Espaço para divulgação de informação relacionada com a atividade do Centro de Formação
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
QUESTÕES CHAVE DA EDUCAÇÃO
No seguimento das conferências anteriores, a Fundação Francisco Manuel dos Santos volta a discutir temas essenciais para o futuro da escola e da educação no nosso país.
Partindo da participação de especialistas, convoca professores, pais e outros interessados a entrar neste debate.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
SECUNDÁRIO SUPERIOR
Atentos que temos estado - investigadores, sistemas de ensino e sociedade em geral - aos alunos com mais dificuldades de aprendizagem, motivacionais e/ou sociais para que eles cheguem a patamares mínimos, fomos negligenciando aqueles que se envolvem em certas matérias e as aprendem com maior rapidez e facilidade.
Afastando determinismos relacionados com capacidades (ou incapacidades) inerentes aos próprios alunos, só deles dependentes e incapazes de se alterarem; considerando, pelo contrário, que o ensino é fundamental para todos chegarem mais longe, o projecto em questão procura operacionalizar de modo amplo a noção de «escola inclusiva». Pelo interesse da iniciativa, achámos pertinente falar com Henrique Coelho, director da Escola Secundária Adolfo Portela (ESAP).
P: O projecto «Secundário Superior» surgiu e tomou forma quando e como?
R: O projeto foi surgindo, mas só no final do passado ano letivo nasceu verdadeiramente, depois de reunir com alguns professores que me ajudaram a explicitar e formalizar aquilo que se vinha desenhando. Se, numa primeira fase, a escola se preocupou essencialmente com a eficiência e eficácia, trabalhando no sentido de garantir a aquisição e desenvolvimento de competências fundamentais por todos os alunos, com o seu sucesso escolar e educativo, era agora altura de se afirmar como verdadeiramente inclusiva, isto é, preocupar-se também com um ensino de qualidade e mesmo de excelência (a realização de Cursos Avançados, na ESAP, no ano letivo anterior, ao abrigo do protocolo estabelecido com o Instituto de Educação e Cidadania, dirigido pelo Doutor Arsélio Pato Carvalho mostrava-nos que isto era possível). Na verdade, há muito que nos preocupava a possibilidade de os melhores alunos – os mais ambiciosos, aqueles que manifestavam vontade e potencialidades para a excelência – serem, de alguma forma, esquecidos, preteridos em função daqueles que revelavam mais e maiores dificuldades. Impunha-se, pois, compatibilizar a equidade com a excelência, trabalhando para o sucesso de qualidade e não apenas para o combate ao insucesso.
A batalha contra o insucesso estava ganha e consolidada pela ESAP – as elevadas taxas de aproveitamento e as taxas residuais de abandono escolar dos últimos anos revelam-no. Tal terá resultado, também, da reflexão crítica e consequente aperfeiçoamento de algumas práticas pedagógicas, nomeadamente no âmbito do Projeto TurmaMais, a que a escola se candidatou e em torno do qual se foram desenvolvendo sinergias que têm conduzido, inequivocamente, a um ensino básico de (maior) qualidade. O percurso efetuado pela ESAP e (re)conhecido pela comunidade educativa tornava evidente a possibilidade (e, nessa medida, a necessidade) de um segundo passo: a aposta na qualidade superior e mesmo na excelência, na maximização das potencialidades cognitivas dos nossos alunos. Foi desta ambição que surgiu o atual Secundário Superior e o desafio era concretizar um ensino secundário que fosse para além dos cânones estabelecidos. Já não pedia apenas que «cumpríssemos» a nossa função enquanto profissionais da educação – propunha que o fizéssemos subordinando todo o trabalho de planificação, execução e avaliação a critérios de excelência.
Propunha que não nos conformássemos com as batalhas ganhas, mas partíssemos delas para propor outras, mais exigentes e mais difíceis, mas também mais motivadoras; que ousássemos ser ambiciosos, recusando a mediania, a mediocridade, o relativismo, o paternalismo e o conforto permitido pelo status quo. Propunha que respondêssemos à atual conjuntura de crise «arregaçando as mangas» em vez de «cruzar os braços», sendo pró-ativos e não apenas reativos, sendo ambiciosos exigentes e não satisfeitos conformados. Propunha que nos distinguíssemos pelo serviço educativo prestado, continuando a afirmar a escola como instituição de referência. (Não deixa de ser motivador que, num contexto de diminuição generalizada de alunos, a ESAP, a única escola não intervencionada de Águeda, conte já para o próximo ano letivo com mais 50 alunos relativamente ao ano passado.)Foram estas ideias que apresentei numa reunião com as coordenadoras de três departamentos curriculares, incumbindo-as de pensarem nelas, as amadurecerem e apresentarem propostas para a sua concretização.
Foi isso que aconteceu, oito dias depois, com a apresentação de um esboço do atual projeto, realizado graças ao contributo de outros professores cujas práticas revelavam já esta linha de pensamento e esta ambição. Depois de apresentado e discutido esse esboço, o projeto ganhou finalmente forma e pode ser publicamente apresentado no dia 13 de junho sob o nome, que cremos ser elucidativo, de Secundário Superior.
P: Sabemos que o projecto é destinado a alunos com desempenho académico acima da média, mas aqui duas perguntas se impõem: Como são seleccionados esses alunos? E alunos com desempenho académico abaixo da média são incentivados a melhorar de modo a poderem ser seleccionados?
R: Se me permite, começo pela segunda questão. Gostaria de vincar sem qualquer margem para dúvidas que, na ESAP, queremos que todos os alunos sejam cada vez mais melhores alunos. Queremos que todos os alunos da ESAP e os seus encarregados de educação saibam que o «fator ESAP» foi/é decisivo no seu percurso escolar, pessoal e social. Deste ponto de vista, na ESAP ninguém é excluído.
Todos são incluídos. Todos são incentivados a melhorar os seus desempenhos porque todos têm potencial. Ainda que o Secundário Superior seja elitista no sentido em que se dirige aos alunos com os melhores resultados, é intrinsecamente democrático porque está aberto a todos os alunos que estão na escola para aprender, para maximizar o seu potencial, no fundo, que estão na escola para que a escola os desafie a ir mais além.Quanto à questão da selecção, decidimos não complicar. Em primeiro lugar, não há alunos seleccionáveis. Há, isso sim, um universo de alunos visados pelo Secundário Superior e o limite mínimo desse universo é possuir uma média equivalente ou superior a catorze valores porque, como há muito se convencionou, é aí que começa o bom. Em segundo lugar, não basta ter uma média equivalente ou superior a catorze. É absolutamente necessário que os alunos e os encarregados de educação conheçam o Secundário Superior, conheçam os seus objetivos e as suas atividades.
Ora, é esse trabalho que estamos a fazer neste momento. Depois de identificar o universo dos alunos bons e as suas áreas de estudos, seguir-se-á o contacto formal para que eles e as suas famílias saibam de facto o que a ESAP tem para lhes oferecer. Finalmente, haverá um trabalho hercúleo a desenvolver com vista a motivar os alunos para a participação nas atividades do Secundário Superior. Como se sabe, estes alunos são muito exigentes e zelosos do seu tempo, por isso, temos de lhes mostrar de forma inequívoca que o Secundário Superior constitui uma mais-valia para o seu processo de formação.No fundo, o que gostaria de reafirmar é que o Secundário Superior está aberto a todos os alunos porque, mais do que um projeto, é a materialização de um valor estruturante da nossa escola.
P: Um projecto destes não pode ter viabilidade sem o envolvimento dos professores. Que professores foram agregados ou que professores fizeram questão de se agregar?
R: O projeto Secundário Superior traduz o rumo definido para a ESAP, revelando a assumpção de uma verdadeira política educativa para e da escola. Evidentemente que a efetivação de tal rumo exige a mobilização de todos os professores, orientando a sua competência, profissionalismo e criatividade para uma nova e mais ambiciosa forma de estar na e construir a escola. É também evidente que tal mobilização e motivação exigem, antes de mais, um conhecimento profundo do projeto – da sua oportunidade e relevância, dos seus pressupostos e finalidades, bem como de formas possíveis de o concretizar.
Na realidade, algumas das atividades integradas no atual Secundário Superior já se realizaram no passado ano letivo, embora de forma não articulada nem integrada. Servem, contudo, de exemplo de práticas que podem ser integradas no projeto na medida em que são consequentes com os seus pressupostos e permitem a consecução das finalidades definidas. Esta foi uma das preocupações da equipa que elaborou o projeto para apresentação pública: fornecer exemplos de atividades que permitiriam a concretização do pretendido, lembrando que embora ambicioso o que se propunha não era irrealizável ou apenas utópico – algumas dessas atividades já tinham sido realizadas e com êxito.Para além da apresentação pública em que estiveram presentes todos os professores da ESAP e a quem foi fornecida documentação essencial, foram posteriormente realizadas várias reuniões com os grupos/áreas disciplinares que constituem os vários departamentos curriculares.
Com tais reuniões pretendia-se não só prestar os esclarecimentos necessários, mas também motivar os professores, mobilizá-los para a concretização do projeto, solicitando a apresentação de novas atividades. Todos os grupos/áreas disciplinares apresentaram propostas consequentes com o projeto que está agora francamente enriquecido, podendo a ESAP oferecer, a partir de setembro, um conjunto de atividades de aprofundamento de conhecimentos e de treino de competências de todas as áreas do saber, bem como um conjunto de atividades co-curriculares que contribuirão para a melhoria dos processos cognitivos dos alunos.
Ora, a quantidade e qualidade de tais propostas parece indicar, senão a mobilização de todos os professores, pelo menos a sua disponibilidade e vontade de aderir a um projeto tão ambicioso como este.Houve, contudo, alguns professores que, desde a primeira hora, manifestaram uma firme vontade de concretizar este projeto, dedicando-lhe muitas horas de trabalho mas sobretudo muita da sua energia criadora. Creio que estes professores serão capazes, pelo exemplo, de motivar outros, «contaminando-os» com essa vontade de fazer mais e melhor, funcionando como pólos dinamizadores de sinergias que já existem e que, estou certo, se aprofundarão.
P: Na apresentação do vosso projecto declararam pretender «uma escola de excelência», «uma escola feliz». No imaginário colectivo, talvez se tenha delineado uma contradição: uma escola que trabalha para a excelência, que aposta no rigor e no esforço, na dificuldade não pode preocupar-se com a felicidade...
R: Sim, até pode ser, mas, na realidade, se pensarmos bem, não há qualquer contradição porque só pode haver felicidade se houver esforço. Acho até que basta olhar à nossa volta para perceber que vivemos tempos difíceis porque temos optado sempre ou quase sempre pela via mais fácil. E a via mais fácil não conduz à felicidade, só à ilusão de felicidade. A felicidade, a verdadeira felicidade dá trabalho, exige coragem, esforço e sacrifício. E a escola portuguesa, a sociedade portuguesa, têm de recuperar esta ideia para combater a crença errada de que há atalhos. Tem de mostrar que a vida não nos acontece, mas decorre das nossas escolhas. Ora, o Secundário Superior pretende trazer para a luz do dia um conjunto de heróis (os bons alunos) que cedo entendeu que a felicidade não é instantânea, não é algo que nos acontece. Que entendeu que felicidade não é um meio, mas um fim. E que o trabalho, a abnegação, a escolha do caminho aparentemente mais longo são, na realidade, as únicas vias para a realização pessoal. Num certo sentido, o que quero dizer é que mais felizes são aqueles que há muito descobriram a técnica da felicidade, quer dizer, a receita ideal para a procura da felicidade – a sabedoria. Mas que significado tem esta receita? Que felicidade nos garante o esforço e o sacrifício? Garante-nos que nunca teremos tudo o que precisamos, que o caminho para a felicidade não é simples nem dourado e que o essencial não é desejar ser feliz, mas poder ser feliz. Claro que este poder exige preparação, exige que disponhamos das ferramentas e dos meios necessários para conceber e executar um plano racional de vida. Exige que se construa o direito a ser feliz, o qual, por sua vez, implica o dever de procurar ser feliz para além de lógicas individualistas e consumistas. A escola deve, por isso, ser o lugar do elogio do trabalho e todos os que a constroem devem ser arquitectos deste princípio fundamental. Porque só o conhecimento traz liberdade, só a liberdade traz realização e só a realização traz felicidade.
Helena Damião
Consultora do CFIAP
(entrevista publicada no blog De Rerum Natura)
terça-feira, 24 de julho de 2012
domingo, 8 de julho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
CONFERÊNCIAS
O Centro de Formação EduFor - Centro de Formação de Associação de
Escolas dos concelhos de Nelas, Mangualde, Penalva do Castelo, Sátão e
Vila Nova de Paiva - organiza as Jornadas “O Pré-escolar e o 1º Ciclo
face aos novos desafios da educação”, a realizar nos dias 7, 12 e 13
de julho, destinadas a docentes do Pré-Escolar e do 1º Ciclo do
ensino básico.
A frequência das Jornadas, nas condições de acreditação, reveste a
forma de um curso de formação de 15 horas a que corresponde 0,6
créditos.
As inscrições são gratuitas e exclusivamente on-line, aceites por
ordem de entrada.
Mais informações e inscrições em www.edufor.pt
Escolas dos concelhos de Nelas, Mangualde, Penalva do Castelo, Sátão e
Vila Nova de Paiva - organiza as Jornadas “O Pré-escolar e o 1º Ciclo
face aos novos desafios da educação”, a realizar nos dias 7, 12 e 13
de julho, destinadas a docentes do Pré-Escolar e do 1º Ciclo do
ensino básico.
A frequência das Jornadas, nas condições de acreditação, reveste a
forma de um curso de formação de 15 horas a que corresponde 0,6
créditos.
As inscrições são gratuitas e exclusivamente on-line, aceites por
ordem de entrada.
Mais informações e inscrições em www.edufor.pt
segunda-feira, 18 de junho de 2012
O PROJECTO EDUCATIVO LOCAL
O Centro de Formação de Associação de Escolas Coimbra Interior vai concretizar em parceria com a Câmara Municipal de Oliveira do Hospital e a Universidade de Coimbra, o atelier / curso de formação "O Projeto Educativo Local. O contributo da comunidade escolar para o desenvolvimento sustentado de um território de baixa densidade", nos dias 26 de Junho e 11 de Setembrode 2012, na Casa da Cultura César de Oliveira, em Oliveira do Hospital.
As inscrições decorrem entre os dias 18 e 22 de Junho e podem ser feitas através da página eletrónica do CFAE Coimbra Interior.
O PROJECTO EDUCATIVO LOCAL
O Centro de Formação de Asssociação de Escolas Beira Mar vai realizar, em parceria com a Universidade de Coimbra e a Câmara Municipal da Figueira da Foz a ação de formação - Curso de Formação - Atelier "O Projeto Educativo Local" que decorre no CAE (Centro de Artes e Espetáculos) da Figueira da Foz, nos dias 25 de junho e 10 de setembro.
Para se inscrever no atelier utilize este LINK.
Para se inscrever no atelier utilize este LINK.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
FORMAÇÃO CONTÍNUA - SEMINÁRIOS
Seminário Internacional«Autoavaliação e melhoria: itinerários e práticas»
4 de julho de 2012 (quarta-feira)– Auditório do Museu Marítimo de Ílhavo
Destinatários: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Inscrições e informações em www.cfaecivob.pt
Seminário «Prevenção doTabagismo na Escola - Domicílios sem Fumo»
13 de julho de 2012 (sexta-feira / manhã) – Auditório do Museu Marítimo de Ílhavo
Destinatários: Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico
Inscrições e informações em www.cfaecivob.pt
Seminário «Prevenção do Tabagismo na Escola -Não fumar é o que está a dar»
13 de julho de 2012 (sexta-feira / tarde) – Auditório do Museu Marítimo de Ílhavo
Destinatários: Professores dos 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico
Inscrições e informações em www.cfaecivob.pt
terça-feira, 5 de junho de 2012
FORMAÇÃO PORDATA

A Pordata é uma base de dados recente, de acesso público, da Fundação Francisco Manuel dos Santos, instituição que tem como Presidente do Conselho de Administração o investigador António Barreto. O projeto disponibiliza milhares de indicadores e estatísticas relativos ao Portugal Contemporâneo.
Com o intuito de tornar esta ferramenta um auxiliar à análise e pensamento no nosso dia-a-dia, a Fundação Francisco Manuel dos Santos e o Centro de Formação Intermunicipal Adolfo Portela, preparam uma formação gratuita, com duração de cerca de 2 horas, no dia 3 de julho de 2012, às 14h 30m, na Escola Secundária Adolfo Portela, para que os docentes possam conhecer indicadores sociodemográficos, comparar e cruzar séries estatísticas das bases de dados de Portugal e da Europa. Este serviço público dispõe de mais de 70 mil séries estatísticas e permite ver evoluções das mesmas em gráficos dinâmicos, editar conteúdos e criar uma área pessoal.
Esta iniciativa destina-se a professores bibliotecários e professores de todas as áreas disciplinares dos 2º e 3º ciclos do ensino básico e do ensino secundário. Os interessados deverão enviar um mail para cfiap@esap.edu.pt até ao dia 25 de junho, indicando o nome completo, a escola onde lecionam, o grupo de recrutamento e o número de telemóvel. Se for o caso, devem indicar se são professores bibliotecários ou se se encontram a orientar alunos que estejam a realizar trabalhos com recurso à PORDATA.
As inscrições são limitadas e serão consideradas por ordem da sua chegada aos serviços do CFIAP, sendo que, no caso de inscrições em excesso, terão prioridade os professores bibliotecários e os docentes que se encontrem a orientar alunos a realizar trabalhos com recurso à PORDATA.
Os participantes deverão ser portadores de computadores portáteis.
FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES
Vai realizar-se no dia 14 de junho de 2012, pelas 15.00 horas, no auditório da Direção Regional de Educação do Centro, a apresentação do livro
"FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES, 1992 – 2007: CONTRIBUTOS DE INVESTIGAÇÃO PARA UMA APRECIAÇÃO RETROSPECTIVA".
Para efetuar a inscrição deverão os interessados aceder ao Formulário Online até ao próximo dia 12 de junho, sendo o critério de seleção dos candidatos a ordem de entrada das respetivas fichas de inscrição.
O endereço do formulário para inscrições on-line é https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dGtkWnpLd1gtbEgzZzNZeFp5LXptRFE6MQ
quinta-feira, 31 de maio de 2012
O Conselho de Ministros aprovou uma proposta de lei relativa ao Estatuto do Aluno e Ética Escolar, no qual se estabelecem os direitos e os deveres do aluno dos ensinos básico e secundário e o compromisso dos pais ou encarregados de educação e dos restantes membros da comunidade educativa na sua educação e formação.
A linha de força desta proposta é o reforço da autoridade efetiva dos professores, apostando no estabelecimento de uma nova cultura de disciplina e promoção do mérito dos alunos, e na maior responsabilização dos pais e encarregados de educação.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
LITERACIA SOCIAL
Vai realizar-se no dia 28 de Maio de 2012, uma sessão de trabalho que consiste na apresentação do Programa LED On Values e os seus recursos pedagógicos no âmbito do projeto LED – Valores da Igualdade, financiado pelo programa Operacional do Potencial Humano (POPH), no auditório da Direção Regional de Educação do Centro e no Auditório da Aula Magna do Instituto Politécnico de Viseu. Para efetuar a inscrição deverão os interessados aceder ao Formulário Online até ao próximo dia 24 de Maio, sendo o critério de seleção dos candidatos a ordem de entrada das respetivas fichas de inscrição.
Programa Europeu de Literacia Social - LED on Values está em mais de 200 escolas com jogos e exercícios para alunos, pais e professores. Desafios em nome da promoção das competências do século XXI.
(...) "O LED procura contribuir para a promoção das competências do século XXI - as competências pessoais, sociais e cívicas das crianças e jovens, importantes para a construção de um carácter forte, autoestima e autoconfiança - para o reconhecimento do papel nos grupos sociais criando laços de pertença e confiança". "A estratégia para desenvolver estas competências assenta numa abordagem holística e envolve todos os agentes educativos - escola, família, comunidade -, em que o LED assume claramente o compromisso com o rigor dos conceitos, com a eficiência dos processos e com a criação de impactos reais nos processos de ensino e aprendizagem e no clima social da comunidade escolar". Para as escolas, o LED desenvolveu três modalidades de adesão: Modular, Global e Premium. As duas primeiras opções significam uma presença significativa na escola, apoiando os professores com materiais, acompanhamento online incluído. Premium implica um compromisso que abranja toda a comunidade escolar e que garante as componentes de uma intervenção completa. O LED on Values tem vários parceiros nacionais e internacionais e os recursos pedagógicos são desenhados em parceria com o Centro de Informação Europeia Jacques Delors. A Universal Education Foundation e a Secretaria de Estado do Desporto e Juventude são também parceiros deste projeto. (...)
http://www.ledonvalues.org/
(In Educare.pt)
sábado, 19 de maio de 2012
NOVOS AGRUPAMENTOS
Os novos 115 mega-agrupamentos anunciados ontem pelo Ministério da Educação e Ciência abrangem 257 mil alunos, mais de um sexto de toda a população escolar do País. A maioria das novas unidades tem mais de dois mil estudantes e muitas ficam perto dos três mil.
Ao todo, foram agregadas 235 agrupamentos ou escolas secundárias já existentes.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE
"Em Portugal há um tabu que não tem sido fácil quebrar, critica Paulo Santiago: a relutância de professores e directores em avaliar o desempenho dos colegas. A OCDE concluiu que a avaliação dos professores em Portugal está mais focada na progressão na carreira do que na melhoria da prática docente. Qual a razão?
Em Portugal, o conceito de avaliação ainda não está enraizado entre os agentes escolares como sendo algo que serve para melhorar. O enfoque principal tem sido o de ligar a avaliação à progressão na carreira e não ao desenvolvimento profissional dos docentes. Ora, o objectivo de qualquer sistema de avaliação é que este entre na rotina de cada professor, que este reflicta sobre as suas práticas e que dialogue com os colegas sobre estas e as aprendizagens dos alunos de forma natural (...)."
Paulo Santiago (analista principal da OCDE)
Público, 2 de Maio
quinta-feira, 3 de maio de 2012
SESSÃO DE FORMAÇÃO SOBRE TESTES E QUESTÕES DE ESCOLHA MÚLTIPLA
"As primeiras investigações sobre os exames escolares, desenvolvidas entre os anos vinte e cinquenta do século XX, evidenciaram variações importantes nas classificações atribuídas em circunstâncias de multicorrecção inter e intra-avaliadores.
O passo que, naturalmente, se seguiu foi de caráter pragmático e traduziu-se na objetivação da avaliação académica, tornando-a o mais independente possível dos juízos dos corretores. Estudaram-se, pois, medidas que permitissem verificar com precisão as prestações dos estudantes e que, em simultâneo, reduzissem ou anulassem tais juízos.
Uma dessas medidas foi o uso de questões de resposta breve em vários formatos: por exemplo, associação simples, emparelhamento, completamento de frases, resposta por pares, seleção ou escolha múltipla. (...)" (Helena Damião)
A sessão de formação decorreu no dia 2 de maio no Centro de Formação Intermunicipal Adolfo Portela, dinamizada pela Dra. Helena Damião, professora de Faculdade de Psicologia e de Ciências de Educação da Universidade de Coimbra. Estiveram presentes cerca de 80 professores dos diferentes níveis de ensino.
À Dra. Helena Damião e aos professores presentes o CFIAP agradece a colaboração.
terça-feira, 1 de maio de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
OS MAIOS DO MAIO ANTIGO
Segundo uma lenda do Alto Minho, Herodes soube que a Sagrada Família, na sua fuga para o Egipto, pernoitaria numa certa aldeia. Para garantir que conseguiria eliminar o Menino Jesus, Herodes dispunha-se a mandar matar todas as crianças. Perante a possibilidade de um tão significativo morticínio, foi informado, por um outro `Judas`, que tal poderia ser evitado, bastando para isso, que ele próprio colocasse um ramo de giesta florida na casa onde se encontrava a Sagrada Família, constituindo um sinal para que os soldados a procurassem e consumassem o crime... A proposta do `Judas` foi aceite e Herodes tratou de mandar os seus soldados à procura da tal casa. Qual não foi o espanto dos soldados quando, na manhã seguinte, encontraram todas as casas da aldeia com ramos de giesta florida à porta, gorando-se, assim, a possibilidade do Menino Jesus, ser morto.
Talvez resultado desta lenda, hoje em dia ainda é possível observar em algumas zonas do nosso país, a colocação de ramos de giestas em flor, ou até mesmo coroas feitas de ramos de giestas, conjuntamente com outras flores e enfeites coloridos, nas portas e janelas das casas ou nos automóveis, na noite de 30 de Abril para 1 de Maio.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
UM NOVO BLOG: FILOSOFIA TINTIM POR TINTIM...
Um novo blog
Filosofia? Que nova disciplina é essa? O propósito deste blogue é responder a esta questão. Dar a conhecer, discutir e divulgar ideias filosóficas junto dos alunos que ainda não iniciaram o 10º ano e outros eventuais interessados. Além disso, pretende-se promover o interesse pela leitura e outras atividades culturais (...afinal, a Filosofia não é um bicho de sete cabeças!).
quarta-feira, 18 de abril de 2012
NÃO HÁ EXAMES COM FALTAS A MAIS
A partir da próxima época de exames, que começa em Junho, os alunos do ensino secundário vão deixar de poder realizar exames ou provas de equivalência à frequência das disciplinas em que tenham excesso de faltas, estipula uma portaria ontem publicada em Diário da República.
Até agora, e apesar do novo Estatuto do Aluno aprovado em 2010 definir a retenção por falta de assiduidade, os alunos do secundário nesta situação podiam tentar concluir as disciplinas em que tinham faltas a mais na 2.ª fase dos exames ou das provas de equivalência à frequência. Com as alterações, que já estavam previstas no novo regulamento de exames, passarão a ficar obrigatoriamente retidos.
Nos termos deste regulamento, os estudantes do 3.º ciclo com excesso de faltas também ficarão automaticamente retidos, não podendo anular a matrícula para se candidatar a exame e tentar concluir assim o 9.º ano, conforme sucedeu no ano passado. (...)
segunda-feira, 16 de abril de 2012
COMO ESTUDAR MELHOR EM POUCO TEMPO
Estudar é um hábito que, sem dúvidas, não é fácil. Mas, se o realizas bem, verás que aprender pode ser um processo divertido.
Muitos estudantes queixam-se do pouco tempo que têm para estudar. No entanto, é possível estudar mais e melhor em menos tempo. Se estudares corretamente, aprenderás mais em menos tempo sem prejudicar a qualidade. Não estamos a falar de estudar com rapidez e, sim, de potencializar a tua aprendizagem.
1. Dormir
A primeira dica é dormir bem, 7 horas no mínimo. Isso permite que o teu cérebro se ative e renda o máximo evitando as distrações tão comuns de quando se estuda uma matéria pouco atrativa.
2. Planear
Planeia os teus estudos. Tem em mente que estudar 3 ou 4 horas seguidas não renderá tanto quanto se estudares 45 minutos e parares 10.
3. Anotações
Assim que chegares em casa, passa a limpo as tuas anotações. Desta forma, quando fores estudar para a prova, não te perderás na bagunça do que anotaste. Se tens que estudar um livro, faz um resumo. Isso poupará tempo, mas, na véspera do teste, terás tudo organizado e estudarás melhor em menos tempo.
4. Aprender e memorizar
Para melhorar o teu rendimento, fica a saber que aprender é diferente de memorizar. Se compreendes e tens uma opinião crítica sobre um certo assunto, com certeza, terás na tua cabeça as ideias-chaves e os temas centrais dessa matéria; sem teres tido o esforço de memorizá-los.
5. Dinâmica
Não estudes de forma estática e, sim, dinâmica. Estuda em voz alta e passa as ideias do que aprendeste para o mundo. Após o estudo, nem que estejas a falar sozinho, conta o que aprendeste do teu modo.
6. Concentração
Sem concentração, obviamente, não estudarás melhor em menos tempo. Portanto, evita todos os objetos que te possam atrapalhar, como computador, televisão, livros, revistas, rádio, relógios que fazem tique-taque, etc. Deves também evitar as distrações mentais. Para tal, faz intervalos entre as horas de estudo, dorme bem e tenta dinamizar o teu estudo, como já explicado nas outras dicas. A última sugestão para te concentrares é meditar 10 minutos antes de cada sessão de estudo.
Fonte: Texto: Universia Portugal
sexta-feira, 30 de março de 2012
QUESTÕES E TESTES DE ESCOLHA MÚLTIPLA
"O formato de seleção ou escolha múltipla no processo de avaliação académica tem-se revelado bastante fiável e versátil para medir um largo espetro de competências (conhecimento, compreensão e aplicação, bem como outras de níveis cognitivos superiores...), em todas ou quase todas as áreas disciplinares e etapas de escolaridade. No entanto, as vantagens devem ser ponderadas em paralelo com as dificuldades que se levantam" (Damião, H.).
Para contribuir para o esclarecimento do tema em questão, o CFIAP - Centro de Formação Intermunicipal Adolfo Portela vai realizar uma sessão de formação sobre "Questões e testes de escolha múltipla", no dia 2 de Maio de 2012, pelas 14h 30m, na Escola Secundária Adolfo Portela, em Águeda.
Os interessados deverão enviar um mail para cfiap@esap.edu.pt indicando o nome completo, escola onde lecionam, grupo de recrutamento e telemóvel.
As inscrições são limitadas ao número de lugares disponíveis e serão consideradas por ordem da sua chegada aos serviços do CFIAP.
segunda-feira, 26 de março de 2012
REVISÃO CURRICULAR
Foram divulgadas esta tarde as mudanças a introduzir na revisão curricular e na autonomia das escolas.
quinta-feira, 22 de março de 2012
CICLO DE CONFERÊNCIAS
ACREDITADO PELO CCPFC
Modalidade de Curso (25 horas= 1 Crédito)
A escola, particularmente a Pública, surge hoje marcada por desânimo, descrédito, derrotismo e tensões diversas. Neste quadro, é um imperativo discutir os pressupostos da Escola pública que temos e que queremos. É em contra corrente, contra a desmotivação e a ideia da degradação da escola e das pessoas que nela habitam que o CENFIPE – Centro de Formação e Inovação dos Profissionais de educação /Escolas do Alto Lima e Paredes de Coura - com sede nas Escola Secundária de Ponte de Lima, convoca os Diretores de Escolas, Professores, Pais e Encarregados de educação, Autarcas, Académicos, investigadores, empreendedores e todos aqueles que tem responsabilidades na educação para um grande debate público, um Ciclo de Conferências ao qual deu o nome
“ESCOLA PÚBLICA - O Rosto e as Máscaras:
Inovar em tempos de Desânimo”.
quinta-feira, 15 de março de 2012
HIPERATIVIDADE E DÉFICE DE ATENÇÃO
No âmbito do Protocolo de Cooperação Rede de Centros de Formação de Associação de Escolas do distrito de Aveiro (DREC) e em conjunto com o Agrupamento de Escolas de Anadia, vai ter lugar a sessão de formação "Hiperatividade e défice de atenção", destinada a todos os professores e educadores.
11 de abril de 2012, às 14 horas
Escola Secundária de Anadia
Inscrições encerradas
domingo, 11 de março de 2012
PERCURSOS ESPECIAIS
O grupo de Educação Especial do Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga vai levar a efeito a "Ação de Sensibilização para o Plano Individual de Transição (PIT)", acerca da temática da transição para a vida pós-escolar dos alunos com necessidades educativas individuais.
Será no próximo dia 14 de Março de 2012, quarta-feira, pelas 18h, na sala de grandes grupos da Escola Básica e Secundária de Sever do Vouga (sede do Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga).
Será no próximo dia 14 de Março de 2012, quarta-feira, pelas 18h, na sala de grandes grupos da Escola Básica e Secundária de Sever do Vouga (sede do Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga).
quinta-feira, 8 de março de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
XVI SEMINÁRIO DO CENTRO DE DESENVOLVIMENTO LUÍS BORGES
A epilepsia, doenças neuromusculares, rastreio neonatal, risco biológico, problemas de comportamento e intervenção precoce são os temas centrais do XVI Seminário do Centro de Desenvolvimento Luís Borges. Agendado para dias 13 e 14 de Abril de 2012, o evento decorrerá em Coimbra, no Auditório do Hospital Pediátrico Carmona da Mota, e terá como lema: «Novos desafios em diagnóstico e terapêutica».
sábado, 3 de março de 2012
6ª EPI JORNADAS
ESCOLAR / EDUCATIVO
10 de MARÇO de 2012
Objectivos Gerais: Informar e formar os destinatários sobre os aspectos clínicos, psicológicos e sociais inerentes à intervenção e acompanhamento da pessoa com epilepsia e da sua família.
Destinatários:
· PROFISSIONAIS DE SAÚDE E ACÇÃO SOCIAL (Clínica Geral, Medicina do Trabalho, Enfermagem,Psicologia, Psiquiatria, Farmácia, Serviço Social, Técnicos das várias áreas daSaúde),
· PROFISSIONAIS DE SAÚDE E ACÇÃO SOCIAL (Clínica Geral, Medicina do Trabalho, Enfermagem,Psicologia, Psiquiatria, Farmácia, Serviço Social, Técnicos das várias áreas daSaúde),
· PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO (Professores, Educadores, Auxiliares de Acção Educativa),
· TERAPEUTAS (Ocupacional,Fala, Psicomotricidade, Reabilitação),
· ESTUDANTES DAS ÁREAS DA SAÚDE,
· ESTUDANTES DAS ÁREAS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS;
sábado, 25 de fevereiro de 2012
CAMINHADA
Juntamos à conferência "O fim da educação" (com o Prof. Arsélio Martins), que decorrerá em Couto de Esteves, no dia 10 de Março, uma caminhada por paisagens lindíssimas e ainda um almoço por 8 €. Este passeio tem grau de dificuldade muito moderado e por isso, destina-se a todas as idades (partida na Escola de Lourizela, 10h e 45m).
Organização:
LANCE - Liga dos Amigos e dos Naturais de Couto Esteves
Agrupamento de Escolas de Aradas
Centro de Formação Intermunicipal Adolfo Portela
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
NOVO ECD E NOVA ADD
Decreto-Lei n.º 41/2012. D.R. n.º 37, Série I de 2012-02-21, do
Ministério da Educação e Ciência
Procede à 11.ª alteração do Estatuto
Procede à 11.ª alteração do Estatuto
da Carreira dos Educadores de Infância e Professores dos Ensinos
Básico e Secundário, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 139-A/90, de 28 de
Abril.
Decreto Regulamentar n.º 26/2012. D.R. n.º 37, Série I de 2012-02-21,
do Ministério da Educação e Ciência
Regulamenta o sistema de avaliação
Regulamenta o sistema de avaliação
do desempenho do pessoal docente da educação pré-escolar e dos ensinos
básico e secundário e revoga o Decreto Regulamentar n.º 2/2010, de 23
de Junho.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
CONSIDERAÇÃO DE CRÉDITOS AOS FORMADORES

O Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar assinou um despacho em que determina:
1. O pessoal docente que, enquanto formador acreditado pelo CCPFC, sem qualquer contrapartida pecuniária, colabore com os CFAE, os CFdas Associações Profissionais e Científicas de Professores e CF das Organizações Sindicais de Professores em ações de formação contínua devidamente acreditadas pelo CCPFC, adquire o direito a obter para efeitos de avaliação do seu desempenho docente, a creditação máxima atribuída aos formandos na respetiva ação de formação;
2. A contabilização do disposto no número anterior, apenas poderá ser feito uma única vez por ação;
3. O presente despacho tem caráter excecional e aplica-se exclusivamente ao ano letivo de 2011-2012.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
REUNIÕES COM IMPACTO NEGATIVO

As reuniões de trabalho têm um impacto negativo no QI dos trabalhadores, deixando-os menos inteligentes, revela um estudo da Virginia Tech citado pelo Daily Mail.
Trabalhar em equipa faz com que as pessoas tenham piores resultados em testes de inteligência, uma vez que o seu cérebro está mais preocupado com a imagem e em 'fazer boa figura' perante o grupo.
«Os nossos resultados revelam que as reuniões fazem os nossos cérebros ficarem inertes», disse Read Montague, orientador do estudo.
Vários grupos de voluntários mostraram quebras significativas no QI quando lhes era pedido para revelarem as suas capacidades em contexto social.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
O FIM DA EDUCAÇÃO
"O FIM DA EDUCAÇÃO"
decorrerá em Couto de Esteves, no dia 10 de Março, pelas 17h00 e destina-se ao público em geral,
revelando-se, no entanto, de toda a importância para os docentes que nela estejam presentes (será certificada pelo Centro de Formação Intermunicipal Adolfo Portela). Não necessita de inscrição prévia.
Aproveitamos para informar que está também previsto um PASSEIO PEDESTRE, por paisagens magníficas, com início às 10h30, na Casa da Cultura, sendo atividades independentes; não há organização para o almoço. Este passeio tem grau de dificuldade muito moderado e por isso, destina-se a todas as idades.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
TURISMO NAS ESCOLAS
CONCURSO CENTENÁRIO DO TURISMO NAS ESCOLAS
A Comissão Nacional do Centenário do Turismo em Portugal promove o Concurso Nacional “Centenário do Turismo nas Escolas”, integrado na programação nacional das comemorações do Centenário do Turismo em Portugal (1911-2011). No âmbito das suas competências, o Agrupamento de Escolas de Condeixa-a-Nova e a sua Escola Secundária de Fernando Namora, associando-se à iniciativa da Comissão Nacional do Centenário do Turismo em Portugal, da qual faz parte como entidade aderente, centraliza a coordenação directa deste Concurso Nacional.
sábado, 28 de janeiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
INICIAÇÃO AO GREGO E AO LATIM
Universidade de Coimbra
O Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos irá promover dois cursos intensivos de iniciação ao Grego e ao Latim. São cursos breves (20h), destinados a facultar um primeiro contacto com o estudo das línguas clássicas a pessoas sem conhecimentos nesse domínio.
Os cursos funcionarão durante o mês de fevereiro, às terças e quintas, das 10 às 13h (Grego) e das 14 às 17h (Latim), sendo assegurados pelos doutorandos Carlos A. Martins de Jesus (carlosamjesus@gmail.com) e Rodolfo Lopes (rodolfo.nunes.lopes@gmail.com).
A frequência dos cursos é livre e gratuita, devendo a inscrição ser feita diretamente no Instituto de Estudos Clássicos ou através do email dos docentes.
(In blog De Rerum Natura)
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
LEI ORGÂNICA DA DGE
A partir do próximo dia 1 de fevereiro, entra em vigor o Decreto-Lei n.º 14/2012, de 20 de janeiro, que aprova a orgânica da Direção-Geral da Educação (DGE).
A DGE sucede nas atribuições da Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC) e do Gabinete Coordenador de Segurança Escolar (GCSE), previsto no Decreto Regulamentar n.º 29/2007, de 29 de março e no Decreto-Lei n.º 117/2009, de 18 de maio, respetivamente.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
QUE FORMAÇÃOPARA OS DOCENTES?
Há uma faceta dos professores que pouca gente conhece. É o lado do professor que guarda umas horas do seu tempo livre para ajudar os colegas. Tempo livre que tanto é retirado às manhãs de sábado, como aos fins de tarde até à hora do jantar. O voluntariado de uns é, em muitos casos, a principal solução para assegurar a formação de outros. A equação é simples: ou o professor paga a sua formação ou então fica dependente da boa vontade de um grupo de colegas.
A formação docente é obrigatória e gratuita. Pelo menos, é isso que diz a Lei de Bases do Sistema Educativo e o estatuto da carreira docente. Só que a formação financiada é mínima ou inexistente. Os dados mais recentes recolhidos pelos centros das associações de escolas mostram que das 2515 acções de formação prestadas nos primeiros seis meses de 2011, 74,4% foram realizadas com recurso a bolsas de professores ou parcerias (gratuitas) e 16,2% paga pelos próprios docentes. Restam ainda 235 acções (9,3%) suportadas por fundos comunitários ou pelo orçamento do Estado.
As estatísticas demonstram que usar a prata da casa passou a ser uma das principais estratégias dos centros de formação. Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Directores Escolares (ANDE) explica que, regra geral, as direcções das escolas identificam as suas necessidades e indicam os professores com formação acreditada para poderem integrar uma bolsa de formadores, dinamizada pelos centros. “A maioria das escolas e agrupamentos não pode oferecer nenhuma contrapartida, nem sequer está em condições para dispensar estes docentes de tarefas não lectivas.” Mesmo assim, tudo se consegue porque há “uma extraordinária boa vontade dos professores” para que essas acções aconteçam nos períodos pós-laboral.
“No nosso agrupamento [Cinfães] foi assim que se tornaram possíveis as formações para o novo acordo ortográfico ou para os novos programas de português”, explica o dirigente da ANDE, esclarecendo que, apesar de reconhecer ser a “modalidade possível” no actual contexto de crise, não deixa de ser “bastante limitado” quando as escolas querem ir além das necessidades imediatas e planear a médio ou longo prazo.
Voluntarismo. Recorrendo a esta bolsa de formadores, os centros não precisam de se preocupar com o financiamento, já que os que se voluntariam para ensinar e avaliar os colegas não são pagos, conta Ana Paula Vilela do centro de formação da associação de escolas Braga Sul. Durante o ciclo avaliativo de 2009--2011, o centro promoveu 111 acções e só 13 foram pagas pelas escolas. Isso não impede contudo que o volume de trabalho seja menor: “A procura mais do quadruplicou, sobretudo a partir de 2009, quando o modelo de avaliação estabeleceu um mínimo de 50 horas de formação contínua para cada ciclo”.
De resto, o centro sobrevive com as verbas comunitárias que sobraram de 2010. O dinheiro da Europa acabou nesse ano e os centros deixaram de ser financiados: Este ano, ainda dá para aguentar mas, para o próximo, a tutela terá de definir o que pretende dos centros de formação.” Sobreviver, contudo, implica ter um director a trabalhar das 8h30 às 23h00 e só contar com um desempregado a oferecer algumas horas por semana para atender o telefone: “O consultor de formação, por exemplo, continua a acompanhar as acções ou a elaborar relatórios de avaliação, embora já não seja remunerado desde o final de 2010.”
Devagar. O centro de formação do Nordes te Alentejano em coordenação com as 12 escolas associadas chegou a um meio--termo. Há uma tarde de quarta-feira por mês, em que as escolas libertam os formadores das reuniões ou outras actividades escolares para ensinarem colegas. “As acções vão-se fazendo, mas o que podia ser feito num ano tem de ser feito em dois ou três”, conta o director Francisco Simão. No centro de formação da associação de escolas Beira-Mar (Coimbra), o modelo não é muito diferente. Há casos em que a escola “liberta” o professor ou casos em que o formador usa os seus tempos livres para dar formação, diz a directora Evangelina Mendes.
Pagar. A saída para quem ainda não sobrevive só da boa vontade da classe é propor ao professor pagar a formação. O auto-financiamento representa entre 60% e 70% das acções do centro de Almada – 75 euros por uma formação de 25 horas. É um modelo que sempre existiu, conta a directora Adelaide da Silva, mas “se antes era a excepção, hoje é a regra”. Os restantes 30% são repartidos entre verbas da câmara e outras entidades com as quais o centro estabelece parcerias.
O auto-financiamento é um caminho que alguns centros têm resistência em aderir, conta Joaquim Raminhos, director do centro de formação do Barreiro e da Moita e representante dos 27 centros da área de Lisboa e Vale do Tejo: “As dinâmicas variam muito, mas uma boa parte recusa pedir ao docente para pagar a formação, uma vez que a legislação a consagra como um direito da classe.” Ao longo de duas décadas, os centros foram financiados por fundos europeus, mas esses tempos acabaram – diz Joaquim Raminhos – e agora só há dois caminhos: “Ou a tutela assume essa função ou os centros vão ter de encontrar novas dinâmicas de gestão que tanto pode ser o auto-financiamento, como bolsas de formadores nas escolas ou parcerias.”
Solicitar aos professores para pagar a formação é algo que Armindo Carvalho, do centro de formação da associação de escolas de Sintra evita a todo custo. Por enquanto, ainda recebe verbas da câmara. No ano passado não ultrapassaram os 12 mil euros e este ano caíram para 10 mil: “Serve para cumprir um plano mínimo que tem como base os pedidos de 16 agrupamentos e implica apontar para metas com muitas limitações.” Logo à partida estão excluídas as áreas disciplinares, já que o programa tem de ter um “carácter generalista” para chegar ao maior número de destinatários possível. Não há portanto acções específicas para Matemática, Português, ou outra disciplina. É o preço que Armindo Carvalho diz pagar para cumprir a Lei.
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