segunda-feira, 31 de agosto de 2009

LER +, AGIR CONTRA A GRIPE


No âmbito das acções de prevenção da gripe em meio escolar, a Direcção-Geral da Saúde, o Plano Nacional de Leitura, a Rede de Bibliotecas Escolares, a Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular e a Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas desenvolveram o Projecto «Ler+, Agir contra a Gripe» que, no ano lectivo 2009/2010, irá impulsionar um conjunto de iniciativas relacionadas com a leitura e a escrita, contribuindo assim para melhorar os níveis de literacia em saúde e a prevenção das doenças transmissíveis, em especial da Gripe.

As actividades previstas propõem a adopção de comportamentos inteligentes, que dificultem a transmissão do vírus, através de medidas de protecção da saúde individual e da saúde da comunidade, com o reforço da importância da lavagem frequente das mãos e da protecção da boca e do nariz ao tossir ou espirrar, por forma a diminuir e atrasar o mais possível a propagação do vírus.


sexta-feira, 28 de agosto de 2009

H1N1: ESCOLAS COM LINHAS TELEFÓNICAS



O Ministério da Saúde e o Ministério da Educação vão dispor de linhas telefónicas para apoiar as escolas na tomada de decisões nos casos de crianças e jovens que apresentem sintomas de gripe A (H1N1), foi hoje, sexta-feira, anunciado pela tutela.

Estas linhas serão para utilização exclusiva dos directores das escolas e apenas nas situações em que estes não saibam o que fazer, comunicaram as ministras da Saúde e da Educação, em conferência de imprensa conjunta realizada hoje numa escola da Amadora, para anunciar medidas de contenção da gripe A nas escolas.
"No momento preciso que ocorram situações para as quais os directores das escolas não encontrem uma decisão fácil poderão contar com o apoio das estruturas dos Ministérios da Educação e da Saúde", que vão dispor de uma linha de telefone para ser usada exclusivamente pelos directores das escolas", garantiu a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues. (...)

ESTA VIDA DE PROFESSOR...


Bernard Houot era um engenheiro bem sucedido, com um salário acima da média e várias outras regalias que não estão ao alcance dos professores. Porém, quando se encontrava na casa dos quarenta, resolveu mudar de profissão e ir… para o ensino.
A descoberta do modo como o sistema educativo e a escola funcionam e do modo como professores, alunos e pais convivem é relatado num livro intitulado Coeur de Prof, publicado em França, em 1991, e que a editora ASA traduziu para português dois anos mais tarde, designando-o por Esta vida de professor…
A escrita bem disposta e aparentemente leve de Houot remete-nos para questões sérias e profundas que permanecem actuais entre nós. Uma delas é a do sucesso/insucesso dos alunos, em relação à qual mais uma vez, por vias de notícias recentes, nos interrogamos neste tempo que ainda é de férias escolares.
De entre as várias passagens que remetem para o assunto escolhi a que se segue (páginas 90-92):“Sentimo-nos por vezes excedidos, como um médico de hospital, pela diversidade dos casos que se apresentam à consulta. Para recuperar a confiança, consolamo-nos com os sucessos da medicina. Porque não os terá também a pedagogia?
O nosso problema, infelizmente, não é tão simples como o de um médico. Antes de mais os pacientes não se apresentam à razão de trinta e cinco de cada vez. Embora cada um tenha as suas particularidades, temos de tratar todos os casos ao mesmo tempo. Além dos nove ou dez alunos muito lentos pelos quais simplificaríamos de boa vontade a matemática, há vinte alunos médios que parecem acompanhar muito bem e dois ou três cracks capazes de terminar uma demonstração antes de nós. Todos esperam com impaciência que nos ocupemos dos seus casos pessoais.
Um médico vulgar não hesita em mandar os seus pacientes para um especialista quando não tem a certeza do seu diagnóstico ou do tratamento a prescrever. Na educação não ocorreria a ninguém pensar que as nossas competências não são universais. Aí está outra diferença relativamente à profissão de médico: nós só podemos contar connosco para tratar seja o que for.
Esta última exigência parece-nos bastante normal no momento em que abordamos pela primeira vez a profissão de professor. Estamos convictos que sabemos obter bom aproveitamento de todos os alunos, sem excepção, graças apenas ao nosso trabalho (…).
E toca a meter mãos à obra, de fronte erguida. Quando os alunos começam a patinar tomamos a coisa como uma ofensa pessoal. Redobramos os esforços. Estamos persuadidos que os nossos fracassos se devem apenas à falta de tempo, de experiência ou de quantidade de trabalho. Somos obnubilados por um orgulhos insensato que nos remete a um trabalho solitário. Tentamos sempre fazer mais e melhor a ponto de arriscar uma depressão nervosa.
É preciso algum tempo e muita modéstia para finalmente reconhecer a evidência: há alunos que não conseguiremos salvar. A nossa incapacidade relativamente a eles nada tem a ver com falta de trabalho, de formação ou de experiência. Está antes ligada à nossa personalidade, ao nosso ritmo, aos nossos métodos, aos nosso defeitos e às nossas qualidades. Ou então relaciona-se com o meio e as condições em que temos de ensinar. Esses alunos não funcionam como nós. Eles não aderem à nossa pedagogia. Eles não têm a nossa maneira de abordar a questão. Ou então não entram nos moldes que lhes propõe o estabelecimento onde ensinamos (…).
Quando os alunos não têm sucesso, declara-se de bom grado que têm dificuldades. Poucas pessoas se iludem com sobre este eufemismo. São, antes de mais, os professores e os estabelecimentos que estão em dificuldades.Porque se atribui tão facilmente a responsabilidade pelo fracasso aos alunos e não ao sistema escolar? Será que os professores tiram daí alguma vantagem? Não creio. Embora a linguagem pareça desculpá-los, eles sabem que têm uma parte de responsabilidade (…). Muitos até se consideram mais culpados do que realmente são. Persuadidos de que só devem contar com eles próprios, vivem o sucesso ou fracasso dos seus alunos como uma coisa privada pessoal. Daí a sua vergonha em reconhecerem-se inaptos para tratar os casos de certos alunos, a sua hesitação em recorrer a outras pessoas, a sua recusa de alertar o estabelecimento quando se acham em dificuldades. Toda a declaração de impotência se lhe afigura uma espécie de demissão relativamente à elevada ideia que têm da sua responsabilidade.
Ninguém, no seio da Educação Nacional, irá dizer-lhe que devem preocupar-se unicamente, da forma mais séria e aberta possível, com o sucesso dos seus alunos e não pretenderem fazer tudo sozinhos. Ninguém os convida a advertir a direcção do seu estabelecimento, caso experimentem dificuldades".

Helena Damião
Consultora do CFIAP

terça-feira, 25 de agosto de 2009

12 ANOS DE ESCOLARIDADE OBRIGATÓRIA



O Presidente da República já promulgou o diploma que prevê o alargamento da escolaridade obrigatória para 12 anos, confirmou à Lusa fonte da Presidência da República. A proposta de lei do Governo - que foi aprovada a 10 de Julho com os votos favoráveis do PS, PCP, BE e PEV e a abstenção do PSD e do CDS-PP - estabelece o regime da escolaridade obrigatória para as crianças e jovens em idade escolar e consagra a "universalidade da educação pré-escolar para as crianças a partir de cinco anos". (...)
(In Público.pt)

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

OS SIMPSONS EM ANGOLA


A agência publicitária encarregada de promover a chegada da série de animação "Os Simpsons" a Angola transformou a famosa família amarela num clã tipicamente angolano. A mudança limita-se à promoção do formato.
A imensa cabeleira azul de Marge é agora uma enorme 'afro'; Lisa e Maggie fizeram rastas; Bart tem uma carapinha bem alisada e Homer já não bebe uma cerveja Duff, antes uma Cuca angolana. Mas a diferença mais notória da família de Springfield à chegada a Luanda é mesmo a cor da pele - "Os Simpsons", bonecos famosos também por serem todos amarelos, surgem agora castanhos.


O director criativo da agência publicitária, António Páscoa, explica, à Reuters, que o objectivo era "adaptar a paródia satírica da típica família de classe média norte-americana para Angola". Sobre as críticas que entretanto se levantaram, o responsável pelo Luanda Executive Center responde de forma directa: "Se as pessoas não gostarem, então julgo que não têm um sentido de humor grande o suficiente para gostar de ver 'Os Simpsons'". (...)

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

PROVA DE ACESSO À CATEGORIA DE TITULAR



O trabalho, a ser entregue em formato electrónico através da aplicação informática disponibilizada na página da Direcção-Geral Dos Recursos Humanos da Educação, deve versar sobre a experiência do quotidiano escolar no exercício de funções docentes e obedecer às seguintes regras:

Ter o máximo de 40 páginas em formato A4, incluindo anexos;
Conter o espaçamento entre linhas de um espaço e meio;
Ser redigido no tamanho do tipo de letra 12;
Configuração das páginas: cabeçalho - 4,5 cm, margens - 3 cm e rodapé - 3 cm.
Para mais informações, consultar:
Despacho n.º 19255/2009

terça-feira, 18 de agosto de 2009


O Presidente da República, Cavaco Silva, promulgou o diploma que estabelece a manutenção do regime simplificado da avaliação de desempenho dos professores no próximo ano lectivo, anunciou hoje o Ministério da Educação (ME).
Num curto comunicado, o gabinete da ministra Maria de Lurdes Rodrigues adianta que o diploma aguarda publicação em Diário da República, enquanto fonte do Palácio de Belém acrescentou à Lusa que a promulgação aconteceu "nos últimos dias".
O Governo anunciou a 16 de Julho a prorrogação do regime simplificado da avaliação docente em moldes idênticos ao aplicado este ano lectivo, pelo que os professores serão avaliados tendo em conta a assiduidade, formação contínua, cumprimento do serviço distribuído e participação nas actividades e projectos da escola.

A observação de aulas (avaliação da componente cientifico-pedagógica) permanecerá facultativa, excepto no caso dos docentes que queiram aceder às classificações mais elevadas - "muito bom" e "excelente" -, que permitem uma progressão mais rápida na carreira.
De fora vai continuar o parâmetro dos resultados escolares dos alunos. (...)


PROVA PÚBLICA DE ACESSO À CATEGORIA DE TITULAR



A admissão a concurso para acesso à categoria de professor titular depende de prévia aprovação em prova pública, nos termos do previsto no Decreto-Lei n.º 104/2008, de 24 de Junho, que incide sobre a actividade profissional desenvolvida pelo docente.

A partir de hoje, estará disponível a aplicação electrónica para Candidatura, upload do trabalho e Validação de candidaturas à prova pública, na página da DGRHE em www.dgrhe.min-edu.pt.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

ALTERAÇÕES À PROVA DE INGRESSO NA CARREIRA DOCENTE


O Conselho de Ministros aprovou um diploma que procede a alterações no regime da prova de avaliação de conhecimentos e de competências, prevista no Estatuto da Carreira Docente, para o ingresso ou exercício de funções docentes.

Este decreto regulamentar visa a simplificação do regime da prova - agora designada por prova de avaliação de competências e de conhecimentos -, estabelecendo as condições de realização da mesma e clarificando as situações de dispensa.
Assim, prevê-se a existência de uma prova geral obrigatória, com periodicidade anual, comum a todos os candidatos, como forma de verificar a sua capacidade de mobilizar o raciocínio lógico e crítico, bem como a sua preparação para resolver problemas em domínios não disciplinares.
Para além desta componente comum da prova, poderá ainda realizar-se uma componente específica, que pode ser escrita e/ou oral ou prática, visando avaliar competências e conhecimentos de ordem científica e tecnológica, adequados às exigências dos respectivos níveis de ensino, área disciplinar ou grupo de recrutamento.(...)


Requisitos para a dispensa da realização da prova de avaliação de conhecimentos e de competências

De acordo com estas regras, estão dispensados da realização da prova os candidatos que cumpram cumulativamente os seguintes requisitos:
Contem pelo menos quatro anos completos de exercícios docentes;
Desses quatros anos, um tenha sido prestado nos quatro anos escolares anteriores ao da realização da primeira prova;
Tenham obtido avaliação de desempenho igual ou superior a Bom.

Independentemente destes requisitos, são dispensados da realização da prova os candidatos que tenham obtido avaliação de desempenho igual ou superior a Muito Bom em data anterior à realização da primeira prova.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

FÉRIAS...


terça-feira, 4 de agosto de 2009

PEQUENOS ERROS...








segunda-feira, 3 de agosto de 2009

EQUIPARAÇÃO A BOLSEIRO


A partir do ano lectivo 2010/2011 só podem ter equiparação a bolseiro os professores com uma avaliação de desempenho igual ou superior a «Bom», segundo uma portaria publicada hoje em Diário da República.

São ainda requisitos para equiparação a bolseiro ser detentor de um lugar do quadro, possuir cinco anos de tempo de serviço ininterrupto no exercício de funções docentes e encontrar-se em exercício efectivo de funções docentes em algum estabelecimento de educação ou de ensino público na dependência do Ministério da Educação.
Segundo a portaria, assinada pelo secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, a equiparação a bolseiro pode ser concedida em regime de dispensa de serviço a tempo inteiro ou com redução de 50 por cento do horário semanal do docente ou em regime de dispensa de serviço com vencimento ou sem vencimento.

domingo, 2 de agosto de 2009

PLÁGIO, ENCOMENDA E QUALQUER COISA ...



Toda a gente sabe, toda a gente concede, toda a gente encolhe os ombros. Refiro-me (mais uma vez) ao assunto do post anterior, a que o De Rerum Natura tem dado destaque: o plágio e a encomenda de trabalhos académicos do ensino superior para unidades curriculares (assim se chamam agora as disciplinas), estágios, mestrados, doutoramentos. Não menos grave é a apresentação de “qualquer coisa” devidamente encadernada, que se faz passar por obra substancial. Sem enveredar pela via da desculpa ou da relativização (já aqui dei a entender quão grave e intolerável acho o assunto) não posso deixar de tentar perceber as razões daquilo de que me apercebo no meu quotidiano na universidade e que colegas me contam, nem daquilo que leio nos jornais.

Junto essas razões na seguinte lista:

- Os prazos são cada vez mais apertados porque é pedido às escolas, quais fábricas que trabalham por encomendas, que respondam às necessidades de produção de diplomados do 1.º, do 2.º e do 3.º ciclos, e nas quantidades estabelecidas;

- Desvalorizados que estão os exames, os alunos são postos a fazer trabalhos em todas, ou quase todas, as unidades curriculares, as quais aumentaram significativamente nos últimos anos, uma vez que cada uma dos planos de estudos anteriores pulverizou-se em duas ou três, quando não quatro. Bem vistas as coisas, tal como no ensino básico, os cursos do ensino superior têm um currículo impossível, ao ponto de os alunos muitas vezes não saberem o nome das unidades curriculares que frequentam, muito menos daquelas que passaram e das que se seguem.

- Os professores que orientam os trabalhos têm inúmeras tarefas atribuídas: além da leccionação de aulas e seminários de várias unidades curriculares (longe vão os tempos em que se dedicavam a uma ou duas onde, se não eram, deviam ser especialistas) têm uma carga burocrática de funcionário público, compete-lhe a orientação tutorial, o esforço de internacionalização, a ligação à necessidades da comunidade, a investigação em equipas de excelência… Acresce que todas estas tarefas têm de ser geridas no quadro das suas carreiras, que estão longe de decorrer sem sobressaltos. Valorizando-se, nessa gestão, essencialmente (para não dizer apenas), os artigos em revistas de prestígio e pouco (para não dizer nada) tarefas como a leccionação ou a orientação tutorial, estas são relegadas para o fim da lista das preocupações de quem, muito legitimamente, quer ter reconhecimento académico…

- A avaliar pelas apreciações de colegas e de trabalhos que se confrontam, os alunos que chegam ao ensino superior capazes de fazer uma pesquisa e de estruturar e escrever um pequeno trabalho são, a cada ano que passa, mais raros. Por outro lado, habituados já estão ao “corta” e “cola” não percebem, muitos deles, que estão a fazer algo censurável, sob o ponto de vista ético e legal. Os que desconfiam ou sabem, percebem, desde cedo, que o esforço e o investimento não compensam, o mesmo já não acontecendo com a prevaricação;

- Mas não são apenas os alunos acabados de sair do secundário que recorrem a artimanhas várias para “despachar” trabalhos, adultos com responsabilidade intelectual elevada, fazem o mesmo.

- A sociedade concede em tudo isto: há os licenciados, mestres e doutores desempregados que montaram os seus negócios de “fazer trabalhos para fora”, é preciso compreender as suas necessidades; há a conversa do amigo que nos diz que no país tal, ainda é pior; há o senso comum que está longe de considerar, por exemplo, o plágio como crime ou a encomenda como desonesto… Afinal, que mal ao mundo daqui advém?

- Mas a razão que escrevo com mais apreensão neste texto é a seguinte: as escolas de ensino superior e os seus professores não têm sido capazes de, afirmativamente, sem ceder a pressões e argumentos, defender a essência de todas as escolas, com particular destaque para as de ensino superior. Essência essa que radica no valor do conhecimento e da sua investigação, bem como na honestidade que a deve guiar. Sempre, sem qualquer excepção.

Helena Damião
Consultora do CFIAP
(In blog Rerum Natura)

sexta-feira, 31 de julho de 2009

DISCREPÂNCIAS NA ADD


O primeiro-ministro, José Sócrates, admitiu ao Tribunal Constitucional (TC) que existem “discrepâncias” entre o decreto regulamentar de Janeiro passado que simplificou o modelo de avaliação de desempenho docente e as disposições contidas no Estatuto da Carreira Docente (ECD), aprovado por um decreto-lei em 2007.
Numa exposição ao TC, o primeiro-ministro alega que as “discrepâncias” existentes entre os diplomas “resultam única e exclusivamente do facto de o Decreto regulamentar (que institui a simplificação) definir um regime transitório, cujos efeitos terminam no final do 1º ciclo de avaliação ou seja, no final do ano civil de 2009”. Este mês o Governo decidiu, contudo, prolongar este regime transitório para além do presente ano, sendo este o modelo em vigor para o próximo ciclo avaliativo, que se inicia no próximo ano lectivo e se prolonga por dois anos. (...)


quarta-feira, 29 de julho de 2009

LINCES IBÉRICOS





Quando chegarem a Portugal, talvez em meados de Setembro, Fado e Fandango terão meio ano. Os dois fazem parte dos vinte linces que vão ser cedidos por Espanha a Portugal, até final do ano, para o projecto de reprodução em cativeiro destes animais, no âmbito do acordo ibérico para a conservação da espécie.
Os dois integrarão a primeira geração de progenitores que vão estrear o centro de reprodução de Silves, onde estão a ser ultimados preparativos para receber os animais. O protocolo para a cedência dos 20 exemplares - 14 machos e seis fêmeas - foi assinado ontem em Penamacor, na Malcata, região onde o lince foi avistado pela última vez em Portugal, em 1992. (...)


(In Diário de Notícias)

terça-feira, 28 de julho de 2009

AS ESCOLAS E A GRIPE A


Os planos de contingência das escolas devem prever a substituição dos professores infectados pela Gripe A e equacionar a utilização do teletrabalho e de actividades via e-mail, de acordo com a Direcção-Geral de Saúde.
Segundo o documento «Planos de Contingência para Creches, Jardins de Infância, Escolas e Outros Estabelecimentos de Ensino - Orientações para a sua elaboração», citado pela agência «Lusa», o plano deve prever as formas de manter as actividades escolares consideradas essenciais no caso de um elevado absentismo dos seus profissionais.

As escolas devem ainda equacionar «a possibilidade de utilização do teletrabalho», bem como, no que se refere aos alunos, prever «actividades através de e-mail», a fim de reduzir o impacto do absentismo dos professores ou de um eventual encerramento do estabelecimento.
Fonte do Ministério da Educação disse à «Lusa» que estas orientações já foram enviadas para as Direcções Regionais de Educação, que por sua vez as distribuem pelos estabelecimentos de ensino.

As orientações indicam que deverá ser designado um coordenador e uma equipa operativa, que devem trabalhar em articulação com a Unidade de Saúde Pública do respectivo agrupamento de centros de saúde, pais e outras entidades pertinentes.

O MAR PODE SUBIR




O nível dos oceanos poderá subir entre sete e 82 centímetros até 2100. Ilhas do Pacífico Sul poderão ficar submersas, mas também Nova Iorque, a Holanda ou Londres serão seriamente ameaçadas. A estimativa, que confirma as projecções feitas anteriormente pelo Painel Intergovernamental para Alterações Climáticas (IPCC), foi publicada ontem na Nature Geoscience por um grupo liderado por Mark Siddall, da universidade britânica de Bristol.

A equipa chegou àquela conclusão utilizando um método de avaliação diferente do IPCC. Enquanto os peritos da ONU para as alterações climáticas utilizaram modelos climáticos, que simulam matematicamente os diferentes parâmetros do clima, o grupo de Siddall avaliou a evolução das temperaturas e do nível do mar nos últimos 22 mil anos, utilizando registos fósseis de corais.

De acordo com este estudo, o nível dos mares subirá entre sete centímetros, no mínimo, até 2100 (se o aumento da temperatura não exceder dois graus Celsius para o mesmo período), e 87 centímetros no máximo do intervalo (para uma subida média da temperatura de seis graus). As projecções do IPCC são idênticas, com a subida provável entre 18 e 59 centímetros, ou 76, se houver um degelo mais acentuado nas regiões polares. (...)

REVISÃO DO ECD


O processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente termina hoje sem acordo entre sindicatos e Ministério da Educação. O Governo vai aprovar as alterações, enquanto as estruturas sindicais prometem contestação no início do ano lectivo.
O desfecho foi há muito anunciado: nem Ministério nem sindicatos abdicaram dos seus princípios, por isso, não há acordo. O Governo vai aprovar sozinho, em Conselho de Ministros, as alterações que propôs ao Estatuto da Carreira Docente (ECD), como a criação de mais um escalão no topo da carreira para os professores que não conseguirem chegar a titular ficarem parados a vários anos da reforma. Os sindicatos antecipam um início de ano lectivo, que coincide com a campanha eleitoral, de "muita contestação". (...)

sábado, 25 de julho de 2009

PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO SERVIDOR LÍDER



Num dia particularmente entusiasmante do Seminário "Culturas de Liderança, de Responsabilidade e de Compromisso", a partir de Robert K. Greenleaf, um conceito de Liderança sedutor - o bom líder é o que transforma o lugar onde estás, ou te leva a um lugar que nunca visitaste - os 10 princípios do Servidor Líder enunciados por Roberto Carneiro:

1. Escuta - a voz interior; as vozes dos outros. Porque só compreendendo o outro é possível agir de forma eficaz.

2. Empatia - perceber o que há de único no outro; colocar-se no lugar do outro para ver a realidade de outro modo.

3. Cura - o líder cura-se a si mesmo e cura as feridas (as dores) do outro; a cura de sentido, da fragmentação... na busca da integridade.

4. Atenção -um desassosego permanente no foco da atenção ao outro (aos outros) porque o outro é uma parte de mim; porque só existimos se morarmos no olhar do outro; porque somos pobres do outro; e a fragilidade é a medida da nossa humanidade.

5. Persuasão - que cativa, convence, mobiliza.

6. Conceptualização - que sonha grandes sonhos; que saem fora do quadrado, do previsível; que faz sonhar os outros.

7. Antecipação - intui o que vem aí; compreende o passado, estuda o presente, constrói o futuro.

8. Direcção - confia e busca um direcção com sentido.

9. Compromisso - com o crescimento das pessoas que estão à sua volta; dimensão pessoal, profissional, espiritual.

10. Comunidade - contrói comunidade; capital social; porque o indivídio sózinho está perdido no mundo; porque temos de andar juntos.



(In Terrear)

quinta-feira, 23 de julho de 2009

O CRIMINOSO...

(In blog Humorgrafe)

quarta-feira, 22 de julho de 2009

OS DIREITOS DOS MAIS PEQUENOS


Instituto de Apoio à Criança apresenta terceira edição do Guia dos Direitos da Criança. Diplomas publicados justificam as alterações que abandonam a perspectiva de que a criança é "propriedade" dos pais.
O Guia dos Direitos da Criança, do Instituto de Apoio à Criança (IAC), apresenta-se como um instrumento imprescindível aos profissionais ligados às áreas da infância e da adolescência e a todos os que têm de consultar a legislação para tomar as medidas mais adequadas no superior interesse da criança.

A terceira edição acaba de ser lançada, numa altura em que o IAC comemora as bodas de prata, com as devidas alterações depois da publicação de importantes diplomas sobre a matéria. "O objectivo fundamental foi o de compilar toda a legislação relativa à criança, existente em Portugal", adiantam Ana Perdigão e Ana Sotto-Mayor Pinto, as autoras do novo guia. "Relativamente a alterações, é de salientar a maior atenção dada à criança enquanto verdadeiro sujeito de direitos, abandonando-se a perspectiva de que a criança é 'propriedade' dos pais", explicam. (...)

segunda-feira, 20 de julho de 2009

VISITA À LUA


Marcas do "grande salto" conservam-se no Mar daTranquilidade. Satélite será entreposto para Marte. Países correm para o espaço, entre a cooperação e o despique.
Há 40 anos certos, o ser humano pôs os pés na Lua. Quase 500 milhões viram da Terra o saltitar leve de Armstrong e as marcas das suas botas de astronauta. O sonho de lá voltar e ir mais além está a ficar cada vez mais nítido.
Mesmo numa época em que ter aparelho de televisão era ainda privilégio no país, cerca de dois milhões de portugueses terão assistido à emissão feita pela RTP. José Mensurado, figura habitual nos telejornais da estação, assegurou 18 horas ininterruptas de comentários e descrições a partir do estúdio B, no Lumiar. "O Eagle alunou", disse, a dado momento, improvisando um verbo que lhe pareceu fazer sentido.

Quando Neil Armstrong anunciou "Eagle has landed", José Mensurado achou a tradução literal desadequada, pois o módulo não podia "aterrar" fora do nosso planeta. "Alunar", isso sim. E o termo ficou.

Protagonista da primeira transmissão televisiva intercontinental para o país, José Mensurado constatou, nos tempos seguintes, pelas abordagens que lhe faziam na rua, que "por cá, metade das pessoas não acreditava na ida do Homem à Lua".
A "ultima fronteira" para a exploração do Espaço situa-se hoje cada vez mais longe da Terra, com as ambições científicas, políticas e económicas a expandirem-se também. Mas o dia 20 de Julho de 1969 continua a ser o marco referencial para a aventura fora do nosso planeta. O protagonista de maior visibilidade foi Neil Armstrong, visto em directo por centenas de milhões de pessoas, ao longo de horas especadas frente aos televisores, que debitavam uma emissão com interferências, esperas e vozes ecoadas a partir do centro de controlo da NASA. "Lá em cima" estava uma equipa de três astronautas. Um deles desceu por uma escada do pequeno módulo Eagle e atreveu-se aos primeiros passos nessa zona baptizada como Mar da Tranquilidade: do gesto resultaram saltos facílimos, por ausência de gravidade. (...)

sábado, 18 de julho de 2009

ADOLFO PORTELA NOS JOGOS FISEC



A equipa feminina de juvenis de andebol da Escola Secundária Adolfo Portela (Águeda), vencedora dos Nacionais do Desporto Escolar, inicia hoje a sua participação nos Jogos da FISEC.
Dez anos após a organização em Lisboa dos Jogos da FISEC (Fédèration Internationale Sportive de L’Enseignement Catholique) foi mais uma vez atribuída a Portugal a organização dos 61º Jogos da referida Federação Internacional, a qual é reconhecida pelo Comité Olimpico Internacional.
Os Jogos serão integrados nas efemérides de comemoração do centenário do Comité Olímpico de Portugal. Os 61º Jogos Internacionais da FISEC vão ter lugar no Algarve, mais exactamente em Lagoa, Lagos e Portimão e conta com a participação de 12 países : Áustria, Bélgica, Brasil, Espanha, França, Holanda, Hungria, Inglaterra, India, Itália, Malta e Portugal, num total de 1200 participantes (jovens dos 14 aos 17 anos).

GUIA DE PROFISSÕES PARA JOVENS COM O 9º ANO


sexta-feira, 17 de julho de 2009

MANTEM-SE O SIMPLEX


O Ministério da Educação anunciou a prorrogação do regime simplificado da avaliação de desempenho dos professores em termos idênticos ao aplicado este ano, adiando para a próxima legislatura a aprovação de alterações ao modelo original."O Governo entende que a solução mais adequada é, neste momento, prorrogar a vigência do actual modelo transitório, sem qualquer modificação precipitada, até que estejam reunidas as condições técnicas necessárias para a introdução das alterações que se revelem mais adequadas", afirmou a ministra Maria de Lurdes Rodrigues, em conferência de imprensa.

No entanto, a titular da pasta da Educação adiantou que o Governo e sindicatos iniciam segunda-feira um processo de revisão da avaliação de desempenho, estando a tutela disponível para acolher alterações que os sindicatos proponham ao regime simplificado, mas também algumas das sugestões dos relatórios do Conselho Científico para a Avaliação dos Professores e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). (...)

quinta-feira, 16 de julho de 2009

AVALIAÇÃO DO PESSOAL NÃO DOCENTE


A avaliação do desempenho do pessoal não docente dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário realiza-se de acordo com as regras estabelecidas numa portaria publicada no Diário da República.
Este diploma procede à adaptação do sistema integrado de gestão e avaliação do desempenho na Administração Pública ao pessoal não docente dos estabelecimentos de ensino públicos.

Neste sentido, o pessoal não docente dos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas e os que, encontrando-se vinculados às autarquias locais, prestem serviço em escolas públicas, são avaliados pelo respectivo director.
O conselho coordenador da avaliação do pessoal não docente é composto pelo director, pelo subdirector, pelos adjuntos e pelo chefe de serviços de administração escolar.

No caso do pessoal não docente vinculado às autarquias locais, o conselho coordenador da avaliação é a Câmara Municipal respectiva, devendo integrar o director ou directores dos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas abrangidas.
Quanto ao pessoal não docente pertencente ao Ministério da Educação, as avaliações do desempenho são homologadas pelo director do agrupamento de escolas e, relativamente ao pessoal não docente vinculado às autarquias, pelo presidente da câmara municipal respectiva.
Para mais informações, consultar a
portaria publicada no Diário da República.


FOCOS DE TENSÃO



Sublinhando a necessidade de manter a avaliação do desempenho docente, os peritos de OCDE aconselham a modificação do modelo em vigor no nosso país.

As razões constantes do Relatório que deram a conhecer são as que toda a gente já sabe: o carácter interno da avaliação e o facto de ser referenciada ao contexto escola, a falta de preparação de quem avalia…

Trata-se de razões que, além de potenciarem injustiças e desigualdades, provocam “focos de tensão", aspecto que já havia sido destacado pelo Conselho Científico para a Avaliação dos Professores.


Os referidos peritos põem a tónica na necessidade de se encontrarem avaliadores externos credíveis, com formação especializada e devidamente acreditados, "provavelmente, professores, reconhecidos como profissionais altamente competentes e bem sucedidos, detentores de conhecimentos específicos e com competências pedagógicas aprofundadas, capazes de orientar e apoiar os outros professores".
Ainda que o Ministério da Educação aceite as referidas recomendações, a convivência entre professores está abalada. Demorará muito, muito tempo a voltar a níveis aceitáveis.

Helena Damião
Consultora do CFIAP

quarta-feira, 15 de julho de 2009

A OPINIÃO DA OCDE


A OCDE defende a continuação da avaliação de professores, mas considera legítimas as preocupações e dificuldades dos professores.

O relatório sobre a avaliação identifica vários elementos problemáticos no actual modelo, defendendo, por isso, ajustamentos.
Paulo Santiago, um dos autores do relatório, destaca os focos de tensão que têm de ser ultrapassados.

«O objectivo da melhoria está a tentar ser alcançado através de um modelo que tem consequências para uma carreira. O facto de fazer dessa maneira pode pôr em perigo a tal função de melhoria - essa é a primeira tensão», explicou.

A segunda tensão, sublinhou, «é o problema de ter uma avaliação ao nível da escola com consequências a nível nacional».
Questionado sobre o relatório da OCDE, a ministra da Educação disse tratar-se de mais um contributo técnico para a melhoria do modelo de avaliação. (...)

terça-feira, 14 de julho de 2009

PROFESSOR BIBLIOTECÁRIO



O Programa da Rede Nacional de Bibliotecas Escolares, lançado em 1997, abrange hoje mais de duas mil bibliotecas escolares, do 1.º ciclo ao ensino secundário. Durante 10 anos, investiu-se nas instalações, nos equipamentos, nos recursos documentais e na formação dos recursos humanos para estas bibliotecas que, normalmente, se constituíram como o espaço mais qualificado das escolas em que se inseriam.


Hoje foi publicada a portaria que estabelece as regras de designação de docentes para a função de professor bibliotecário nos agrupamentos ou escolas não agrupadas, assim como o modo de designação de docentes que constituem a equipa da biblioteca escolar; as regras concursais aplicáveis às situações em que se verifique a inexistência, no agrupamento de escolas ou nas escolas não agrupadas, de docentes a serem designados para as funções de professor bibliotecário, nos termos da alínea anterior; e as regras de designação de docentes para a função de coordenador interconcelhio para as bibliotecas escolares.

OS MAPAS DO SAPO



O Sapo Mapas apresenta-se com um aspecto gráfico renovado que inclui novas cores e estilos, sendo que o utilizador pode personalizar a cor de fundo.

É também possível definir um percurso (ponto de partida e ponto de chegada) e ficar a saber os quais os transportes públicos disponíveis em Lisboa e arredores, a duração do trajecto, a distância, o tempo estimado, os transbordos, os custos e as quantidades de CO2.

No Sapo Mapas há visitas virtuais, fotografias panorâmicas 360º, mais de 200 mil Pontos de Interesse e possibilidade de ver o trânsito em directo, entre outras informações úteis.

OS RESULTADOS POR ALUNO


O Ministério da Educação vai fornecer às escolas os resultados dos exames nacionais dos seus alunos "pergunta a pergunta", tal como já o faz com as notas das provas de aferição.

A Associação de Professores de Português (APP) exigiu ontem do Ministério da Educação uma explicação para a quase duplicação das negativas no exame nacional do 9.º ano de Língua Portuguesa face ao ano passado, lamentando não conhecer os resultados pergunta a pergunta."Não conseguimos encontrar explicação, gostaríamos que o Ministério apresentasse a razão. Tem resultados pergunta a pergunta, porque razão não diz aos professores onde é que os alunos erraram mais?", questionou o presidente da APP, Paulo Feytor Pinto.

Em resposta, fonte do Ministério da Educação sublinhou que "este Governo foi o primeiro a devolver às escolas os resultados das provas dos seus alunos", nomeadamente com as provas de aferição, garantindo que fará o mesmo com os exames nacionais deste ano "após os dados serem processados", o que deverá ocorrer no início do próximo ano lectivo. Até agora, as escolas conheciam apenas a média dos exames nacionais feitos pelos seus alunos e cada estudante sabia a nota global que conseguiu no exame.

A partir de agora, as escolas passarão a conhecer os resultados dos seus estudantes "desagregados", "pergunta a pergunta", segundo a mesma fonte. A percentagem de negativas no exame nacional do 9.º ano a Língua Portuguesa totalizou este ano 30,1% (0,8% de nível 1 e 29,3% nível 2), contra 16,7% no ano passado (0,3% nível 1 e 16,4% nível 2). No entanto, a maioria dos alunos teve positiva no exame (70%).


segunda-feira, 13 de julho de 2009

MATEMÁTICA


Questionado pela agência Lusa sobre a melhoria dos resultados dos exames nacionais de Matemática do 9.º ano, o presidente da associação, Arsélio Martins, afirmou que estas provas estão a criar rotinas e a ser encaradas de forma normal.
«Os exames estão a ser cada vez menos um elemento de perturbação, penso que neste momento estamos a aproximar-nos de uma certa normalidade», afirmou.

De acordo com os resultados hoje divulgados pelo Ministério da Educação, 64 por cento dos alunos teve positiva no exame e a taxa de reprovação baixou dois pontos percentuais face ao ano passado. A percentagem de alunos classificados com negativa (nível 1 e 2) passou de 45 para 36.

Para este responsável, a prova era equilibrada e estava de acordo com os programas e informações publicadas.
«Não era menos exigente do que nos anos anteriores. Tinha algumas coisas que exigiam alguma interpretação de gráficos, tabelas e linguagem escrita», defendeu.
Para o presidente da Associação de Professores de Matemática é normal os resultados terem melhorado.
«Espero que isso signifique que há algum trabalho, que os alunos estão a habituar-se mais a prestar provas e que a actividade dos professores seja cada vez mais exigente», disse.

(In Sol)

sexta-feira, 10 de julho de 2009

NOVAS OPORTUNIDADES


Demasiado tempo de espera, horários difíceis de compatibilizar com a vida pessoal e pouco impacto a nível profissional são os três maiores problemas identificados na Iniciativa Novas Oportunidades, de acordo com o primeiro estudo externo ao programa que será apresentado amanhã no Centro de Congressos de Lisboa.

Contudo, para os autores, os ganhos na auto-estima dos participantes é um dos efeitos que mais compensou e que, a médio prazo, poderá revolucionar o tecido empresarial.Ainda que os resultados abranjam apenas um ano e faltem dois e meio para as conclusões finais, o coordenador do estudo da Universidade Católica Portuguesa, o investigador e ex-ministro da Educação do Governo de Cavaco Silva, Roberto Carneiro, faz um balanço muito positivo das Novas Oportunidades.

Apesar de 66 por cento das chefias ainda não reconhecerem o esforço de qualificação e certificação que os seus trabalhadores fizeram, Roberto Carneiro acredita que os conhecimentos – em especial ao nível das novas tecnologias da informação e comunicação – serão indispensáveis numa altura em que “estamos a entrar no mundo da economia do conhecimento em que as empresas funcionam em rede” e não em pirâmide. (...)

O programa de requalificação Novas Oportunidades, apresentado em Setembro de 2005 pelo primeiro-ministro, é tutelado pelo Ministério do Trabalho e pelo Ministério da Educação. O objectivo é qualificar um milhão de activos até 2010, assim como envolver mais de 650 mil jovens em cursos técnicos e profissionalizantes. Segundo dados do Ministério da Educação, só 20 por cento da população adulta portuguesa completou o ensino secundário.

Nos países da OCDE esta percentagem ronda os 70 por cento.A rede nacional onde o programa se encontra implementado é composta por 453 centros e, recentemente, foi encerrado o concurso público para a criação de mais 44 centros para em 2010 se atingir os 500 pretendidos. O programa já chegou a 900.000 pessoas nas diferentes vertentes, numa altura em que a média mensal de novas inscrições atinge as 20.000. Um número “pioneiro” e “notável” a nível internacional, segundo o coordenador do estudo.


quinta-feira, 9 de julho de 2009

FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM COMPETÊNCIAS TIC


As regras para a concretização do programa de formação e de certificação de competências TIC (tecnologias de informação e comunicação) para docentes estão definidas numa portaria publicada no Diário da República, que cria o Sistema de Formação e de Certificação em Competências TIC. (...)

O Sistema de Formação e de Certificação em Competências TIC valoriza e valida as competências já adquiridas pelos docentes, promove o seu aprofundamento e o seu desenvolvimento, bem como a aquisição de novos conhecimentos, num quadro de integração no respectivo contexto profissional.
A componente da formação estrutura-se em três níveis de complexidade crescente mas não sequenciais (não está previsto um regime de precedências):

Formação em competências digitais;
Formação em competências pedagógicas e profissionais com TIC;
Formação em competências avançadas em TIC na educação.
Também o processo de certificação em competências TIC está estruturado em três níveis:
Em competências digitais;
Em competências pedagógicas e profissionais com TIC;
Em competências avançadas em TIC na educação.

A atribuição dos certificados compete aos directores dos centros de formação de associações de escolas. Para o efeito, os professores devem requerer ao director do agrupamento ou estabelecimento de ensino, onde exercem funções, a emissão do respectivo certificado. (...)

(In Portal da Educação)

terça-feira, 7 de julho de 2009

OS EXAMES E A MATEMÁTICA



A média do exame nacional de Matemática A, 12.º ano, desceu de 12,5 para 10 valores, tendo mais do que duplicado a taxa de reprovação à disciplina, segundo dados do Ministério da Educação hoje divulgados.

Entre 2006 e 2008, a média nesta prova tinha subido de 7,3 para 12,5 valores, enquanto a média dos alunos internos melhorou em igual período de 8,1 para 14 e a percentagem de reprovação caiu de 29% para 7%.

Este ano, a média no exame dos estudantes internos, que frequentaram a disciplina durante todo o ano lectivo, foi de 11,7 valores e a taxa de reprovação subiu para os 15%.Na prova de Matemática B, 10.º/11.º ou 11.º/12.º, a média desceu um valor, de 11,4 para 10,4, enquanto a taxa de reprovação à disciplina subiu, ligeiramente, de 7 para 10 por cento.

Na Matemática Aplicada às Ciências Sociais, a média melhorou de 9,6 para 10,7, tendo por isso descido a percentagem de reprovações à disciplina (13% em 2008 contra 11% em 2009). (...)

(In Educare.pt)


segunda-feira, 6 de julho de 2009

COLOCAÇÕES DA PRIMEIRA FASE


"Nesta primeira fase do concurso são colocados cerca de 30 mil professores, entre quadros de escola (QE), quadros de zona pedagógica (QZP) e professores contratados que obtiveram lugar de quadro de agrupamento (QA)", disse o secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, em conferência de imprensa hoje em Lisboa.

Segundo Valter Lemos, na segunda fase do concurso, até ao final de Agosto, "deverão ser colocados mais 38 mil professores, provenientes dos QZP e dos professores contratados".Este ano, os docentes são colocados por quatro anos lectivos, quando até ao concurso de 2006 foram colocados por três anos. (...)

O governante realçou que a partir do início do ano escolar e até final de Dezembro "devem ser colocados cerca de 12 mil professores e depois, através da contratação das escolas durante todo o ano, deverão ser contratados cerca de 15 mil professores, um pouco mais do que os que existem neste momento, que são pouco mais de 33 mil".O secretário de Estado sublinhou que, pela primeira vez, todas as escolas do primeiro ciclo têm este ano pelo menos um professor para necessidades de apoio educativo. (...)

domingo, 5 de julho de 2009

JÚRI DE CERTIFICAÇÃO


A Agência Nacional para a Qualificação, I.P. (ANQ) apresenta, no dia 7 de Julho, pelas 14h45, na Fundação Calouste Gulbenkian - Auditório 2, em Lisboa, a publicação "A sessão de júri de certificação: momentos, actores, instrumentos - roteiro metodológico".
De acordo com o programa, este evento será aberto por Maria do Carmo Gomes, Vice-Presidente da ANQ. Seguir-se-á uma intervenção de enquadramento e de apresentação da publicação da autoria de Maria Francisca Simões (Directora do Departamento de Coordenação e Gestão da Rede de Centros Novas Oportunidades da ANQ) e de João Lima (avaliador externo).
A título de comentário, Artur Dagge, avaliador externo, desenvolverá o tema "A identidade e o papel do avaliador externo nos processos de RVCC". O encerramento estará a cargo de Luís Capucha, Presidente da ANQ.Esta sessão tem como destinatários prioritários os membros das equipas técnico-pedagógicas dos Centros Novas Oportunidades e avaliadores externos que deverão confirmar presença, até ao dia 6 de Julho, através do e-mail sec.dcno@anq.gov.pt
A publicação "A sessão de júri de certificação: momentos, actores, instrumentos - roteiro metodológico" tem como objectivo contribuir para o reforço da qualidade e rigor técnico da etapa de certificação, nomeadamente da realização da sessão de júri de certificação dos processos de reconhecimento, validação e certificação de competências.

(In ANQ)

O GÉNIO MUSICAL!




























































































(In Blog Humorgrafe)