maria Silva Maia Ferreira
quinta-feira, 21 de maio de 2009
FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 19
ACÇÃO 19 - "Novos recursos, novas práticas no ensino das línguas" (Grupos 210, 220, 310, 320, 330, 340 e 350)
Efectivos:
(Inicia a 29 de Maio, na Escola Secundária Adolfo Portela)
Ana Cláudia Santos Calhoa Mano Soares
Anabela Simões Santos
Célia Maria Caetano Encarnação da Cruz
Cláudia Sofia Ferreira Marques
José Francisco Almeida Rodrigues
Liliana Margarida Silva Carvalho
Luciana Isabel de Carvalho Henriques
Maria Alice Rodrigues Martins
Maria Clara de Jesus Veiga
Maria Cristina Fonseca da Silva Moura
Maria Cristina M. C. R. Carvalho
Maria de Lurdes Felix de Carvalho
Maria Fernanda Costa Neves de Melo Cabral
Maria Isabel de Almeida Trindade e Silva
Maria Lina Rodrigues de Oliveira Gaio
Maria Lisete Pereira Pais
Maria Manuela Melo Laranjeira
Nelly dos Santos Moreira
Paulo Jorge Pedrosa Santos Gomes
Ricardo Jorge Fernandes Carvalho
Efectivos:
(Inicia a 29 de Maio, na Escola Secundária Adolfo Portela)
Ana Cláudia Santos Calhoa Mano Soares
Anabela Simões Santos
Célia Maria Caetano Encarnação da Cruz
Cláudia Sofia Ferreira Marques
José Francisco Almeida Rodrigues
Liliana Margarida Silva Carvalho
Luciana Isabel de Carvalho Henriques
Maria Alice Rodrigues Martins
Maria Clara de Jesus Veiga
Maria Cristina Fonseca da Silva Moura
Maria Cristina M. C. R. Carvalho
Maria de Lurdes Felix de Carvalho
Maria Fernanda Costa Neves de Melo Cabral
Maria Isabel de Almeida Trindade e Silva
Maria Lina Rodrigues de Oliveira Gaio
Maria Lisete Pereira Pais
Maria Manuela Melo Laranjeira
Nelly dos Santos Moreira
Paulo Jorge Pedrosa Santos Gomes
Ricardo Jorge Fernandes Carvalho
FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 18
ACÇÃO 18 - "Desenho assistido por computador 3D - Desenvolvimento de projectos gráficos" (Grupos 240, 530, 540 e 600)
Efectivos:
(Inicia a 23 de Junho, na Escola Secundária Marques de Castilho)
Amândio Jesus Conceição Areias
Américo Pedro Peixeiro Gonçalves
Amilcar Santiago de Almeida
Ângela Maria Vasconcelos de A. Ferreira
António César Almeida Silva Garcia Conceição
António Leonel do Passo Araújo
António Manuel Almeida Nunes
António Marques Miranda
Claudina Maria Viegas Mendes Conde
Darlene Nunes Oliveira
Fernando Manuel Machado Cordeiro
Ivo Alberto Dias da Cruz
José Paulo Alves Corceiro
Leandro Emanuel Rodrigues Machado
Lilimar Neves Jesus
Luísa Paula M. F. R. Santos
Manuel Alberto Santos de Oliveira
Paulo Jorge Oliveira Santos
Sara Margarida Pedrosa Campinho
Teresa Mendes Nogueira da Silva Sacarrão
Efectivos:
(Inicia a 23 de Junho, na Escola Secundária Marques de Castilho)
Amândio Jesus Conceição Areias
Américo Pedro Peixeiro Gonçalves
Amilcar Santiago de Almeida
Ângela Maria Vasconcelos de A. Ferreira
António César Almeida Silva Garcia Conceição
António Leonel do Passo Araújo
António Manuel Almeida Nunes
António Marques Miranda
Claudina Maria Viegas Mendes Conde
Darlene Nunes Oliveira
Fernando Manuel Machado Cordeiro
Ivo Alberto Dias da Cruz
José Paulo Alves Corceiro
Leandro Emanuel Rodrigues Machado
Lilimar Neves Jesus
Luísa Paula M. F. R. Santos
Manuel Alberto Santos de Oliveira
Paulo Jorge Oliveira Santos
Sara Margarida Pedrosa Campinho
Teresa Mendes Nogueira da Silva Sacarrão
FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 16
ACÇÃO 16 - "Ensino experimental das ciências: (re)pensar o ensino das ciências" (Grupos 230, 510 e 520)
Efectivos:
(Inicia a 4 de Junho, na Escola Secundária Adolfo Portela)
Adélia Almeida Sousa Farias
Ana Paula Correia Cardoso Seabra
Branca Maria Goulart de Mendonça Azevedo
Carmina Maria Santiago Norte
Cláudia Patrícia Jorge de Matos
Delfina Maria Madeira Ferreira
Dina da Conceição Tavares M. e Macedo
Élia Sandra da Silva Santos
Guilherme José Campos Duarte
Laura Maria Moreira Ferreira Costa
Maria Daniel Geraldo Marques Silva
Maria Helena Ferreira da Conceição Domingues
Maria Isabel Bento S. Parreira Pinguicha Miranda
Olga Sandra Moreira de Pinho
Vera Filipa Calejo Campos
Suplentes:
Rui Pedro Lopes Nunes
Fernanda de Almeida Lopes
Fernanda Maria Conceição Marques
Benvinda Manuela dos Santos M. R. Tavares
Isabel Cruz Viegas dos Santos
Cristina Maria Ferreira Gonçalves
Maria Alice Pereira de Almeida
Maria Manuela de Carvalho Vieira Bodas
Maria Margarida Santos Marques de Castilho
Ana Bela Lopes Correia Ferro
Maria Teresa Santos Pacheco
Ana Albertina Martins Pereira
Ana Cristina Ferreira Abrantes
Maria Alice Conceição Oliveira Carreira
Maria José Sucena Rodrigues Conceição
Rosa Maria Pereira Rodrigues Matos
Gracinda Maria Fernandes Ribeiro
Alexandrina Maria de Almeida Leitão
Filomena Isabel Mendes Cardoso
Alvaro Sérgio Barreto de Almeida
Isabel Maria Tojal M. Almeida
Ana Cecilia Inácio Sá Morais de Oliveira
Filipa Isabel Marques Sá Pereira
Sónia Margarida da Silva Tavares
Sandra Margarida Ferreira Rodrigues
Sandra Cristina Neto Monteiro
Efectivos:
(Inicia a 4 de Junho, na Escola Secundária Adolfo Portela)
Adélia Almeida Sousa Farias
Ana Paula Correia Cardoso Seabra
Branca Maria Goulart de Mendonça Azevedo
Carmina Maria Santiago Norte
Cláudia Patrícia Jorge de Matos
Delfina Maria Madeira Ferreira
Dina da Conceição Tavares M. e Macedo
Élia Sandra da Silva Santos
Guilherme José Campos Duarte
Laura Maria Moreira Ferreira Costa
Maria Daniel Geraldo Marques Silva
Maria Helena Ferreira da Conceição Domingues
Maria Isabel Bento S. Parreira Pinguicha Miranda
Olga Sandra Moreira de Pinho
Vera Filipa Calejo Campos
Suplentes:
Rui Pedro Lopes Nunes
Fernanda de Almeida Lopes
Fernanda Maria Conceição Marques
Benvinda Manuela dos Santos M. R. Tavares
Isabel Cruz Viegas dos Santos
Cristina Maria Ferreira Gonçalves
Maria Alice Pereira de Almeida
Maria Manuela de Carvalho Vieira Bodas
Maria Margarida Santos Marques de Castilho
Ana Bela Lopes Correia Ferro
Maria Teresa Santos Pacheco
Ana Albertina Martins Pereira
Ana Cristina Ferreira Abrantes
Maria Alice Conceição Oliveira Carreira
Maria José Sucena Rodrigues Conceição
Rosa Maria Pereira Rodrigues Matos
Gracinda Maria Fernandes Ribeiro
Alexandrina Maria de Almeida Leitão
Filomena Isabel Mendes Cardoso
Alvaro Sérgio Barreto de Almeida
Isabel Maria Tojal M. Almeida
Ana Cecilia Inácio Sá Morais de Oliveira
Filipa Isabel Marques Sá Pereira
Sónia Margarida da Silva Tavares
Sandra Margarida Ferreira Rodrigues
Sandra Cristina Neto Monteiro
FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 14
ACÇÃO 14 - "Sistemas operativos, programação e redes" (Grupo 550)
Efectivos:
(Inicia a 24 de Junho, na Escola Secundária Adolfo Portela)
Adriana Miranda Rodrigues
Ana Goreti Alves dos Santos
Ana Patrícia Teixeira Areias
António Ribeiro Lopes
Carla Anabela Albuquerque Faria
Elmano Eduardo Martins Campina
Emanuel José Almeida Marques
Filipe Tavares Brandão
Isabel Maria Sousa Marques
João Carlos de Noronha Xavier Simões
Joaquim Reis Ribeiro
Margarida Alexandra Fidalgo N. L. C. Costa
Maria Margarida de Bastos Rodrigues
Maria Olimpia Rodrigues Cardoso
Rosa Alice Ribeiro Baptista da Cruz
Sara Miguel Limas Dias
Sérgio Miguel Gomes de Almeida Martins
Sílvia Antunes da Silva Vaz
Sílvia Colaço Ribeiro
Sónia Margarida Ferreira de Bastos
Susana Isabel Seabra das Neves
Efectivos:
(Inicia a 24 de Junho, na Escola Secundária Adolfo Portela)
Adriana Miranda Rodrigues
Ana Goreti Alves dos Santos
Ana Patrícia Teixeira Areias
António Ribeiro Lopes
Carla Anabela Albuquerque Faria
Elmano Eduardo Martins Campina
Emanuel José Almeida Marques
Filipe Tavares Brandão
Isabel Maria Sousa Marques
João Carlos de Noronha Xavier Simões
Joaquim Reis Ribeiro
Margarida Alexandra Fidalgo N. L. C. Costa
Maria Margarida de Bastos Rodrigues
Maria Olimpia Rodrigues Cardoso
Rosa Alice Ribeiro Baptista da Cruz
Sara Miguel Limas Dias
Sérgio Miguel Gomes de Almeida Martins
Sílvia Antunes da Silva Vaz
Sílvia Colaço Ribeiro
Sónia Margarida Ferreira de Bastos
Susana Isabel Seabra das Neves
FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 9
ACÇÃO 9 - "O andebol em contexto escolar: do programa ao ensino do jogo" (Grupos 260 e 620)
Efectivos:
(Inicia a 13 de Junho, na Escola Secundária Adolfo Portela)
Alberto Micaelo Rodrigues Patrício
Ana Isabel da Fonseca Pereira de Sousa
Daniel Cardoso da Conceição
Filipe Miguel dos Santos Gomes
João Carlos Seabra da Silveira Costeira
João Miguel Fernandes de Faria
Jorge de Souza Gomes
Juan Carlos Caldeira Marques
Mário Pedro Rolo Assunção
Mário Rui Lapa Ferreira Novo
Neil Marques de Jesus
Renato José Naia Santos Marques
Rosa Helena Pereira Alves
Rui Manuel Ferreira Calhau
Sérgio Nuno Silva Lopes Q. Fernandes
Suplentes:
Jorge Filipe Cortez de Sá Marques
Eliana Patrícia Santos Oliveira
Marco António Matos Barata
Fernando Jorge Correia Portela
Paula Alexandra Nogueira da Costa Marques
Ana Rita Soares de Almeida
Efectivos:
(Inicia a 13 de Junho, na Escola Secundária Adolfo Portela)
Alberto Micaelo Rodrigues Patrício
Ana Isabel da Fonseca Pereira de Sousa
Daniel Cardoso da Conceição
Filipe Miguel dos Santos Gomes
João Carlos Seabra da Silveira Costeira
João Miguel Fernandes de Faria
Jorge de Souza Gomes
Juan Carlos Caldeira Marques
Mário Pedro Rolo Assunção
Mário Rui Lapa Ferreira Novo
Neil Marques de Jesus
Renato José Naia Santos Marques
Rosa Helena Pereira Alves
Rui Manuel Ferreira Calhau
Sérgio Nuno Silva Lopes Q. Fernandes
Suplentes:
Jorge Filipe Cortez de Sá Marques
Eliana Patrícia Santos Oliveira
Marco António Matos Barata
Fernando Jorge Correia Portela
Paula Alexandra Nogueira da Costa Marques
Ana Rita Soares de Almeida
FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 8
ACÇÃO 8 - "Dança - uma abordagem no contexto escolar" (Grupos 260 e 620)
Efectivos:
(Inicia a 13 de Julho, na Escola Secundária Adolfo Portela)
Alice Miguel Campos de Mariz Martins Fernandes
Ana Barros Vila
Ana Maria Coelho Rebelo
Ana Paula Soares Calvo
Carla Alexandra Magalhães F. Sequeira
Carla Marina Serrão Andrade Ruela
Carla Sofia Pereira Borges
Helder Fernando Ferreira Nolasco
Isabel Maria de Fátima Martins Rei
Isabel Maria Nobre Andrade Sucena
José Carlos Raposo Marques Vidal
Luís Miguel de Almeida Lima
Maria de Fátima Nobre de Sena Simões
Matilde Paiva Carvalho Ferreira G. Fonseca
Oscar Domingos Dias Ferreira
Paulo Jorge Dias da Fonte
Pedro Miguel Sampaio de Carvalho de Tóvar Faro
Raquel Fernandes Lopes
Sandra Sofia de Figueiredo Riquito
Walter Nuno Nogueira Simões Veiga
Suplentes:
Efectivos:
(Inicia a 13 de Julho, na Escola Secundária Adolfo Portela)
Alice Miguel Campos de Mariz Martins Fernandes
Ana Barros Vila
Ana Maria Coelho Rebelo
Ana Paula Soares Calvo
Carla Alexandra Magalhães F. Sequeira
Carla Marina Serrão Andrade Ruela
Carla Sofia Pereira Borges
Helder Fernando Ferreira Nolasco
Isabel Maria de Fátima Martins Rei
Isabel Maria Nobre Andrade Sucena
José Carlos Raposo Marques Vidal
Luís Miguel de Almeida Lima
Maria de Fátima Nobre de Sena Simões
Matilde Paiva Carvalho Ferreira G. Fonseca
Oscar Domingos Dias Ferreira
Paulo Jorge Dias da Fonte
Pedro Miguel Sampaio de Carvalho de Tóvar Faro
Raquel Fernandes Lopes
Sandra Sofia de Figueiredo Riquito
Walter Nuno Nogueira Simões Veiga
Suplentes:
Leonor de Melo Gomes
Ana Paula Braga Marques
Ana Mafalda Oliveira Grilo
Pedro Silva Amaral
Maria João Ferreira de Melo Leite
Tiago Paupério Ferreira Vieira
Teresa Margarida da Rocha Rebelo
João Eduardo B. Braga
Paula Alexandra Nogueira da Costa Marques
Adriano José Batista Machado
Ana Rita Soares de Almeida
Juan Carlos Caldeira Marques
Jorge Filipe Cortez de Sá Marques
Fernando Jorge Correia Portela
FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 4
ACÇÃO 4 - "A utilização da máquina gráfica, interfaces e sensores compatíveis no âmbito do ensino da Matemática e da Física no Ensino Secundário" (Grupos 500 e 510)
Efectivos:
(Inicia no dia 18 de Junho, na Escola Secundária da Mealhada)
Ana Luísa Miguel Rodrigues
Cristina Maria Ferreira Pereira
David Orlando da Silva de Almeida
Eugénia Maria Ferreira Marques Dias
Helena Maria Marques Lopes
Isabel Cristina Fernandes da Cruz Antunes
Isabel Maria C. Boiça Costa
Isabel Maria Colaço de Oliveira
Jacinta Maria Pereira Matos
Joana Catarina Duarte Pires dos Reis
Maria Antónia Melo Santos Oliveira
Maria Cristina Albuquerque Fernandes
Maria da Graça Ferreira Inácio
Maria Gorete Fernandes Maio
Marta Isabel Monteiro A. B. Farinha Silva
Marta José Cardoso Oliveira
Paula Alexandra Gouveia da Silva Laranjeira
Paula Fernades Cruz Antunes
Raquel Catarina Batista de Jesus Grilo
Silvie Antunes Lima e Caldeira
Teresa Margarida Batista Ferraz da Silva
Suplentes:
Mafalda Alice Santos Pires
FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 2 - TURMA A
ACÇÃO 2 - "Trabalho prático e ensino experimental das ciências no Pré-escolar e no 1º CEB" (Grupos 100 e 110)
Turma A - Efectivos:
(Inicia no dia 30 de Maio na Escola Secundária Adolfo Portela)
Ana Maria Correia Cardoso
Cândida Maria Sousa de Almeida
Carla Maria Pires
Catarina Esmeralda da Silva Barreiros
Dolores Maria Silva Santos de Abreu
Donzilia Mendes Silva
Dulce Maria Neto Cravo
Eva Maria Ré Nunes Vidal
Isabel Maria Peixinho Martins Branco
Isabel Maria Santiago Ferreira
Maria Auzenda Lopes Dias dos Santos
Maria da Graça Carvalhinhos Marques Bastos
Maria de Lurdes Teixeira de Amorim
Maria José Pires Tavares Reis
Maria Madalena Saraiva de Carvalho Neves
Maria Manuela de Figueiredo Nolasco
Maria Odete Jesus Ribeiro
Maria Salomé da Silva Andrade Castro Azevedo
Sónia Maria Ferreira Zanancho
Teresa Mafalda Salvador Fernandes
Suplentes:
Maria da Graça Ferreira Palla Beirão
Isabel Maria de Freitas Estrela C. Viegas
Fátima do Rosário de Pinho Aires
Ana Maria Amaral Quinteiro
Maria Manuel Monteiro Damas
João Eduardo B. Braga
Alíria da Graça e Cunha
Paula Cristina Matos Marques
Bernardete da Conceição Santos Alves
Isabel Maria Nunes Lourenço Soares
Maria da Conceição Coleta dos Santos Cunha Pires
Maria Irene Gonçalves Costa Meireles
Maria Fernanda Mano Fontaínhas
Maria Corália de Jesus Simões
Maria José de Jesus Gomes
Elisa Maria dos Santos Melo
Maria João Pessoa Simões da Costa Almeida
Marcilda Maria Cancela Marques Rodrigues
Paula Isabel Costa Figueiredo
Maria Paula da Silva Rodrigues Soares
Isabel Alexandra Moreira dos Santos Correia
Rosa Maria Morais Estimado
Teresa Paula Rodrigues dos Santos
Fernando Jorge Correia Portela
Clara Manuela Canas Lousado Luxo
Turma A - Efectivos:
(Inicia no dia 30 de Maio na Escola Secundária Adolfo Portela)
Ana Maria Correia Cardoso
Cândida Maria Sousa de Almeida
Carla Maria Pires
Catarina Esmeralda da Silva Barreiros
Dolores Maria Silva Santos de Abreu
Donzilia Mendes Silva
Dulce Maria Neto Cravo
Eva Maria Ré Nunes Vidal
Isabel Maria Peixinho Martins Branco
Isabel Maria Santiago Ferreira
Maria Auzenda Lopes Dias dos Santos
Maria da Graça Carvalhinhos Marques Bastos
Maria de Lurdes Teixeira de Amorim
Maria José Pires Tavares Reis
Maria Madalena Saraiva de Carvalho Neves
Maria Manuela de Figueiredo Nolasco
Maria Odete Jesus Ribeiro
Maria Salomé da Silva Andrade Castro Azevedo
Sónia Maria Ferreira Zanancho
Teresa Mafalda Salvador Fernandes
Suplentes:
Maria da Graça Ferreira Palla Beirão
Isabel Maria de Freitas Estrela C. Viegas
Fátima do Rosário de Pinho Aires
Ana Maria Amaral Quinteiro
Maria Manuel Monteiro Damas
João Eduardo B. Braga
Alíria da Graça e Cunha
Paula Cristina Matos Marques
Bernardete da Conceição Santos Alves
Isabel Maria Nunes Lourenço Soares
Maria da Conceição Coleta dos Santos Cunha Pires
Maria Irene Gonçalves Costa Meireles
Maria Fernanda Mano Fontaínhas
Maria Corália de Jesus Simões
Maria José de Jesus Gomes
Elisa Maria dos Santos Melo
Maria João Pessoa Simões da Costa Almeida
Marcilda Maria Cancela Marques Rodrigues
Paula Isabel Costa Figueiredo
Maria Paula da Silva Rodrigues Soares
Isabel Alexandra Moreira dos Santos Correia
Rosa Maria Morais Estimado
Teresa Paula Rodrigues dos Santos
Fernando Jorge Correia Portela
Clara Manuela Canas Lousado Luxo
terça-feira, 19 de maio de 2009
FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 10
ACÇÃO 10 - "Filosofia - 10º ano: a discussão a partir de problemas" (Grupo 410)
(Inicia a 29 de Maio na Escola Secundária Adolfo Portela)
Efectivos:
Antónia de Jesus Ramalho do Cabo
Crisálida do Nascimento Martins
Eva Cristina Lemos Henriques Reis
Isabel Maria do Carmo Silva
Jorge Humberto Abrantes Pereira
José Manuel dos Santos Girão
Liliana Mafalda Oliveira Estima
Maria de Jesus da Silva Assunção
Maria Helena Neves Alves
Maria Helena Tavares da Costa
Maria Isabel T. Q. Aguiar Marçalo
Marta Alexandra Correia da Costa
Marta Susana Lopes Estrompa
Renaldo Ferreira Pereira do Bem
Rui da Câmara Cabral Cid Moreno
Suplentes:
Paulo Rui de Jesus Ferreira
Graça Maria Quintela do Amaral P. Vinhal
Óscar Miguel Silvestre Vale Leitão
(Inicia a 29 de Maio na Escola Secundária Adolfo Portela)
Efectivos:
Antónia de Jesus Ramalho do Cabo
Crisálida do Nascimento Martins
Eva Cristina Lemos Henriques Reis
Isabel Maria do Carmo Silva
Jorge Humberto Abrantes Pereira
José Manuel dos Santos Girão
Liliana Mafalda Oliveira Estima
Maria de Jesus da Silva Assunção
Maria Helena Neves Alves
Maria Helena Tavares da Costa
Maria Isabel T. Q. Aguiar Marçalo
Marta Alexandra Correia da Costa
Marta Susana Lopes Estrompa
Renaldo Ferreira Pereira do Bem
Rui da Câmara Cabral Cid Moreno
Suplentes:
Paulo Rui de Jesus Ferreira
Graça Maria Quintela do Amaral P. Vinhal
Óscar Miguel Silvestre Vale Leitão
FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 7
ACÇÃO 7 - "A Educação Tecnológica no contexto actual - concepção, construção e avaliação de recursos didácticos" (Grupos 240 e 530)
(Inicia a 27 de Maio na Escola Secundária Adolfo Portela)
Efectivos:
António José Coimbra Simões
António Luciano de Almeida Simões
António Manuel Cabral
António Manuel Portela Santos
Dulce Santos de Matos
Filomena Justino Baptista
Irene Conceição Santos Martins de Barros Moreira
José Avelino Bonifácio Carneiro
Luís Filipe Correia e Silva Rodrigues Fonseca
Manuel de Jesus Pagaimo
Margarida Guedes Andrade
Margarida Sofia Rodrigues Campos Morais
Maria Alice da Silva Madeira Rama
Maria Gracieta Gomes Ferreira
Maria Helena Pereira de Almeida
Maria Isabel Costa
Maria José Agria Pereira B. Pacheco
Maria José Gomes de Aguiar Silva
Paulo Ferreira dos Santos
Raquel Tavares Ferreira
Sandra Sofia Moreira Nunes Ferreira
Suplentes:
Teresa Glória Martins de Melo Nascimento
Margarida Isabel do E. Santo Jorge
(Inicia a 27 de Maio na Escola Secundária Adolfo Portela)
Efectivos:
António José Coimbra Simões
António Luciano de Almeida Simões
António Manuel Cabral
António Manuel Portela Santos
Dulce Santos de Matos
Filomena Justino Baptista
Irene Conceição Santos Martins de Barros Moreira
José Avelino Bonifácio Carneiro
Luís Filipe Correia e Silva Rodrigues Fonseca
Manuel de Jesus Pagaimo
Margarida Guedes Andrade
Margarida Sofia Rodrigues Campos Morais
Maria Alice da Silva Madeira Rama
Maria Gracieta Gomes Ferreira
Maria Helena Pereira de Almeida
Maria Isabel Costa
Maria José Agria Pereira B. Pacheco
Maria José Gomes de Aguiar Silva
Paulo Ferreira dos Santos
Raquel Tavares Ferreira
Sandra Sofia Moreira Nunes Ferreira
Suplentes:
Teresa Glória Martins de Melo Nascimento
Margarida Isabel do E. Santo Jorge
FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 5
ACÇÃO 5 - "Aplicações da calculadora gráfica no ensino básico da Matemática" (Grupos 230 e 500)
(Inicia a 26 de Maio na Escola Secundária da Mealhada)
Efectivos:
Alcina Paula dos Santos Magalhães
Ana Lúcia Silva Brandão
Ana Maria da Silva Gomes
António de Jesus de Assunção
António Manuel de Almeida Pereira
Cidália da Cruz Baptista
Elizabete José Martins Tomás
Júlio Manuel Simões Cruz
Licinia Maria Martins Simões Melo
Liliana Vanessa da Cruz Brinca Silva
Margarida Isabel Barreiros Fragoso Grilo
Maria Antónia Morgado Figueiredo
Maria de Fátima Teixeira da Costa
Maria do Rosário Caldeira Corrente Agra
Maria Goreti Graça de Silva
Olga Maria Rodrigues M. Santiago
Patrícia Maria André Madaíl
Paula Alexandra P. S. Santiago
Paula Cristina Silva Oliveira Monteiro
Teresa Batista Verdade Rosa
Suplentes:
Fátima Isabel Araújo Silva
(Inicia a 26 de Maio na Escola Secundária da Mealhada)
Efectivos:
Alcina Paula dos Santos Magalhães
Ana Lúcia Silva Brandão
Ana Maria da Silva Gomes
António de Jesus de Assunção
António Manuel de Almeida Pereira
Cidália da Cruz Baptista
Elizabete José Martins Tomás
Júlio Manuel Simões Cruz
Licinia Maria Martins Simões Melo
Liliana Vanessa da Cruz Brinca Silva
Margarida Isabel Barreiros Fragoso Grilo
Maria Antónia Morgado Figueiredo
Maria de Fátima Teixeira da Costa
Maria do Rosário Caldeira Corrente Agra
Maria Goreti Graça de Silva
Olga Maria Rodrigues M. Santiago
Patrícia Maria André Madaíl
Paula Alexandra P. S. Santiago
Paula Cristina Silva Oliveira Monteiro
Teresa Batista Verdade Rosa
Suplentes:
Fátima Isabel Araújo Silva
FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 15
ACÇÃO 15 - "Introdução às tecnologias musicais" (Grupos 250 e 610)
Inicia a 22 de Maio na Escola Secundária da Mealhada)
Efectivos:
Adelaide da Conceição O. Rodrigues
Arminda Maria Serra J. C. Urbano
José Dinis Ferreira da Silva
José Luciano Batista Gomes
Liliana Marques Pires
Luís Miguel Ferreira Moita
Luís Miguel Trepado Amaral
Margarida Maria Pereira Silva
Maria Antónia de Jesus Mota
Maria Conceição Pires Figueiredo e Silva
Maria de Fátima Oliveira Alves Silva
Maria Manuela Almeida Carregado
Vasco Miranda de Carvalho
Inicia a 22 de Maio na Escola Secundária da Mealhada)
Efectivos:
Adelaide da Conceição O. Rodrigues
Arminda Maria Serra J. C. Urbano
José Dinis Ferreira da Silva
José Luciano Batista Gomes
Liliana Marques Pires
Luís Miguel Ferreira Moita
Luís Miguel Trepado Amaral
Margarida Maria Pereira Silva
Maria Antónia de Jesus Mota
Maria Conceição Pires Figueiredo e Silva
Maria de Fátima Oliveira Alves Silva
Maria Manuela Almeida Carregado
Vasco Miranda de Carvalho
FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 6
ACÇÃO 6 - "Didáctica de História: planificação das actividades lectivas; recursos e materiais para o ensino da História; instrumentos de avaliação" (Grupo 400)
(Inicia no dia 22 de Maio na Escola Secundária da Mealhada)
Efectivos:
Anabela Leite da Costa
Carla Cristina Sá Simões de Lima
Conceição Figueiredo Henriques
Emília Maria Barroso F. M. Penetra
Idalécia Ribeiro das Neves
Isabel Cristina dos Santos Pires
José Alberto Santos Moutinho
José Carlos Quintas Morais Caldeira Lobato
Maria Rui Soares Umbelino
Queirós Filipe Ribau
Teresa Paula Carapinha Rodrigues
Vitor Manuel Moutinho Cardoso
(Inicia no dia 22 de Maio na Escola Secundária da Mealhada)
Efectivos:
Anabela Leite da Costa
Carla Cristina Sá Simões de Lima
Conceição Figueiredo Henriques
Emília Maria Barroso F. M. Penetra
Idalécia Ribeiro das Neves
Isabel Cristina dos Santos Pires
José Alberto Santos Moutinho
José Carlos Quintas Morais Caldeira Lobato
Maria Rui Soares Umbelino
Queirós Filipe Ribau
Teresa Paula Carapinha Rodrigues
Vitor Manuel Moutinho Cardoso
ALTERAÇÕES AO PF 2009

A acção 1 - "Ciência em acção: propostas para o ensino pré-escolar" é adiada para o próximo ano lectivo
A acção 20 - "Novo programa de Matemática do Ensino Básico, 3º Ciclo - Números, operações e álgebra" é adiada para o próximo ano lectivo.
A acção 17 - "O ensino das ciências naturais e experimentais numa perspectiva CTS" é adiada para o próximo ano lectivo.
A acção 6 - "Didáctica de História: planificação das actividades lectivas; recursos e materiais para o ensino da História; instrumentos de avaliação" vai iniciar no dia 22 de Maio, às 17h 30m, na Escola Secundária da Mealhada
segunda-feira, 18 de maio de 2009
FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 2 - TURMA B
ACÇÃO 2 - "Trabalho prático e ensino experimental das ciências no Pré-escolar e no 1º CEB" (Grupos 100 e 110)
Turma B - Efectivos:
(Inicia no dia 20 de Maio na Escola Secundária Adolfo Portela)
Ana Margarida Simões Borges Mendes
Ana Maria da Silva Pereira
Ana Paula Poutena de Almeida Moreira
Anabela Ferreira dos Santos Rocha
Arménia Rosa Campos Pereira Simões
Cristina Maria Lourenço Pinheiro
Eduardo de Oliveira Coelho Simões
Fernando Manuel Rocha Freire
Licínia Maria dos Anjos Valentim S. Tavares
Luísa Manuela Albuquerque de Almeida
Maria de Fátima Gomes Martins
Maria Luísa Ferraz Teixeira C. Carvalhal
Maria Odete Batista de Almeida Gomes
Pedro Jorge Ferreira Carvalho
Rosa Maria Amaral Martins
Rui Manuel Valério de Matos
Rui Micaelo Rodrigues Patrício
Sara Filipa Saraiva Pinto Abrantes
Sílvia Ferreira Nolasco Neves
Victor Manuel Cordeiro Pedrosa
Turma B - Efectivos:
(Inicia no dia 20 de Maio na Escola Secundária Adolfo Portela)
Ana Margarida Simões Borges Mendes
Ana Maria da Silva Pereira
Ana Paula Poutena de Almeida Moreira
Anabela Ferreira dos Santos Rocha
Arménia Rosa Campos Pereira Simões
Cristina Maria Lourenço Pinheiro
Eduardo de Oliveira Coelho Simões
Fernando Manuel Rocha Freire
Licínia Maria dos Anjos Valentim S. Tavares
Luísa Manuela Albuquerque de Almeida
Maria de Fátima Gomes Martins
Maria Luísa Ferraz Teixeira C. Carvalhal
Maria Odete Batista de Almeida Gomes
Pedro Jorge Ferreira Carvalho
Rosa Maria Amaral Martins
Rui Manuel Valério de Matos
Rui Micaelo Rodrigues Patrício
Sara Filipa Saraiva Pinto Abrantes
Sílvia Ferreira Nolasco Neves
Victor Manuel Cordeiro Pedrosa
FORMANDOS SELECCIONADOS - ACÇÃO 3 - TURMAS A e B
ACÇÃO 3 - "Didáctica da língua materna: práticas de escrita
e técnicas de correcção e avaliação" (grupos 200, 210, 220, 300 e 310)
Turma A - Efectivos
(Inicia no dia 20 de Maio na Escola Secundária Adolfo Portela)
Ana Margarida Casais Castanheira Morujão
Anabela Lopes Póvoa
Carla Sofia Oliveira Silva
Carlos Pedro Ferreira Marques do Adro
Eduarda Juliana Magalhães Cardoso
Henrique José Pacheco do Souto e Melo
João Humberto Proença
Maria Adelaide Almeida da Cruz Rosa
Maria de Fátima Cunha Coelho Moço
Maria do Rosário Dias da Rocha
Anabela Lopes Póvoa
Carla Sofia Oliveira Silva
Carlos Pedro Ferreira Marques do Adro
Eduarda Juliana Magalhães Cardoso
Henrique José Pacheco do Souto e Melo
João Humberto Proença
Maria Adelaide Almeida da Cruz Rosa
Maria de Fátima Cunha Coelho Moço
Maria do Rosário Dias da Rocha
Maria Teresa Morais de Carvalho
Martinho Rocha Pereira
Paula Cristina Alves C. Cosme
Paula Cristina Alves C. Cosme
Raquel Margarida Ferreira Gomes
Teresa da Conceição e Santos Alves
Teresa Maria Vieira Caixinhas Honório
Teresa da Conceição e Santos Alves
Teresa Maria Vieira Caixinhas Honório
Tuma B - Efectivos
(Inicia no dia 20 de Maio na Escola Secundária da Mealhada)
Ana Cristina Gonçalves Reis e Silva
Ana Lúcia Nunes Matos dos Santos
Dalila Ferreira Miguel
Ana Lúcia Nunes Matos dos Santos
Dalila Ferreira Miguel
Dulcineia Fernanda Dantas Duarte Borges
Elvira da Conceição de Oliveira Simões
Isabel da Conceição Dias
Isabel Maria da Silva Rodrigues S. T. dos Santos
Isaura Maria Nogueira dos Santos
Maria Cecília Lopes
Maria da Glória Carvalho da F. V. Campolargo
Maria Laura Moreira Pinto
Isabel da Conceição Dias
Isabel Maria da Silva Rodrigues S. T. dos Santos
Isaura Maria Nogueira dos Santos
Maria Cecília Lopes
Maria da Glória Carvalho da F. V. Campolargo
Maria Laura Moreira Pinto
ALTERAÇÕES AO PF 2009
A acção 20 - "Novo programa de Matemática do Ensino Básico, 3º Ciclo - Números, operações e álgebra" é adiada para o próximo ano lectivo.
A acção 17 - "O ensino das ciências naturais e experimentais numa perspectiva CTS" vai iniciar no dia 23, sábado, às 9horas, na Escola Secundária Adolfo Portela.
A acção 6 - "Didáctica de História: planificação das actividades lectivas; recursos e materiais para o ensino da História; instrumentos de avaliação" vai iniciar no dia 22 de Maio, às 17h 30m, na Escola Secundária da Mealhada.
domingo, 17 de maio de 2009
I FEIRA MEDIEVAL DE ÁGUEDA
O Agrupamento de Escolas de Águeda, a Escola Secundária com 3º Ciclo Adolfo Portela, a Bela-Vista, a Biblioteca Municipal de Águeda, a Câmara Municipal de Águeda, a AparqA! entre outras Instituições, reviveram o esplendor de um “Dia Medieval”.
Foram muitos os figurantes a circular pelo espaço, envergando fatos da época, dinamizando os mais diversos eventos de animação e recriação histórica. Assistiu-se ao vivo ao labor de diversos artesãos e actuações musicais, circenses, bailarinas, ciganas, bobos e não faltaram bailes e folias ao som de música ao vivo com grupo de gaiteiros. Houve mercado, tendas e tabernas com venda do pão, porco, queijos, presuntos, doces, vinho… e muita folia!


sábado, 16 de maio de 2009
O "AMIGO CRÍTICO" NA AVALIAÇÃO DA PRÁTICA NA SALA DE AULA

"A avaliação e o desenvolvimento profissional devem contribuir para um menor isolamento do professor e libertar mais tempo para reflectir sobre a acção, tanto fora como dentro da sala de aula. Um dos meios para obstar ao isolamento passa pelo encorajamento activo de amizades críticas que podem ser definidas como uma espécie de sociedades, nas quais se entra voluntariamente, baseadas numa relação entre iguais e enraizadas numa tarefa comum ou num interesse partilhado. Podem ser um meio para estabelecer laços com um ou mais colegas com vista a encarar em conjunto os processos de aprendizagem e mudança, de modo a que as ideias, percepções, valores e compreensões possam ser partilhados através das revelações mútuas de sentimentos, esperanças e receios. As amizades críticas podem servir para diminuir o isolamento e para aumentar as possibilidades de uma reflexão partilhada, confrontando o pensamento e a prática. (...)
Em termos da avaliação da prática na sala de aula, por exemplo, um amigo crítico pode estabelecer e manter um diálogo interessante e estimulante, através do qual serão criadas situações em que o professor será obrigado a reflectir sistematicamente sobre a prática. Quando os resultados deste tipo de interacção são positivos, os padrões de ensino tornam-se mais eficazes.(...)"
Christopher Day
sexta-feira, 15 de maio de 2009
APPROBO

O Approbo é uma nova aplicação gratuita que permite detectar plágios em trabalhos académicos. Se alguma frase ou parágrafo de um documento entregue por um aluno constar de alguma página web, este software denuncia imediatamente o plagiador.
O funcionamento da aplicação é simples: basta descarregar o Approbo da net, submete-se o documento que se pretende escrutinar e, com um click, em poucos segundos, fica a saber-se se o conteúdo do documento está online – seja em formato Microsoft Office, Adobe Reader ou OpenOffice – e onde é que está.
A aplicação disponibiliza ambos os textos – o original e a cópia – no ecrã, para que seja possível perceber a extensão do plágio. A ferramenta utiliza motores de busca para encontrar os pontos de coincidência com o texto original. A partir desse ponto, o Approbo verifica – palavra por palavra – todo o arquivo e mostra-o de forma gráfica, simplificando o trabalho ao utilizador. Quando se trabalha com documentos de grandes dimensões – teses de doutoramento, por exemplo – o processo poderá demorar um pouco mais a apresentar resultados, nunca passando, porém, dos dois minutos, garantem os seus criadores.(...)quinta-feira, 14 de maio de 2009
MAIS SUCESSO ESCOLAR

O Ministério da Educação lançou um programa de apoio ao desenvolvimento de projectos de escola para a melhoria dos resultados escolares no ensino básico, com o objectivo de reduzir as taxas de retenção e de elevar a qualidade e o nível de sucesso dos alunos.
Os agrupamentos podem candidatar-se ao regime de acesso a este apoio até 1 de Junho através de uma aplicação electrónica disponibilizada na página da Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC).
Para mais informações, consultar:
Edital Mais Sucesso Escolar
Projecto TurmaMais: Uma aposta na conclusão do 3.º ciclo em três anos
Projecto Fénix: Prevenir e combater o insucesso escolar no ensino básico
Projectos de investigação sobre factores de sucesso escolar nos ensinos básico e secundário
PORTUGAL É O PAÍS QUE ESTÁ MAIS TEMPO ONLINE

Portugal, seguido da Itália, é o país com maior número de utilizadores permanentemente ligados à Internet e um em cada cinco portugueses passa mais de cinco horas por dia a navegar, revela um estudo hoje divulgado.
O inquérito - realizado pela consultora SurveyShack a pedido da Microsoft a propósito do lançamento do seu novo browser - foi feito online junto de 6.053 adultos em sete países (Bélgica, Dinamarca, Finlândia, Itália, Noruega, Suíça e Portugal, com 997 inquiridos) entre 8 e 16 de Abril de 2009.
O inquérito - realizado pela consultora SurveyShack a pedido da Microsoft a propósito do lançamento do seu novo browser - foi feito online junto de 6.053 adultos em sete países (Bélgica, Dinamarca, Finlândia, Itália, Noruega, Suíça e Portugal, com 997 inquiridos) entre 8 e 16 de Abril de 2009.
O estudo conclui que os utilizadores portugueses da Internet não só estão permanentemente ligados, como são também altamente sociais e utilizam a Internet para contactar amigos e familiares, bem como para aceder a notícias e informação.
Mais de um quinto dos utilizadores navega frequentemente em portais de notícias e outros 17 por cento mantêm o contacto com os amigos e familiares através de sites de multimédia social, que são claramente os mais visitados.
Segundo o estudo, Portugal e Itália lideram no tempo despendido online. Três quartos dos utilizadores portugueses (76 por cento) e italianos (73 por cento) da Internet estão ligados à Web em permanência.

Além de revelar que três em cada quatro cibernautas portugueses estão sempre ligados à Web e um quinto (19 por cento) dos inquiridos lusos passa mais de cinco horas online, o estudo demonstra que 14 por cento dos internautas portugueses estabelece ligação à Web mais do que duas vezes por dia e 22 por cento passa uma a duas horas durante uma sessão normal na Internet.
O inquérito indica ainda que 37 por cento dos utilizadores Web portugueses visita "mais de 10 sites durante uma sessão normal de internet e um quarto dos inquiridos acede a entre 5 e 6 sites". (...)
(In Diário de Notícias)
terça-feira, 12 de maio de 2009
AS NOVAS ARANHAS

Chamam-se Tegenaria barrientosi e Parapelecopsis conimbricensis as duas novas espécies de aranhas descobertas em Portugal. O achado foi feito pelo biólogo da Universidade de Coimbra Luís Crespo. Apesar de a descoberta ter sido feito em 2004, só agora chegou a certeza de que estas duas espécies ainda não tinham sido descritas pela ciência.
Este achado pode abrir caminho para novos estudos sobre a evolução da espécie, cujo conhecimento tem várias utilidades para os seres humanos. (...)
Este achado pode abrir caminho para novos estudos sobre a evolução da espécie, cujo conhecimento tem várias utilidades para os seres humanos. (...)
"As aranhas têm um papel importante no equilíbrio dos ecossistemas e podem até ser úteis para a sociedade", refere o investigador que explica que o facto de as aranhas serem pouco sociáveis não deixa as pessoas compreenderem a utilidade que estas podem ter para a espécie humana. (...)
De cor acastanhada, a Tegenaria barrientosi tem um corpo com cerca de sete milímetros, enquanto a Parapelecopsis conimbricensis, de cor escura, mede entre dois a três milímetros. Esta medida é feita sem contar o comprimento das patas.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
OBRAS NAS SECUNDÁRIAS
A ministra da Educação disse hoje que espera entrar em 2010 com cerca de 200 escolas secundárias, de um total de 350 em projecto, a serem intervencionadas no âmbito do Programa de Modernização do Parque Escolar.Maria de Lurdes Rodrigues falava em Lisboa na cerimónia de assinatura dos contratos referentes aos primeiros dois concursos da Fase 2 daquele programa, cujos objectivos foram revistos para permitir a antecipação do início das obras das 75 escolas envolvidas e o lançamento imediato da Fase 3, com a selecção de mais 100 escolas a ser alvo de intervenção.
Os contratos hoje assinados dizem respeito a seis dessas 75 escolas, um total que se junta às quatro escolas já concluídas, às 26 em obra e às 100 que já iniciaram a fase de elaboração do projecto, para perfazer as cerca de duas centenas referidas pela ministra como estando em intervenção até ao final de 2009.
A responsável pela pasta da Educação sublinhou que estas obras são “muito exigentes” tanto para os professores, como para os órgãos de gestão das escolas, alunos e pais, mas, na sua perspectiva, “a primeira exigência é que toda a intervenção se realize não apenas com o envolvimento da escola, mas com esta em funcionamento”. (...)
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