segunda-feira, 30 de abril de 2012

OS MAIOS DO MAIO ANTIGO



Segundo uma lenda do Alto Minho, Herodes soube que a Sagrada Família, na sua fuga para o Egipto, pernoitaria numa certa aldeia. Para garantir que conseguiria eliminar o Menino Jesus, Herodes dispunha-se a mandar matar todas as crianças. Perante a possibilidade de um tão significativo morticínio, foi informado, por um outro `Judas`, que tal poderia ser evitado, bastando para isso, que ele próprio colocasse um ramo de giesta florida na casa onde se encontrava a Sagrada Família, constituindo um sinal para que os soldados a procurassem e consumassem o crime... A proposta do `Judas` foi aceite e Herodes tratou de mandar os seus soldados à procura da tal casa. Qual não foi o espanto dos soldados quando, na manhã seguinte, encontraram todas as casas da aldeia com ramos de giesta florida à porta, gorando-se, assim, a possibilidade do Menino Jesus, ser morto.

Talvez resultado desta lenda, hoje em dia ainda é possível observar em algumas zonas do nosso país, a colocação de ramos de giestas em flor, ou até mesmo coroas feitas de ramos de giestas, conjuntamente com outras flores e enfeites coloridos, nas portas e janelas das casas ou nos automóveis, na noite de 30 de Abril para 1 de Maio.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

25 DE ABRIL

domingo, 22 de abril de 2012

DIA DA TERRA


DIA DA TERRA

sexta-feira, 20 de abril de 2012

UM NOVO BLOG: FILOSOFIA TINTIM POR TINTIM...


Um novo blog

Filosofia? Que nova disciplina é essa? O propósito deste blogue é responder a esta questão. Dar a conhecer, discutir e divulgar ideias filosóficas junto dos alunos que ainda não iniciaram o 10º ano e outros eventuais interessados.  Além disso, pretende-se promover o interesse pela leitura e outras atividades culturais (...afinal, a Filosofia não é um bicho de sete cabeças!).

quarta-feira, 18 de abril de 2012

NÃO HÁ EXAMES COM FALTAS A MAIS



A partir da próxima época de exames, que começa em Junho, os alunos do ensino secundário vão deixar de poder realizar exames ou provas de equivalência à frequência das disciplinas em que tenham excesso de faltas, estipula uma portaria ontem publicada em Diário da República.
Até agora, e apesar do novo Estatuto do Aluno aprovado em 2010 definir a retenção por falta de assiduidade, os alunos do secundário nesta situação podiam tentar concluir as disciplinas em que tinham faltas a mais na 2.ª fase dos exames ou das provas de equivalência à frequência. Com as alterações, que já estavam previstas no novo regulamento de exames, passarão a ficar obrigatoriamente retidos.
Nos termos deste regulamento, os estudantes do 3.º ciclo com excesso de faltas também ficarão automaticamente retidos, não podendo anular a matrícula para se candidatar a exame e tentar concluir assim o 9.º ano, conforme sucedeu no ano passado. (...)

segunda-feira, 16 de abril de 2012

COMO ESTUDAR MELHOR EM POUCO TEMPO



Estudar é um hábito que, sem dúvidas, não é fácil. Mas, se o realizas bem, verás que aprender pode ser um processo divertido.
Muitos estudantes queixam-se do pouco tempo que têm para estudar. No entanto, é possível estudar mais e melhor em menos tempo. Se estudares corretamente, aprenderás mais em menos tempo sem prejudicar a qualidade. Não estamos a falar de estudar com rapidez e, sim, de potencializar a tua aprendizagem.

1. Dormir
A primeira dica é dormir bem, 7 horas no mínimo. Isso permite que o teu cérebro se ative e renda o máximo evitando as distrações tão comuns de quando se estuda uma matéria pouco atrativa.

2. Planear
Planeia os teus estudos. Tem em mente que estudar 3 ou 4 horas seguidas não renderá tanto quanto se estudares 45 minutos e parares 10.

3. Anotações
Assim que chegares em casa, passa a limpo as tuas anotações. Desta forma, quando fores estudar para a prova, não te perderás na bagunça do que anotaste. Se tens que estudar um livro, faz um resumo. Isso poupará tempo, mas, na véspera do teste, terás tudo organizado e estudarás melhor em menos tempo.

4. Aprender e memorizar
Para melhorar o teu rendimento, fica a saber que aprender é diferente de memorizar. Se compreendes e tens uma opinião crítica sobre um certo assunto, com certeza, terás na tua cabeça as ideias-chaves e os temas centrais dessa matéria; sem teres tido o esforço de memorizá-los.

5. Dinâmica
Não estudes de forma estática e, sim, dinâmica. Estuda em voz alta e passa as ideias do que aprendeste para o mundo. Após o estudo, nem que estejas a falar sozinho, conta o que aprendeste do teu modo.

6. Concentração
Sem concentração, obviamente, não estudarás melhor em menos tempo. Portanto, evita todos os objetos que te possam atrapalhar, como computador, televisão, livros, revistas, rádio, relógios que fazem tique-taque, etc. Deves também evitar as distrações mentais. Para tal, faz intervalos entre as horas de estudo, dorme bem e tenta dinamizar o teu estudo, como já explicado nas outras dicas. A última sugestão para te concentrares é meditar 10 minutos antes de cada sessão de estudo.

Fonte: Texto: Universia Portugal

sexta-feira, 30 de março de 2012

QUESTÕES E TESTES DE ESCOLHA MÚLTIPLA


"O formato de seleção ou escolha múltipla no processo de avaliação académica tem-se revelado bastante fiável e versátil para medir um largo espetro de competências (conhecimento, compreensão e aplicação, bem como outras de níveis cognitivos superiores...), em todas ou quase todas as áreas disciplinares e etapas de escolaridade. No entanto, as vantagens devem ser ponderadas em paralelo com as dificuldades que se levantam" (Damião, H.).

 
       Para contribuir para o esclarecimento do tema em questão, o CFIAP - Centro de Formação Intermunicipal Adolfo Portela vai realizar uma sessão de formação sobre "Questões e testes de escolha múltipla", no dia 2 de Maio de 2012, pelas 14h 30m, na Escola Secundária Adolfo Portela, em Águeda.
      Os interessados deverão enviar um mail para cfiap@esap.edu.pt indicando o nome completo, escola onde lecionam, grupo de recrutamento e telemóvel.
    As inscrições são limitadas ao número de lugares disponíveis e serão consideradas por ordem da sua chegada aos serviços do CFIAP.

segunda-feira, 26 de março de 2012

REVISÃO CURRICULAR



Foram divulgadas esta tarde as mudanças a introduzir na revisão curricular e na autonomia das escolas.

quinta-feira, 22 de março de 2012

CICLO DE CONFERÊNCIAS


ACREDITADO PELO CCPFC
Modalidade de Curso (25 horas= 1 Crédito)

A escola, particularmente a Pública, surge hoje marcada por desânimo, descrédito, derrotismo e tensões diversas. Neste quadro, é um imperativo discutir os pressupostos da Escola pública que temos e que queremos. É em contra corrente, contra a desmotivação e a ideia da degradação da escola e das pessoas que nela habitam que o CENFIPE – Centro de Formação e Inovação dos Profissionais de educação /Escolas do Alto Lima e Paredes de Coura - com sede nas Escola Secundária de Ponte de Lima, convoca os Diretores de Escolas, Professores, Pais e Encarregados de educação, Autarcas, Académicos, investigadores, empreendedores e todos aqueles que tem responsabilidades na educação para um grande debate público, um Ciclo de Conferências ao qual deu o nome

“ESCOLA PÚBLICA - O Rosto e as Máscaras:
Inovar em tempos de Desânimo”.

quinta-feira, 15 de março de 2012

HIPERATIVIDADE E DÉFICE DE ATENÇÃO


No âmbito do Protocolo de Cooperação Rede de Centros de Formação de Associação de Escolas do distrito de Aveiro (DREC) e em conjunto com o Agrupamento de Escolas de Anadia, vai ter lugar a sessão de formação "Hiperatividade e défice de atenção", destinada a todos os professores e educadores.

11 de abril de 2012, às 14 horas
Escola Secundária de Anadia

Inscrições encerradas

domingo, 11 de março de 2012

PERCURSOS ESPECIAIS


O grupo de Educação Especial do Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga vai levar a efeito a "Ação de Sensibilização para o Plano Individual de Transição (PIT)", acerca da temática da transição para a vida pós-escolar dos alunos com necessidades educativas individuais.
Será no próximo dia 14 de Março de 2012, quarta-feira, pelas 18h, na sala de grandes grupos da Escola Básica e Secundária de Sever do Vouga (sede do
Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga).

quinta-feira, 8 de março de 2012

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

quarta-feira, 7 de março de 2012

XVI SEMINÁRIO DO CENTRO DE DESENVOLVIMENTO LUÍS BORGES


A epilepsia, doenças neuromusculares, rastreio neonatal, risco biológico, problemas de comportamento e intervenção precoce são os temas centrais do XVI Seminário do Centro de Desenvolvimento Luís Borges. Agendado para dias 13 e 14 de Abril de 2012, o evento decorrerá em Coimbra, no Auditório do Hospital Pediátrico Carmona da Mota, e terá como lema: «Novos desafios em diagnóstico e terapêutica».

sábado, 3 de março de 2012

6ª EPI JORNADAS


ESCOLAR / EDUCATIVO

10 de MARÇO de 2012 


Objectivos Gerais: Informar e formar os destinatários sobre os aspectos clínicos, psicológicos e sociais inerentes à intervenção e acompanhamento da pessoa com epilepsia e da sua família.
Destinatários:
· PROFISSIONAIS DE SAÚDE E ACÇÃO SOCIAL (Clínica Geral, Medicina do Trabalho, Enfermagem,Psicologia, Psiquiatria, Farmácia, Serviço Social, Técnicos das várias áreas daSaúde),
· PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO (Professores, Educadores, Auxiliares de Acção Educativa),
· TERAPEUTAS (Ocupacional,Fala, Psicomotricidade, Reabilitação),
· ESTUDANTES DAS ÁREAS DA SAÚDE,
· ESTUDANTES DAS ÁREAS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS;

sábado, 25 de fevereiro de 2012

CONFERÊNCIAS NA FPCEUC

CAMINHADA



     Juntamos à conferência "O fim da educação" (com o Prof. Arsélio Martins), que decorrerá em Couto de Esteves, no dia 10 de Março, uma caminhada por paisagens lindíssimas e ainda um almoço por 8 €.  Este passeio tem grau de dificuldade muito moderado e por isso, destina-se a todas as idades (partida na Escola de Lourizela, 10h e 45m).

Organização:
LANCE - Liga dos Amigos e dos Naturais de Couto Esteves
Agrupamento de Escolas de Aradas
Centro de Formação Intermunicipal Adolfo Portela

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

NOVO ECD E NOVA ADD


Decreto-Lei n.º 41/2012. D.R. n.º 37, Série I de 2012-02-21, do
Ministério da Educação e Ciência

Procede à 11.ª alteração do Estatuto
da Carreira dos Educadores de Infância e Professores dos Ensinos
Básico e Secundário, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 139-A/90, de 28 de
Abril.

Decreto Regulamentar n.º 26/2012. D.R. n.º 37, Série I de 2012-02-21,
do Ministério da Educação e Ciência

Regulamenta o sistema de avaliação
do desempenho do pessoal docente da educação pré-escolar e dos ensinos
básico e secundário e revoga o Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23
de Junho.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

CONSIDERAÇÃO DE CRÉDITOS AOS FORMADORES


O Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar assinou um despacho em que determina:
1. O pessoal docente que, enquanto formador acreditado pelo CCPFC, sem qualquer contrapartida pecuniária, colabore com os CFAE, os CFdas Associações Profissionais e Científicas de Professores e CF das Organizações Sindicais de Professores em ações de formação contínua devidamente acreditadas pelo CCPFC, adquire o direito a obter para efeitos de avaliação do seu desempenho docente, a creditação máxima atribuída aos formandos na respetiva ação de formação;
2. A contabilização do disposto no número anterior, apenas poderá ser feito uma única vez por ação;
3. O presente despacho tem caráter excecional e aplica-se exclusivamente ao ano letivo de 2011-2012.
 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

REUNIÕES COM IMPACTO NEGATIVO




As reuniões de trabalho têm um impacto negativo no QI dos trabalhadores, deixando-os menos inteligentes, revela um estudo da Virginia Tech citado pelo Daily Mail.
Trabalhar em equipa faz com que as pessoas tenham piores resultados em testes de inteligência, uma vez que o seu cérebro está mais preocupado com a imagem e em 'fazer boa figura' perante o grupo.
«Os nossos resultados revelam que as reuniões fazem os nossos cérebros ficarem inertes», disse Read Montague, orientador do estudo.
Vários grupos de voluntários mostraram quebras significativas no QI quando lhes era pedido para revelarem as suas capacidades em contexto social.

(In Sol)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O FIM DA EDUCAÇÃO


"O FIM DA EDUCAÇÃO"

 decorrerá em Couto de Esteves, no dia 10 de Março, pelas 17h00 e destina-se ao público em geral,
revelando-se, no entanto, de toda a importância para os docentes que nela estejam presentes (será certificada pelo Centro de Formação Intermunicipal Adolfo Portela). Não necessita de inscrição prévia.

Aproveitamos para informar que está também previsto um PASSEIO PEDESTRE, por paisagens magníficas, com início às 10h30, na Casa da Cultura, sendo atividades independentes; não há organização para o almoço. Este passeio tem grau de dificuldade muito moderado e por isso, destina-se a todas as idades.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

TURISMO NAS ESCOLAS


 CONCURSO CENTENÁRIO DO TURISMO NAS ESCOLAS

A Comissão Nacional do Centenário do Turismo em Portugal promove o Concurso Nacional “Centenário do Turismo nas Escolas”, integrado na programação nacional das comemorações do Centenário do Turismo em Portugal (1911-2011). No âmbito das suas competências, o Agrupamento de Escolas de Condeixa-a-Nova e a sua Escola Secundária de Fernando Namora, associando-se à iniciativa da Comissão Nacional do Centenário do Turismo em Portugal, da qual faz parte como entidade aderente, centraliza a coordenação directa deste Concurso Nacional.

sábado, 28 de janeiro de 2012

MAIS DISCIPLINA

Fonte: Expresso

Mais disciplina... já não era sem tempo!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

INICIAÇÃO AO GREGO E AO LATIM


Universidade de Coimbra
O Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos irá promover dois cursos intensivos de iniciação ao Grego e ao Latim. São cursos breves (20h), destinados a facultar um primeiro contacto com o estudo das línguas clássicas a pessoas sem conhecimentos nesse domínio.
Os cursos funcionarão durante o mês de fevereiro, às terças e quintas, das 10 às 13h (Grego) e das 14 às 17h (Latim), sendo assegurados pelos doutorandos Carlos A. Martins de Jesus (carlosamjesus@gmail.com) e Rodolfo Lopes (rodolfo.nunes.lopes@gmail.com).
A frequência dos cursos é livre e gratuita, devendo a inscrição ser feita diretamente no Instituto de Estudos Clássicos ou através do email dos docentes.

(In blog De Rerum Natura)

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

LEI ORGÂNICA DA DGE



A partir do próximo dia 1 de fevereiro, entra em vigor o Decreto-Lei n.º 14/2012, de 20 de janeiro, que aprova a orgânica da Direção-Geral da Educação (DGE).

A DGE sucede nas atribuições da Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC) e do Gabinete Coordenador de Segurança Escolar (GCSE), previsto no Decreto Regulamentar n.º 29/2007, de 29 de março e no Decreto-Lei n.º 117/2009, de 18 de maio, respetivamente.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

QUE FORMAÇÃOPARA OS DOCENTES?




Há uma faceta dos professores que pouca gente conhece. É o lado do professor que guarda umas horas do seu tempo livre para ajudar os colegas. Tempo livre que tanto é retirado às manhãs de sábado, como aos fins de tarde até à hora do jantar. O voluntariado de uns é, em muitos casos, a principal solução para assegurar a formação de outros. A equação é simples: ou o professor paga a sua formação ou então fica dependente da boa vontade de um grupo de colegas.

A formação docente é obrigatória e gratuita. Pelo menos, é isso que diz a Lei de Bases do Sistema Educativo e o estatuto da carreira docente. Só que a formação financiada é mínima ou inexistente. Os dados mais recentes recolhidos pelos centros das associações de escolas mostram que das 2515 acções de formação prestadas nos primeiros seis meses de 2011, 74,4% foram realizadas com recurso a bolsas de professores ou parcerias (gratuitas) e 16,2% paga pelos próprios docentes. Restam ainda 235 acções (9,3%) suportadas por fundos comunitários ou pelo orçamento do Estado.

As estatísticas demonstram que usar a prata da casa passou a ser uma das principais estratégias dos centros de formação. Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Directores Escolares (ANDE) explica que, regra geral, as direcções das escolas identificam as suas necessidades e indicam os professores com formação acreditada para poderem integrar uma bolsa de formadores, dinamizada pelos centros. “A maioria das escolas e agrupamentos não pode oferecer nenhuma contrapartida, nem sequer está em condições para dispensar estes docentes de tarefas não lectivas.” Mesmo assim, tudo se consegue porque há “uma extraordinária boa vontade dos professores” para que essas acções aconteçam nos períodos pós-laboral.

“No nosso agrupamento [Cinfães] foi assim que se tornaram possíveis as formações para o novo acordo ortográfico ou para os novos programas de português”, explica o dirigente da ANDE, esclarecendo que, apesar de reconhecer ser a “modalidade possível” no actual contexto de crise, não deixa de ser “bastante limitado” quando as escolas querem ir além das necessidades imediatas e planear a médio ou longo prazo.

Voluntarismo. Recorrendo a esta bolsa de formadores, os centros não precisam de se preocupar com o financiamento, já que os que se voluntariam para ensinar e avaliar os colegas não são pagos, conta Ana Paula Vilela do centro de formação da associação de escolas Braga Sul. Durante o ciclo avaliativo de 2009--2011, o centro promoveu 111 acções e só 13 foram pagas pelas escolas. Isso não impede contudo que o volume de trabalho seja menor: “A procura mais do quadruplicou, sobretudo a partir de 2009, quando o modelo de avaliação estabeleceu um mínimo de 50 horas de formação contínua para cada ciclo”.

De resto, o centro sobrevive com as verbas comunitárias que sobraram de 2010. O dinheiro da Europa acabou nesse ano e os centros deixaram de ser financiados: Este ano, ainda dá para aguentar mas, para o próximo, a tutela terá de definir o que pretende dos centros de formação.” Sobreviver, contudo, implica ter um director a trabalhar das 8h30 às 23h00 e só contar com um desempregado a oferecer algumas horas por semana para atender o telefone: “O consultor de formação, por exemplo, continua a acompanhar as acções ou a elaborar relatórios de avaliação, embora já não seja remunerado desde o final de 2010.”

Devagar. O centro de formação do Nordes te Alentejano em coordenação com as 12 escolas associadas chegou a um meio--termo. Há uma tarde de quarta-feira por mês, em que as escolas libertam os formadores das reuniões ou outras actividades escolares para ensinarem colegas. “As acções vão-se fazendo, mas o que podia ser feito num ano tem de ser feito em dois ou três”, conta o director Francisco Simão. No centro de formação da associação de escolas Beira-Mar (Coimbra), o modelo não é muito diferente. Há casos em que a escola “liberta” o professor ou casos em que o formador usa os seus tempos livres para dar formação, diz a directora Evangelina Mendes.

Pagar. A saída para quem ainda não sobrevive só da boa vontade da classe é propor ao professor pagar a formação. O auto-financiamento representa entre 60% e 70% das acções do centro de Almada – 75 euros por uma formação de 25 horas. É um modelo que sempre existiu, conta a directora Adelaide da Silva, mas “se antes era a excepção, hoje é a regra”. Os restantes 30% são repartidos entre verbas da câmara e outras entidades com as quais o centro estabelece parcerias.

O auto-financiamento é um caminho que alguns centros têm resistência em aderir, conta Joaquim Raminhos, director do centro de formação do Barreiro e da Moita e representante dos 27 centros da área de Lisboa e Vale do Tejo: “As dinâmicas variam muito, mas uma boa parte recusa pedir ao docente para pagar a formação, uma vez que a legislação a consagra como um direito da classe.” Ao longo de duas décadas, os centros foram financiados por fundos europeus, mas esses tempos acabaram – diz Joaquim Raminhos – e agora só há dois caminhos: “Ou a tutela assume essa função ou os centros vão ter de encontrar novas dinâmicas de gestão que tanto pode ser o auto-financiamento, como bolsas de formadores nas escolas ou parcerias.”

Solicitar aos professores para pagar a formação é algo que Armindo Carvalho, do centro de formação da associação de escolas de Sintra evita a todo custo. Por enquanto, ainda recebe verbas da câmara. No ano passado não ultrapassaram os 12 mil euros e este ano caíram para 10 mil: “Serve para cumprir um plano mínimo que tem como base os pedidos de 16 agrupamentos e implica apontar para metas com muitas limitações.” Logo à partida estão excluídas as áreas disciplinares, já que o programa tem de ter um “carácter generalista” para chegar ao maior número de destinatários possível. Não há portanto acções específicas para Matemática, Português, ou outra disciplina. É o preço que Armindo Carvalho diz pagar para cumprir a Lei.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

O NOVO PORTAL DO MEC

CURSOS EFA NÂO FUNCIONAM COM MENOS DE 12 ADULTOS



A partir de agora, as turmas dos cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA) em funcionamento nas escolas públicas não poderão permanecer nestes estabelecimentos se o número dos seus alunos ficar reduzido a um número inferior a 12.(...)

Dos cerca de 80 mil adultos inscritos em cursos EFA em 2010, 66% frequentavam escolas públicas. Estes cursos, que são financiados a 70% por fundos comunitários, destinam-se a pessoas com idade igual ou superior a 18 anos, que desejem concluir o 4.º,6.º, 9.º ou 12.º ano. Para além da componente escolar podem também conferir certificação profissional.(...)

(in Público.pt)

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

CONSUMIR FRUTA NA ESCOLA


A Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) inicia hoje nas escolas um programa educativo para incentivar o consumo de fruta no lanche escolar nos jardins-de-infância e escolas do primeiro ciclo. (...)
O projecto, que vai decorrer ao longo de seis semanas, até 10 de Fevereiro, pretende incentivar as crianças até aos 10 anos a dar importância ao consumo diário de fruta e a adoptar definitivamente este hábito alimentar.
Segundo a Comissão Europeia, Portugal está entre os países da Europa com maior número de crianças com excesso de peso: 32% das crianças entre os 6 e os 8 anos têm excesso de peso e 14% são obesas. O sexo feminino apresenta valores superiores aos do sexo masculino. (...)

(In Público.pt)

sábado, 31 de dezembro de 2011

BOM ANO NOVO


BOM ANO NOVO

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

REVOGAÇÃO DO CURRÍCULO NACIONAL DO ENSINO BÁSICO




     No passado dia 23 de Dezembro saiu em Diário da República um Despacho assinado pelo Ministério da Educação e Ciência - Despacho n.º 17169/2011 - que revoga o principal documento curricular para o Ensino Básico, vigente há uma década, na sequência da publicação do Decreto-lei 6/2001, de 18 de Janeiro.
     Este extenso documento intitulado Currículo Nacional do Ensino Básico: Competências Essenciais, apresentava uma nova organização do ensino a partir duma multiplicidade de competências gerais, tranversias e específicas. Apresentava também as experiências de aprendizagem que deveriam ser proporcionadas aos alunos para construírem essas competências.
      Apesar do documento poder ser consultado aqui, reproduzimos, de seguida, uma passagem em que se apresentam as razões que sustam tal decisão.
     "O documento (...) continha uma série de insuficiências que na altura foram debatidas, mas não ultrapassadas, e que, ao longo dos anos, se vieram a revelar questionáveis ou mesmo prejudiciais na orientação do ensino. Por um lado, o documento não é suficientemente claro nas recomendações que insere. Muitas das ideias nele defendidas são demasiado ambíguas para possibilitar uma orientação clara da aprendizagem. A própria extensão do texto, as repetições de ideias e a mistura de orientações gerais com determinações dispersas tornaram-no num documento curricular pouco útil. Por outro lado, o documento insere uma série de recomendações pedagógicas que se vieram a revelar prejudiciais.
      Em primeiro lugar, erigindo a categoria de «competências» como orientadora de todo o ensino, menorizou o papel do conhecimento e da transmissão de conhecimentos, que é essencial a todo o ensino. Em segundo lugar, desprezou a importância da aquisição de informação, do desenvolvimento de automatismos e da memorização. Em terceiro lugar, substituiu objectivos claros, precisos e mensuráveis por objectivos aparentemente generosos, mas vagos e difíceis, quando não impossíveis de aferir."

Helena Damião
Consultora do CFIAP

sábado, 24 de dezembro de 2011

BOAS FESTAS


BOAS FESTAS
são os votos do CFIAP para todos os colaboradores.


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

TEMOS QUE POUPAR 380 MILHÕES!!!




A redução de custos na Educação, com o objetivo de poupar 380 milhões de euros, racionalizando a rede escolar e criando agrupamentos, diminuindo ao mesmo tempo as necessidades de pessoal, estão nas metas do memorando revisto da troika.
Na primeira revisão, este valor era de 195 milhões de euros.
O documento aponta para uma centralização da oferta, redução e racionalização das transferências para as escolas privadas com contratos de associação e uma maior utilização de fundos comunitários para financiar actividades na área da Educação.
O texto, hoje divulgado, diz que o Governo vai continuar a trabalhar para combater a baixa escolaridade e o abandono escolar precoce, melhorando a qualidade do ensino secundário, a via vocacional e a formação, com vista a aumentar a eficiência no sector, a qualidade do capital humano e a entrada no mercado de trabalho. (...)

(In Sol)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

REVISÃO DA ESTRUTURA CURRICULAR


A Revisão da Estrutura Curricular está disponível aqui.
Os contributos referentes a esta consulta pública poderão ser enviados, até dia 31 de Janeiro, para revisao.estrutura.curricular@mec.gov.pt

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

UM QUINTO DA POPULAÇÃO NÃO TEM QUALQUER NÍVEL DE ENSINO




Entre 2001 e 2011 quase duplicou o número de pessoas que passou a ter curso superior – são agora cerca de 1,2 milhões. Esta tendência também se verifica no ensino secundário. Mas, contas feitas, apenas 12% da população possui o ensino superior completo, 13% o secundário, o que contrasta com os 19% da população sem qualquer nível de ensino. São dados provisórios do Censos 2011 ontem divulgados no Instituto Nacional de Estatística (INE), em Lisboa.

O coordenador do Gabinete de Censos do Instituto Nacional de Estatística (INE), Fernando Casimiro, destacou ontem a passagem de 284 mil licenciados em 1991, 674 mil em 2001 e 1,262 milhões de pessoas este ano. São as mulheres quem possui qualificações mais elevadas, sendo 61% dos licenciados do sexo feminino, mas são também as mulheres que predominam no grupo de pessoas sem qualquer escolaridade. Apesar das boas notícias, 19% das pessoas não têm qualquer nível de ensino. (...)

(In Público.pt)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

I ENCONTRO NACIONAL


 I Encontro Nacional “Qualificar os Portugueses, uma missão, um dever profissional”
 no auditório do ISCA, em Coimbra
no dia 07 de dezembro de 2011

terça-feira, 29 de novembro de 2011

INVESTIGAÇÃO



Está em curso a maior operação de sempre para saber que habilitações académicas têm os professores de quadro das escolas públicas. Pós-graduações, mestrados, doutoramentos ou outras formações especializadas, o Ministério de Educação e Ciência quer conhecer a fundo o currículo dos cerca de 100 mil docentes do ensino básico e secundário.
É a primeira vez que a tutela lança uma iniciativa de âmbito nacional para conhecer que formação têm os professores, além das habilitações académicas que lhes permitem dar aulas. Todas as escolas e agrupamentos têm de preencher e entregar o inquérito da Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação até 2 de Dezembro.
O trabalho, feito em articulação com 91 centros de formação de professores do país, tem como objectivo mais imediato identificar os docentes com formação ou experiência em avaliar outros colegas e que poderão vir a integrar a bolsa de avaliadores previstos no novo modelo de avaliação.
A meta final, no entanto, passa por fazer um diagnóstico nacional para identificar as regiões e áreas de formação mais carenciadas. A recolha de informação servirá mais tarde para construir um plano de formação direccionado para áreas de especialização mais urgentes e focalizado nas zonas do país mais necessitadas. (...)


sábado, 26 de novembro de 2011

FADO PATRIMÓNIO MUNDIAL



    Este fim-de-semana o fado deverá ser considerado património cultural imaterial da humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), que tem o comité intergovernamental reunido em Bali, na Indonésia, até dia 29, para apreciar 49 bens que querem entrar para a lista das tradições, conhecimentos, práticas e representações que fazem a matriz cultural de um país e que, juntas, formam uma espécie de tesouro intangível do mundo.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

UNIVERSIDADE QUE É SOCIEDADE



“Agora que estamos perante a primeira grande ruptura do século XXI, quando a rapidez das decisões esmaga o tempo humano da compreensão, quando a nossa consciência da realidade parece sempre tardia, e a destempo, como se nada pudéssemos fazer, e tudo estivesse decidido por um alguém que é ninguém, agora, precisamos, mais do que nunca, de reforçar a democracia”, afirmou o reitor da Clássica, salientando que “não basta insistir no triângulo virtuoso da educação, da ciência e da inovação”. (...)

“Precisamos de ‘autonomia de decisão’ porque a autonomia faz parte da essência da universidade. Mas sabemos que ela não pode beneficiar uma universidade corporativa, virada para os interesses de dentro, e deve estar, sempre, ao serviço de uma universidade que é cidade, que é sociedade." (...)

(António Nóvoa, reitor da Universidade de Lisboa, falando na cerimónia de abertura do Ano Académico e de encerramento das comemorações do Centenário da UL)

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

COISAS BONITAS...



     Já foi reconhecida como uma das mais belas livrarias do mundo pelo guia de turismo "Lonely Planet". Agora, é a conceituada revista "Time" que dá destaque à portuense Lello, num artigo assinado pelo jornalista John Krich, que ficou fascinado com a arquitectura de um edifício que é uma "espectacular evocação do neo-gótico", com a fachada a fazer lembrar uma igreja.


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

OS PAÍSES MAIS GLOBALIZADOS


Os países mais globalizados, através da análise da circulação de serviços, capital, informação e pessoas.
Portugal está no 39º lugar.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

FESTIVAL DE MARIONETAS


 Festival de Marionetas

promovido pela Casa do Povo de Valongo do Vouga,
nos dias 18, 19 e 20 de Novembro de 2011, no auditório da Instituição.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

ESCOLAS QUE SE AUTOAVALIAM



O Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) vai realizar a conferência Escolas que se Autoavaliam, que está a ser organizada no âmbito do Ciclo de Conferências Escolas com Futuro Dentro – Boas Práticas de Educação em Conferência.
Este Ciclo de Conferências surge na sequência dos cursos realizados pelo ISCSP na área da Administração Escolar, tendo por objetivo fomentar uma rede de partilha de conhecimento das últimas experiências na área da educação, evidenciando os melhores exemplos, proporcionando assim o benchmarking entre escolas.

A entrada é livre. Carece de inscrição prévia.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

HAPPY HALLOWEEN


FELIZ NOITE DAS BRUXAS!!

sábado, 29 de outubro de 2011

VAI TER QUE MUDAR!





O Ministério da Educação e Ciência (MEC) avisou esta semana as direcções das escolas de todo o país que não vai pagar a renovação de licenças de utilização de software da Microsoft dos perto de 50 mil computadores distribuídos entre 2004 e 2007, pelo que aquelas deverão mudar para um sistema de utilização livre, tipo Linux. (...)

(In Público.pt)

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

ENTREVISTA COM ANTÓNIO NÓVOA


 
Faz um balanço positivo do Processo de Bolonha?

Não faço. Num certo sentido, o Processo de Bolonha ainda não começou. Subscrevo uma parte significativa dos valores que lhe estão subjacentes, mas está longíssimo de ser uma realidade. O que fizemos foi apenas no plano formal.


Mudar cadeiras anuais para semestrais?
Coisas desse estilo. São adaptações que não alteraram verdadeiramente a forma de trabalhar. Mas não só em Portugal. De um modo geral, as universidades estrangeiras não estão muito mais avançadas.

Ficámos a ganhar ou a perder com Bolonha?
É difícil dizer. Há ganhos, como a massificação do ensino superior, a simplificação das mobilidades ou o reconhecimento de diplomas de umas universidades para as outras. Mas é evidente que pelo caminho se perdeu muito, como a desvalorização social do diploma e a qualidade da formação também não é a mesma.

Um licenciado hoje em dia sai menos preparado?
Incomparavelmente. E seria estranho que a formação de três anos fosse igual à de cinco. Muitos currículos empobreceram-se anos - há a tendência para serem um bocadinho mais enlatados. Por outro lado, desapareceram cadeiras de introdução a questões filosóficas e culturais. Isto tudo sem que tenha havido uma alteração no modo de trabalho dos professores e alunos.


In “O futuro está nas universidades“, Entrevista com António Nóvoa (páginas 8 a 11 de Aula Magna Nov-Dez 2010)

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

ENCONTRO "CIÊNCIA NAS ENTRELINHAS"


A Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro, em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares, organiza o Encontro «Ciência nas Entrelinhas», no âmbito do projeto «Newton Gostava de Ler!». O evento decorre no dia 31 de outubro, no auditório da Reitoria da Universidade de Aveiro, entre as 09h30 e as 17h00, e destina-se ao público adulto. A entrada é gratuita, com inscrição obrigatória até ao dia 20 de outubro.

 O evento contará com a presença do Reitor da UA, Prof. Manuel António Assunção, e da Coordenadora Nacional da Rede de Bibliotecas Escolares, Dr.ª Teresa Calçada.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

APRENDER A APRENDER A APRENDER


 
Em pedagogia, e penso que não é só na pedagogia, a linguagem é uma fonte de equívocos. Certa frase ou palavra pode desencadear múltiplos entendimentos, alguns dos quais contraditórios.
Uma boa ilustração desses (des)entendimentos é o “aprender a aprender” que se opõe (ainda que dissimuladamente) a “aprender” (porquê!?).
O mais importante na educação escolar, dizem uns, não é “aprender” no sentido de adquirir conhecimentos, é “aprender a aprender”. Porque, veja-se, os conhecimentos estão nos livros, na internet, por aí, logo se alguém precisar deles, procura-os, sendo certo, que os encontra. E, além disso, os conhecimentos estão sempre a mudar: o que se tem por verdade hoje, já não o é amanhã. Logo, quando alguém precisar de aprender algum conhecimento, terá acesso à “última versão”, por assim dizer. A questão é, pois, de atitude e de processo: levar os sujeitos a perceberem que vivemos numa “sociedade do conhecimento” e que são eles próprios que têm de vasculhar em seu redor para chegarem àquilo de que precisam.
O mais importante, dizem outros, é mesmo “aprender”, pois quem adquire conhecimentos, nesse trabalho de adquirir conhecimentos, também “aprender a aprender”. Ainda que os conhecimentos estejam disponíveis algures, não se saberá procurá-los se previamente não se tiver adquirido conhecimentos, nem, nem sequer, haverá curiosidade para os ampliar. Ou seja, sem desvalorizar o processo, o produto (ter chegado a certos conhecimentos) é fundamental. Por outras palavras, para se “aprender a aprender” é condição que se “aprenda” e em profundidade. Não há volta a dar.
Esta antinomia assume outras formas que pouco mais valor têm do que um jogo de palavras... Por exemplo: ensinar a "aprender a aprender", mas como a palavra "ensino" é evitada (pois, afinal, diz-se "ninguém ensina nada a ninguém"), será melhor dizer-se "levar os alunos a aprender a aprender" ou, ainda melhor, "aprender a aprender a aprender”.

Helena Damião
Consultora do CFIAP

domingo, 9 de outubro de 2011

PALADIN INTERNATIONAL CONFERENCE




"Promover a aprendizagem e o envelhecimento activo e consciente: como enfrentar os desafios actuais e futuros"

Decorre nos dia 20 e 21 de Outubro de 2011, no Auditório da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, Pólo II

A presença deve ser confirmada até ao dia 10 de Outubro através do email cipaladin@fpce.uc.pt