sexta-feira, 22 de novembro de 2013

PACC

 
 
 





quarta-feira, 20 de novembro de 2013

PACC

 
 
 
 
 
 
 
Foi publicado no 3.º suplemento do Diário da República de hoje, o Aviso n.º 14185-A/2013, que consubstancia o aviso de abertura relativo à inscrição dos candidatos para a realização da prova de avaliação de conhecimentos e de capacidades (PACC) para o exercício da função docente, no qual se explicitam os procedimentos a adotar pelos candidatos, prazos de inscrição e locais de realização da prova.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

ALFABETIZAR EM DEMOCRACIA

http://sicnoticias.sapo.pt/programas/jornaldas9/2013/10/25/autor-do-livro-alfabetizar-em-democracia-no-jornal-das-9

Vídeo referido na sessão de formação "Enquadramento das metas curriculares", realizada no dia 13 de Novembro, na Escola Secundária de Anadia.

domingo, 3 de novembro de 2013

FORMAÇÃO - ENQUADRAMENTO DAS METAS CURRICULARES

 
 
 
O Centro de Formação Intermunicipal Adolfo Portela vai realizar uma sessão de formação subordinada ao tema “Enquadramento das Metas Curriculares”.
 
   Terá lugar no dia 13 de Novembro, pelas 16 horas, na Escola Secundária de Anadia. Vai ser dinamizada pela Professora Doutora Helena Damião, docente da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.
 
   Esta iniciativa destina-se aos professores dos ensino básico e secundário. A inscrição é gratuita e deve ser feita através do email cfiap@esap.edu.pt, indicando o nome completo, grupo de recrutamento e a escola onde leciona. 
 

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

BOLSA DE AVALIADORES EXTERNOS CALENDARIZAÇÃO DAS AULAS A OBSERVAR



Foi publicitada a Bolsa de Avaliadores Externos do CFIAP (atualizada). Encontra-se disponível em
 
 
 
 
Foi, enviada, aos avaliados com observação de aulas no ano 2013/2014, aos avaliadores externos que vão observar as ditas e aos diretores das respetivas escolas (dando cumprimento ao ponto 7 do artigo 7º do Despacho Normativo n.º 24/2012, de 26 de outubro), o plano de calendarização da observação de aulas.

FORMAÇÃO PARA DOCENTES DO GR. 510

 
Ação de formação

  
 DESTINATÁRIOS:
Docentes do grupo de recrutamento 510
 CFAECIVOB – Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Ílhavo, Vagos e Oliveira do Bairro

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

MATERIAL PARA O 1º CICLO

 
 
 
 

terça-feira, 22 de outubro de 2013

PROVA DE AVALIAÇÃO





 
Foi publicado hoje o Decreto-Lei nº 146/2013 que procede à 12.ª alteração do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 139-A/90, de 28 de abril, e à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho.

A realização de uma prova, agora designada de avaliação de conhecimentos e de capacidades visa, assim, assegurar mecanismos de regulação da qualidade do exercício de funções docentes, garantindo a comprovação de requisitos mínimos nos conhecimentos e capacidades transversais à lecionação de qualquer disciplina, área disciplinar ou nível de ensino, tais como a leitura e a escrita, o raciocínio lógico e crítico ou a resolução de problemas em domínios não disciplinares, bem como o domínio dos conhecimentos e capacidades específicos essenciais para a docência em cada grupo de recrutamento e nível de ensino.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DOS ALUNOS




terça-feira, 21 de maio de 2013

FORMAÇÃO PORDATA


terça-feira, 16 de abril de 2013

FORMAÇÃO






Sabe-se hoje que os maus hábitos de sono, generalizados em crianças, adolescentes e jovens, prejudicam gravemente o seu desenvolvimento em diferentes esferas de vida. Estão associados a uma maior prevalência de doenças crónicas, como hipertensão, diabetes, obesidade, bem como a um maior consumo de  medicamentos e tóxicos e uma mais elevada taxa de acidentes. 
     Estudos recentes comprovam a gravidade do problema em Portugal, com taxas de sonolência excessiva em mais de 50% dos estudantes e um claro impacto dos problemas de sono no sucesso escolar e no comportamento social. Uma intervenção educativa neste domínio pode contribuir para evitar ou corrigir situações-problema relacionados com o sono. 

     O Centro de Formação Intermunicipal Adolfo Portela vai realizar uma sessão de formação no âmbito do Projeto Sono Escolas, no dia 12 de Junho, pelas 15 horas, na Escola Secundária Adolfo Portela, em Águeda. Vão estar presentes a Dra Helena Rebelo Pinto e a Dra Teresa Rebelo Pinto, coordenadoras do referido Projeto.
     Esta iniciativa destina-se aos professores dos ensino básico e secundário, a inscrição é gratuita e deve ser feita através do email cfiap@esap.edu.pt, indicando o nome completo e a escola onde leccionam. 

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

COMPILAÇÃO DE LEGISLAÇÃO






O CIREP - Centro de Informação e Relações Públicas da Secretaria-Geral do MEC publicou dois documentos com compilação de legislação que aqui disponibilizamos:

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

I CONGRESSO MUNDIAL









1.º Congresso Mundial de Comportamentos de Saúde Infanto-Juvenis/4.º Congresso Nacional de Educação para a Saúde que se realiza na cidade de Viseu-Portugal, nos dias

 23, 24 e 25 de Maio de 2013



Este Congresso pretende ser um momento de encontro de todos os que se interessam pela Educação para a Saúde: investigadores, profissionais da saúde, professores, educadores e académicos.
Sob o lema Educação para a Saúde: Um desafio no actual contexto de crise, o Congresso desfrutará de uma abordagem multidisciplinar procurando, especialmente, discutir e debater a investigação que está a ser produzida no domínio da Saúde e da Educação, com o propósito último de deixar contributos no âmbito das práticas e políticas de saúde.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

NARRATIVAS DA PAISAGEM





A paisagem, enquanto experiência e narrativa, vive-se no quotidiano de cada um mas percebe-se também pelas representações que a mostram, talvez de outra forma, salientando traços e perspetivas que nascem do olhar muito particular do geógrafo, do escritor ou do cineasta, dos que vêm o mundo a partir de um referencial fixo ou dos que viajam, acumulando vivências, diversificando pontos de vista e modelando novas espacialidades. E assim se atravessam olhares e perspetivas de quem está atento e participa da dinâmica dos espaços geográficos, territórios de escrita e cinematografias mas também territórios científicos que os geógrafos percorrem, estudam e, à sua maneira, divulgam.

Este encontro científico centra-se em temas geográficos integrados que vão das áreas urbanas aos espaços rurais e destes às territorialidades da viagem e das diferentes categorias de mobilidade espacial. Objetos múltiplos de perceções cruzadas, aqui se vão associar as linguagens complementares da geografia, da literatura e do cinema. Afinal, como se representam lugares e paisagens? O que se escreve sobre eles? Como se filmam? Como se devolvem estas representações ao espaço e que novas paisagens modelam? Como pode a geografia analisar estas novas territorialidades criativas? Quais os olhares do cinema e da literatura sobre o mundo dos geógrafos, um mundo que se percebe de perto mas também à distância, na lentidão que pode levar à paragem mas também na velocidade que ritma os percursos mais apressados?
Viajando entre tempos e espaços e percorrendo linguagens que se completam, este congresso reafirma, num permanente diálogo interdisciplinar, a Geografia como uma ciência sensível às novas territorialidades mas também às múltiplas e inovadoras abordagens do espaço geográfico.

domingo, 13 de janeiro de 2013

ECO-ESCOLAS 2012




O Seminário Nacional Eco-Escolas 2013 decorrerá este ano em Águeda nos dias 25, 26 e 27 de janeiro de 2013.


O Seminário Nacional Eco-Escolas 2013 decorrerá este ano em Águeda, sendo aberto à participação de todosos profissionais ligados à educação para a sustentabilidade. Inscrição com condições especiais estão ao disporde coordenadores e municípios Eco-Escolas.

Três dias de atividades possibilitarão aos participantes o contato com a cidade de Águeda, o conhecimento da
Pateira de Fermentelos a par de diversas conferências, workshops, debates, exposições que visam a
capacitação e troca de experiências acerca das melhores práticas em educação ambiental para a
sustentabilidade.

O programa detalhado pode ser consultado em: http://www.abae.pt/programa/EE/seminario/2013/
A partilha de boleias é uma das iniciativas promovidas pela organização do Encontro que está a cargo da
Associação Bandeira Azul e do Município de Águeda.

As inscrições podem ser feitas online  ou através do formulário disponível, enviado para ecoescolas@abae.pt
Condições especiais até 10 de Janeiro de 2013.

O Programa Eco-Escolas apoiado pela Comissão Nacional onde estão presentes diversas entidades, constitui a
maior rede nacional de educação ambiental para a sustentabilidade contando em Portugal com mais de 1300
escolas que integram a rede internacional (FEE) de mais de 11 milhões de estudantes em 52 países do mundo.
 
Para mais informações poderá contactar margaridagomes@abae.pt




segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

FELIZ ANO NOVO!


domingo, 23 de dezembro de 2012

BOAS FESTAS!


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

BOLSA DE AVALIADORES EXTERNOS




Foi publicada na página do CFIAP a bolsa de avaliadores externos, por grupo de recrutamento e por agrupamento/escola não agrupada.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

II ENCONTRO(S)





terça-feira, 27 de novembro de 2012

CONFERÊNCIA


terça-feira, 20 de novembro de 2012

PIPOCAS COM TELEMÓVEL ...





quinta-feira, 15 de novembro de 2012







Destinatários – Comunidade Escolar das Escolas Associadas ao EduFor. Elementos das Autarquias dos concelhos na área de influência do EduFor e demais interessados.
Inscrições – Gratuitas e exclusivamente on-line em www.edufor.pt.

As inscrições serão aceites por ordem de entrada até à capacidade do Auditório (ou até às 10h00 do dia 15/11/2012). A lista de selecionados será publicada em www.edufor.pt a partir de 15/11/2012. Será entregue Certificado de Presença. Para mais informações (mapa de localização, confirmação de inscrição, etc.) favor consultar www.edufor.pt.

sábado, 10 de novembro de 2012

100 ANOS DE JORGE AMADO






   Sendo Jorge Amado uma das figuras de referência para os intelectuais e escritores portugueses e comemorando-se neste ano o centenário do seu nascimento,  o Centro de Literatura Portuguesa da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, o Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e o Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, em parceria com a Universidade Estadual de Santa Cruz (Ilhéus), o Museu do Neo-Realismo, a Academia Brasileira de Letras, a Missão do Brasil junto à CPLP e a União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA), uniram-se para a organização do ColóquioInternacional 100 Anos de Jorge Amado, cuja 2ª sessão subintitulada O Escritor, Portugal e o Neorrealismo, decorrerá, em Portugal, em novembro de 2012.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

COLÓQUIO


     Cada vez mais é preciso olhar a educação como um fenómeno complexo que não deve ser alvo de tomadas de posição precipitadas decorrentes de opiniões apressadas e pouco fundamentadas. Se todos são chamados a refletir sobre a educação isso deve implicar que todos devem procurar obter o conhecimento necessário à fundamentação das posições que vão assumindo. Mais do que produzir verdades inabaláveis interessa produzir e buscar conhecimentos capazes de propiciarem novos olhares sobre a realidade educativa que condiciona e determina aquilo que somos. É isso que pretendemos com este colóquio já que ele decorre do propósito de difundir conhecimento produzido por investigadores variados e com interesses diversificados no âmbito da educação. 

    Tal como indica o título do colóquio, queremos olhar para o passado e para o presente da educação e cruzar conhecimentos provenientes de estudos realizados por portugueses e brasileiros de modo a que potenciemos a nossa capacidade de análise a partir do conhecimento produzido por distintas abordagens. Sendo uma iniciativa do GRUPOEDE, ela traduz, de algum modo, o espírito deste grupo de investigação, ao abrir-se a um diálogo sem complexos entre pessoas tão empenhadas na valorização da educação quanto crentes na necessidade de dignificar a discussão sobre a mesma. 

    Nesse sentido pretendemos que este evento se insira na busca de uma reflexão serena sobre aspetos diversificados da educação, tendo em vista fomentar uma cultura pedagógica que contribua para o desenvolvimento de uma visão educativa mais estratégica e adequada a uma sociedade mais implicada numa cidadania que acentue a responsabilidade dos cidadãos perante as consequências da sua ação.

Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
Universidade de Coimbra
31 de Outubro de 2012



domingo, 14 de outubro de 2012

OS MELHORES DE AMANHÃ




"As crianças finlandesas de hoje estarão entre os profissionais mais bem preparados do mundo de amanhã". Assim começa uma recente notícia on-line em língua espanhola que sistematiza muito claramente os "ingredientes" do "milagre educativo" que tem acontecido no país nórdico cujos resultados obtidos no Programa Internacional de Avaliação dos Alunos (PISA) têm sido objecto de admiração mundial.

O "milagre" de milagre nada tem: muito "simplesmente", a Finlândia percebeu que deveria usar o pensamento e a investigação pedagógica disponível.

Tem uma clara filosofia de base para a educação formal, valoriza o conhecimento e, de modo consonante, adota medidas de teor prático. E, por esta ordem, pois os responsáveis pela educação deste país perceberam que não é pelas medidas que se começa, mas pela definição de princípios norteadores.

A filosofia educativa, com a qual se pode ou não concordar, traduz-se em duas ideias: (1) nenhum aluno pode ser deixado para trás, devendo fazer-se tudo o que é possível de maneira que todos aprendam o mais possível; (2) a educação é fundamental para o bem-estar social e para o desenvolvimento do país.

Para cumprir estas duas ideias, entendeu-se que o conhecimento científico e técnico, artístico, humanístico... (a que se atribui valor) deve ser veiculado pela escola ou aí trabalhado.

As medidas, muitas delas decorrentes de dados da investigação pedagógica digna de crédito, surgem de seguida: (1) havendo processos maturacionais a considerar na aprendizagem, começar muito cedo a escolaridade não constitui qualquer vantagem; (2) a aprendizagem requer um ambiente escolar acolhedor e seguro sob o ponto de vista afetivo, pelo que o mesmo professor acompanha os alunos ao longo dos primeiros seis anos de escolaridade; (3) a quantidade de tempo passado na escola não se traduz em resultados de aprendizagem, pelo que o tempo de trabalho é destinado a trabalho, ainda que deva ser agradável; (4) o ensino, constitui um fator determinante na aprendizagem, pelo que os professores são devidamente selecionados e preparados para serem excelentes; (5) a coerência educativa é levada a sério, pelo que a relação entre a escola, a família e a comunidade, mediada pelo conhecimento, é devidamente trabalhada.

É certo que as sociedades do Norte e do Sul da Europa têm características distintas, mas também é certo que há uma década e meia a escola finlandesa não era exatamente igual à de hoje. É uma escola que se tem construído com ponderação e com atenção ao saber das ciências da educação.

Helena Damião
(Consultora do CFIAP)

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

DIA INTERNACIONAL DO PROFESSOR


DIA INTERNACIONAL DO PROFESSOR
5 de Outubro

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

A AVALIAÇÃO DOS ALUNOS






Na próxima 4.ª feira, dia 10 de Outubro, pelas 17h00, a Fundação Francisco Manuel dos Santos promove, em parceria com a Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, realiza uma conferência sobre a avaliação dos alunos

Essa conferência tem lugar no Auditório dessa Faculdade, e conta com a intervenção de três especialistas: Jeffrey Karpicke, Hélder Sousa e Leandro Almeida.

Mais informação aqui.
A conferência é gratuita, mediante inscrição prévia.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

CURSOS DE ENSINO VOCACIONAL


O Governo vai abrir cursos de ensino vocacional em 12 escolas básicas públicas e privadas para alunos com mais de 13 anos "que manifestem constrangimentos com os estudos do ensino regular", segundo uma portaria publicada em Diário da República.


De acordo com a Portaria n.º 292-A/2012, publicada na quarta-feira, a "experiência-piloto" agora lançada em 12 escolas, que o diploma não especifica, vai integrar alunos com idade superior aos 13 anos que "tenham duas retenções no mesmo ciclo ou três retenções em ciclos distintos", permitindo-lhes completar os 6.º e 9.º anos de escolaridade.
Para integrar as turmas destes cursos vocacionais no ensino básico, os alunos terão previamente de ser avaliados pelos psicólogos escolares, avaliação após a qual o encarregado de educação deverá "declarar por escrito se aceita ou não a frequência do curso vocacional".
De acordo com o diploma assinado pelo ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, a estrutura curricular será organizada por módulos que incluem as disciplinas de Português, Matemática, Inglês e Educação Física, na componente geral, e História e Geografia e Ciências Naturais, na componente complementar.
A componente vocacional do currículo, por seu lado, é "integrada pelos conhecimentos correspondentes a atividades vocacionais e por uma prática simulada preferencialmente em empresas que desenvolvam as atividades vocacionais ministradas".
Os alunos dos cursos vocacionais do 6.º ano podem prosseguir os estudos no ensino regular ou vocacional, desde que tenham aproveitamento nos exames finais nacionais, e os do 9.º podem ainda prosseguir os estudos pela via vocacional de nível secundário, além das vias regular e profissional, mediante as mesmas condições.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

XI CONGRESSO DOS CFAE



quinta-feira, 13 de setembro de 2012

QUESTÕES CHAVE DA EDUCAÇÃO



No seguimento das conferências anteriores, a Fundação Francisco Manuel dos Santos volta a discutir temas essenciais para o futuro da escola e da educação no nosso país. 
Partindo da participação de especialistas, convoca professores, pais e outros interessados a entrar neste debate. 

Quer a sua participação, precisa do seu contributo.



segunda-feira, 3 de setembro de 2012

SECUNDÁRIO SUPERIOR




No passado mês de Junho uma escola secundária com 3.º ciclo apresentou um projecto que intitulou “Secundário Superior”. Tal projecto, que começa a funcionar já no próximo ano lectivo, parte do princípio que a escola, cada escola, deve empenhar-se no desenvolvimento cognitivo de todos os seus alunos, incluindo aqueles que demonstram rendimento académico satisfatório.

Atentos que temos estado - investigadores, sistemas de ensino e sociedade em geral - aos alunos com mais dificuldades de aprendizagem, motivacionais e/ou sociais para que eles cheguem a patamares mínimos, fomos negligenciando aqueles que se envolvem em certas matérias e as aprendem com maior rapidez e facilidade.

Afastando determinismos relacionados com capacidades (ou incapacidades) inerentes aos próprios alunos, só deles dependentes e incapazes de se alterarem; considerando, pelo contrário, que o ensino é fundamental para todos chegarem mais longe, o projecto em questão procura operacionalizar de modo amplo a noção de «escola inclusiva». Pelo interesse da iniciativa, achámos pertinente falar com Henrique Coelho, director da Escola Secundária Adolfo Portela (ESAP).


PO projecto «Secundário Superior» surgiu e tomou forma quando e como?

R: O projeto foi surgindo, mas só no final do passado ano letivo nasceu verdadeiramente, depois de reunir com alguns professores que me ajudaram a explicitar e formalizar aquilo que se vinha desenhando. Se, numa primeira fase, a escola se preocupou essencialmente com a eficiência e eficácia, trabalhando no sentido de garantir a aquisição e desenvolvimento de competências fundamentais por todos os alunos, com o seu sucesso escolar e educativo, era agora altura de se afirmar como verdadeiramente inclusiva, isto é, preocupar-se também com um ensino de qualidade e mesmo de excelência (a realização de Cursos Avançados, na ESAP, no ano letivo anterior, ao abrigo do protocolo estabelecido com o Instituto de Educação e Cidadania, dirigido pelo Doutor Arsélio Pato Carvalho mostrava-nos que isto era possível). Na verdade, há muito que nos preocupava a possibilidade de os melhores alunos – os mais ambiciosos, aqueles que manifestavam vontade e potencialidades para a excelência – serem, de alguma forma, esquecidos, preteridos em função daqueles que revelavam mais e maiores dificuldades. Impunha-se, pois, compatibilizar a equidade com a excelência, trabalhando para o sucesso de qualidade e não apenas para o combate ao insucesso.

A batalha contra o insucesso estava ganha e consolidada pela ESAP – as elevadas taxas de aproveitamento e as taxas residuais de abandono escolar dos últimos anos revelam-no. Tal terá resultado, também, da reflexão crítica e consequente aperfeiçoamento de algumas práticas pedagógicas, nomeadamente no âmbito do Projeto TurmaMais, a que a escola se candidatou e em torno do qual se foram desenvolvendo sinergias que têm conduzido, inequivocamente, a um ensino básico de (maior) qualidade. O percurso efetuado pela ESAP e (re)conhecido pela comunidade educativa tornava evidente a possibilidade (e, nessa medida, a necessidade) de um segundo passo: a aposta na qualidade superior e mesmo na excelência, na maximização das potencialidades cognitivas dos nossos alunos. Foi desta ambição que surgiu o atual Secundário Superior e o desafio era concretizar um ensino secundário que fosse para além dos cânones estabelecidos. Já não pedia apenas que «cumpríssemos» a nossa função enquanto profissionais da educação – propunha que o fizéssemos subordinando todo o trabalho de planificação, execução e avaliação a critérios de excelência.

Propunha que não nos conformássemos com as batalhas ganhas, mas partíssemos delas para propor outras, mais exigentes e mais difíceis, mas também mais motivadoras; que ousássemos ser ambiciosos, recusando a mediania, a mediocridade, o relativismo, o paternalismo e o conforto permitido pelo status quo. Propunha que respondêssemos à atual conjuntura de crise «arregaçando as mangas» em vez de «cruzar os braços», sendo pró-ativos e não apenas reativos, sendo ambiciosos exigentes e não satisfeitos conformados. Propunha que nos distinguíssemos pelo serviço educativo prestado, continuando a afirmar a escola como instituição de referência. (Não deixa de ser motivador que, num contexto de diminuição generalizada de alunos, a ESAP, a única escola não intervencionada de Águeda, conte já para o próximo ano letivo com mais 50 alunos relativamente ao ano passado.)Foram estas ideias que apresentei numa reunião com as coordenadoras de três departamentos curriculares, incumbindo-as de pensarem nelas, as amadurecerem e apresentarem propostas para a sua concretização.

Foi isso que aconteceu, oito dias depois, com a apresentação de um esboço do atual projeto, realizado graças ao contributo de outros professores cujas práticas revelavam já esta linha de pensamento e esta ambição. Depois de apresentado e discutido esse esboço, o projeto ganhou finalmente forma e pode ser publicamente apresentado no dia 13 de junho sob o nome, que cremos ser elucidativo, de Secundário Superior.

P: Sabemos que o projecto é destinado a alunos com desempenho académico acima da média, mas aqui duas perguntas se impõem: Como são seleccionados esses alunos? E alunos com desempenho académico abaixo da média são incentivados a melhorar de modo a poderem ser seleccionados?

R: Se me permite, começo pela segunda questão. Gostaria de vincar sem qualquer margem para dúvidas que, na ESAP, queremos que todos os alunos sejam cada vez mais melhores alunos. Queremos que todos os alunos da ESAP e os seus encarregados de educação saibam que o «fator ESAP» foi/é decisivo no seu percurso escolar, pessoal e social. Deste ponto de vista, na ESAP ninguém é excluído.

Todos são incluídos. Todos são incentivados a melhorar os seus desempenhos porque todos têm potencial. Ainda que o Secundário Superior seja elitista no sentido em que se dirige aos alunos com os melhores resultados, é intrinsecamente democrático porque está aberto a todos os alunos que estão na escola para aprender, para maximizar o seu potencial, no fundo, que estão na escola para que a escola os desafie a ir mais além.Quanto à questão da selecção, decidimos não complicar. Em primeiro lugar, não há alunos seleccionáveis. Há, isso sim, um universo de alunos visados pelo Secundário Superior e o limite mínimo desse universo é possuir uma média equivalente ou superior a catorze valores porque, como há muito se convencionou, é aí que começa o bom. Em segundo lugar, não basta ter uma média equivalente ou superior a catorze. É absolutamente necessário que os alunos e os encarregados de educação conheçam o Secundário Superior, conheçam os seus objetivos e as suas atividades.

Ora, é esse trabalho que estamos a fazer neste momento. Depois de identificar o universo dos alunos bons e as suas áreas de estudos, seguir-se-á o contacto formal para que eles e as suas famílias saibam de facto o que a ESAP tem para lhes oferecer. Finalmente, haverá um trabalho hercúleo a desenvolver com vista a motivar os alunos para a participação nas atividades do Secundário Superior. Como se sabe, estes alunos são muito exigentes e zelosos do seu tempo, por isso, temos de lhes mostrar de forma inequívoca que o Secundário Superior constitui uma mais-valia para o seu processo de formação.No fundo, o que gostaria de reafirmar é que o Secundário Superior está aberto a todos os alunos porque, mais do que um projeto, é a materialização de um valor estruturante da nossa escola.

P: Um projecto destes não pode ter viabilidade sem o envolvimento dos professores. Que professores foram agregados ou que professores fizeram questão de se agregar?

R: O projeto Secundário Superior traduz o rumo definido para a ESAP, revelando a assumpção de uma verdadeira política educativa para e da escola. Evidentemente que a efetivação de tal rumo exige a mobilização de todos os professores, orientando a sua competência, profissionalismo e criatividade para uma nova e mais ambiciosa forma de estar na e construir a escola. É também evidente que tal mobilização e motivação exigem, antes de mais, um conhecimento profundo do projeto – da sua oportunidade e relevância, dos seus pressupostos e finalidades, bem como de formas possíveis de o concretizar.

Na realidade, algumas das atividades integradas no atual Secundário Superior já se realizaram no passado ano letivo, embora de forma não articulada nem integrada. Servem, contudo, de exemplo de práticas que podem ser integradas no projeto na medida em que são consequentes com os seus pressupostos e permitem a consecução das finalidades definidas. Esta foi uma das preocupações da equipa que elaborou o projeto para apresentação pública: fornecer exemplos de atividades que permitiriam a concretização do pretendido, lembrando que embora ambicioso o que se propunha não era irrealizável ou apenas utópico – algumas dessas atividades já tinham sido realizadas e com êxito.Para além da apresentação pública em que estiveram presentes todos os professores da ESAP e a quem foi fornecida documentação essencial, foram posteriormente realizadas várias reuniões com os grupos/áreas disciplinares que constituem os vários departamentos curriculares.

Com tais reuniões pretendia-se não só prestar os esclarecimentos necessários, mas também motivar os professores, mobilizá-los para a concretização do projeto, solicitando a apresentação de novas atividades. Todos os grupos/áreas disciplinares apresentaram propostas consequentes com o projeto que está agora francamente enriquecido, podendo a ESAP oferecer, a partir de setembro, um conjunto de atividades de aprofundamento de conhecimentos e de treino de competências de todas as áreas do saber, bem como um conjunto de atividades co-curriculares que contribuirão para a melhoria dos processos cognitivos dos alunos.

Ora, a quantidade e qualidade de tais propostas parece indicar, senão a mobilização de todos os professores, pelo menos a sua disponibilidade e vontade de aderir a um projeto tão ambicioso como este.Houve, contudo, alguns professores que, desde a primeira hora, manifestaram uma firme vontade de concretizar este projeto, dedicando-lhe muitas horas de trabalho mas sobretudo muita da sua energia criadora. Creio que estes professores serão capazes, pelo exemplo, de motivar outros, «contaminando-os» com essa vontade de fazer mais e melhor, funcionando como pólos dinamizadores de sinergias que já existem e que, estou certo, se aprofundarão.

P: Na apresentação do vosso projecto declararam pretender «uma escola de excelência», «uma escola feliz». No imaginário colectivo, talvez se tenha delineado uma contradição: uma escola que trabalha para a excelência, que aposta no rigor e no esforço, na dificuldade não pode preocupar-se com a felicidade...

R: Sim, até pode ser, mas, na realidade, se pensarmos bem, não há qualquer contradição porque só pode haver felicidade se houver esforço. Acho até que basta olhar à nossa volta para perceber que vivemos tempos difíceis porque temos optado sempre ou quase sempre pela via mais fácil. E a via mais fácil não conduz à felicidade, só à ilusão de felicidade. A felicidade, a verdadeira felicidade dá trabalho, exige coragem, esforço e sacrifício. E a escola portuguesa, a sociedade portuguesa, têm de recuperar esta ideia para combater a crença errada de que há atalhos. Tem de mostrar que a vida não nos acontece, mas decorre das nossas escolhas. Ora, o Secundário Superior pretende trazer para a luz do dia um conjunto de heróis (os bons alunos) que cedo entendeu que a felicidade não é instantânea, não é algo que nos acontece. Que entendeu que felicidade não é um meio, mas um fim. E que o trabalho, a abnegação, a escolha do caminho aparentemente mais longo são, na realidade, as únicas vias para a realização pessoal. Num certo sentido, o que quero dizer é que mais felizes são aqueles que há muito descobriram a técnica da felicidade, quer dizer, a receita ideal para a procura da felicidade – a sabedoria. Mas que significado tem esta receita? Que felicidade nos garante o esforço e o sacrifício? Garante-nos que nunca teremos tudo o que precisamos, que o caminho para a felicidade não é simples nem dourado e que o essencial não é desejar ser feliz, mas poder ser feliz. Claro que este poder exige preparação, exige que disponhamos das ferramentas e dos meios necessários para conceber e executar um plano racional de vida. Exige que se construa o direito a ser feliz, o qual, por sua vez, implica o dever de procurar ser feliz para além de lógicas individualistas e consumistas. A escola deve, por isso, ser o lugar do elogio do trabalho e todos os que a constroem devem ser arquitectos deste princípio fundamental. Porque só o conhecimento traz liberdade, só a liberdade traz realização e só a realização traz felicidade.

Helena Damião
Consultora do CFIAP
(entrevista publicada no blog De Rerum Natura)

terça-feira, 24 de julho de 2012

FÉRIAS


domingo, 8 de julho de 2012

CULTURA CLÁSSICA


quarta-feira, 27 de junho de 2012

CONFERÊNCIAS


O Centro de Formação EduFor - Centro de Formação de Associação de
Escolas dos concelhos de Nelas, Mangualde, Penalva do Castelo, Sátão e
Vila Nova de Paiva - organiza  as Jornadas “O Pré-escolar e o 1º Ciclo
face aos novos desafios da educação”, a realizar nos dias 7, 12 e 13
de julho,  destinadas a docentes do Pré-Escolar e do 1º Ciclo do
ensino básico.
A frequência das Jornadas, nas condições de acreditação, reveste a
forma de um curso de formação de 15 horas a que corresponde 0,6
créditos.
As inscrições são gratuitas e exclusivamente on-line, aceites por
ordem de entrada.
Mais informações e inscrições em
www.edufor.pt

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O PROJECTO EDUCATIVO LOCAL





    O Centro de Formação de Associação de Escolas Coimbra Interior vai concretizar em parceria com a Câmara Municipal de Oliveira do Hospital e a Universidade de Coimbra, o atelier / curso de formação "O Projeto Educativo Local. O contributo da comunidade escolar para o desenvolvimento sustentado de um território de baixa densidade",  nos dias 26 de Junho e 11 de Setembrode 2012, na Casa da Cultura César de Oliveira, em Oliveira do Hospital.

   As inscrições decorrem entre os dias 18 e 22 de Junho e podem ser feitas através da página eletrónica do CFAE Coimbra Interior.

O PROJECTO EDUCATIVO LOCAL




Centro de Formação de Asssociação de Escolas Beira Mar vai realizar, em parceria com a Universidade de Coimbra e a Câmara Municipal da Figueira da Foz a ação de formação - Curso de Formação - Atelier "O Projeto Educativo Local" que decorre no CAE (Centro de Artes e Espetáculos) da Figueira da Foz, nos dias 25 de junho e 10 de setembro.

Para se inscrever no atelier utilize este
LINK.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

FORMAÇÃO CONTÍNUA - SEMINÁRIOS




Seminário Internacional«Autoavaliação e melhoria: itinerários e práticas»
4 de julho de 2012 (quarta-feira)– Auditório do Museu Marítimo de Ílhavo
Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Inscrições e informações em www.cfaecivob.pt

Seminário «Prevenção doTabagismo na Escola - Domicílios sem Fumo»
13 de julho de 2012 (sexta-feira / manhã) – Auditório do Museu Marítimo de Ílhavo
Destinatários: Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico
Inscrições e informações em www.cfaecivob.pt

 Seminário «Prevenção do Tabagismo na Escola -Não fumar é o que está a dar»
13 de julho de 2012 (sexta-feira / tarde) – Auditório do Museu Marítimo de Ílhavo
Destinatários: Professores dos 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico
Inscrições e informações em www.cfaecivob.pt

terça-feira, 5 de junho de 2012

FORMAÇÃO PORDATA


        A Pordata é uma base de dados recente, de acesso público, da Fundação Francisco Manuel dos Santos, instituição que tem como Presidente do Conselho de Administração o investigador António Barreto. O projeto disponibiliza milhares de indicadores e estatísticas relativos ao Portugal Contemporâneo.
        Com o intuito de tornar esta ferramenta um auxiliar à análise e pensamento no nosso dia-a-dia, a Fundação Francisco Manuel dos Santos e o Centro de Formação  Intermunicipal Adolfo Portela, preparam uma formação gratuita, com duração de cerca de 2 horas, no dia 3 de julho de 2012, às 14h 30m, na Escola Secundária Adolfo Portela, para que os docentes possam conhecer indicadores sociodemográficos, comparar e cruzar séries estatísticas das bases de dados de Portugal e da Europa. Este serviço público dispõe de mais de 70 mil séries estatísticas e permite ver evoluções das mesmas em gráficos dinâmicos, editar conteúdos e criar uma área pessoal.
        Esta iniciativa destina-se a professores bibliotecários e professores de todas as áreas disciplinares dos 2º e 3º ciclos do ensino básico e do ensino secundário. Os interessados deverão enviar um mail para cfiap@esap.edu.pt até ao dia 25 de junho, indicando o nome completo, a escola onde lecionam, o grupo de recrutamento e o número de telemóvel.  Se for o caso, devem indicar se são professores bibliotecários ou se se encontram a orientar alunos que estejam a realizar trabalhos com recurso à PORDATA.
        As inscrições são limitadas e serão consideradas por ordem da sua chegada aos serviços do CFIAP, sendo que, no caso de inscrições em excesso, terão prioridade os professores bibliotecários e os docentes que se encontrem a orientar alunos a realizar trabalhos com recurso à PORDATA.
       Os participantes deverão ser portadores de computadores portáteis.